Renault Kwid foi sucesso na pré-venda: precisou de um reforço de 2.000 unidades no lote inicial (Christian Castanho/Quatro Rodas) Tem gente que faz questão de estar entre os primeiros a adquirir certos produtos – são os early adopters. A expressão em inglês se refere a essas pessoas que fazem esforços para garantir o item, como passar a madrugada na fila da Apple Store à espera do último iPhone ou se degladiar com outros consumidores pela última geração do PlayStation. No caso de carros, você pode garantir os primeiros chassis daquele lançamento da moda entrando na pré-venda. Isso satisfaz quem gosta de exclusividade. Mas também traz riscos. O primeiro deles é em relação ao preço: os primeiros da fila podem pagar mais caro. Quatro casos recentes provam o sucesso da pré-venda. O primeiro é o Renault Kwid, que precisou de um reforço no lote inicial (de 2.000 unidades) e de uma prorrogação no período devido às mais de 7.000 encomendas de clientes que nem sequer viram o modelo ao vivo. Na VW, o novo Polo acumulou cerca de 4.000 encomendas em um mês, enquanto 450 Amarok V6 esgotaram em menos de 24 horas. Ainda mais rápido foi o estoque de 50 Peugeot 3008, que acabou em duas horas – só os da cor cobre foram vendidos em menos de 30 minutos. Os primeiros clientes foram presenteados com um patinete elétrico. VW Polo acumulou 4.000 encomendas em um mês. Outro sucesso na pré-venda (Divulgação/Volkswagen) Ninguém duvida: ter um carro que pouca gente tem é legal. E as séries especiais de lançamento costumam ser bem equipadas e vir com alguns diferenciais, como na Amarok. No entanto, há suas desvantagens.
Fonte:
Quatro Rodas
Pré-venda: vale a pena comprar carro antes de ele chegar na loja?
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