Novidades

06 ABR
Dez itens de carro que já foram muito desejados, mas hoje são obsoletos

Dez itens de carro que já foram muito desejados, mas hoje são obsoletos

 (Acervo/Quatro Rodas)

Como os carros importados só vieram a partir de 1990, antes a criatividade rolava solta no mercado para gerar opções diferentes das que eram oferecidas pelas quatro montadoras (VW, Fiat, Chevrolet e Ford). Dominavam então os esportivos fora de série como a Puma (foto) e as picapes transformadas pela Sulam e Souza Ramos.

 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Na década de 80, Monza Classic, Diplomata e Gol GTi (foto) tinham borrachões nas laterais. Chamativos e cobiçados, além de um simples adereço, eles protegiam as portas de batidas leves. Hoje, quando muito, ver um par de frisos estreitos nos carros mais caros é raro.

 (Acervo/Quatro Rodas)

O quebra-mato tinha originalmente a função de empurrar troncos pelo caminho, mas Strada Adventure (foto) e Montana Off Road se renderam ao acessório que anos depois foi aposentado porque poderia ferir pedestres e ganhar o apelido de quebra-pernas.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Faróis escamoteáveis estrearam no Cord 1936 e se popularizaram a partir dos anos 1960. Comum nos esportivos, foi perdendo força com o tempo. O Chevrolet Corvette lançou mão desse recurso desde a segunda (1963) (foto)até a sexta geração (na versão Z06 2004).

 (Acervo/Quatro Rodas)

Estepe na tampa traseira veio dos jipes e se popularizou nos utilitários. O EcoSport (foto) estreou em 2003 e depois vieram Crossfox, Idea e Doblò, mas o estepe dificultava o acesso ao porta-malas. Assim, o único que insiste na ideia é o próprio Eco.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Surgido em 1925 nos carros americanos, o acendedor de cigarros era visto na maioria dos carros até 2000. Para não dizer que hoje não tem serventia, pelo menos os soquetes desses carros ainda podem ser usados como tomada 12 V para acessórios elétricos.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Saia e blusa, não os acessórios femininos, mas os automotivos, já ditaram moda, como a pintura em dois tons de Kombi, Monza Classic (foto) e Diplomata. Apesar de hoje alguns terem o teto preto, vermelho ou laranja, esses não incluem o capô.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Era só fechar a porta e o cinto corria por trilho no teto prendendo o ocupante. Usado no VW Rabbit 1975, parecia genial, mas problemas de custos e dificuldade de acesso o impediram de se expandir pelo mundo. Deixou de ser oferecido em 1981 nos EUA.

 (Acervo/Quatro Rodas)

As portas suicidas surgiram no início do século 20, entretanto eram suscetíveis a acidentes. Perdendo popularidade no final de 1940. Lincoln Continental e Ford Thunderbird ainda resistiram nos idos de 1970. Hoje a Rolls Royce é a única que mantém a tradição.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Se fosse hoje, nenhuma montadora ousaria colocar bancos na caçamba de uma picape… Foi o que a Subaru fez em 1978 com a Brat, um utilitário vendido nos EUA. O plano era classificá-lo como veículo de passageiro e pagar menos imposto. Não foi para a frente.

Não pode ir à banca comprar, mas não quer perder os conteúdos exclusivos da edição de abril da Quatro Rodas? Clique aqui e tenha o acesso digital.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

28 OUT
Crise é penalidade dura para mercado de carros no Brasil, diz Ghosn

Crise é penalidade dura para mercado de carros no Brasil, diz Ghosn

 A queda nas vendas de veículos no Brasil também é assunto no Salão de Tóquio. Nesta quarta-feira (28), o presidente mundial da Renault Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, lamentou a baixa no mercado onde o grupo "investiu tanto". Para ele, o setor vai se recuperar, mas não enquanto a crise política durar. "Até haver uma esperança nítida de que as pessoas estejam trabalhando juntas para sair dessa armadilha em que o Brasil está, vamos ver este mercado onde está hoje ou um pouco... Leia mais
28 OUT
Honda Clarity e Toyota Mirai disparam na 'corrida' do carro a hidrogênio

Honda Clarity e Toyota Mirai disparam na 'corrida' do carro a hidrogênio

O Salão de Tóquio, aberto nesta quarta-feira (28) para a imprensa, aponta que um dos combustíveis do futuro poderá ser o hidrogênio. E, apesar de não serem as únicas a terem a tecnologia, Honda e Toyota, as duas maiores montadoras japonesas, saem na frente nesta "corrida". O Clarity Fuel Cell, da Honda, começa a ser vendido no Japão em março de 2016, para empresas e governo, por cerca de R$ 246 mil. De acordo com a fabricante, ele terá capacidade para andar até 700 quilômetros... Leia mais
28 OUT
Volkswagen sofre 1º prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos

Volkswagen sofre 1º prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos

A Volkswagen divulgou nesta quarta-feira (28) o primeiro prejuízo trimestral em pelo menos 15 anos, impactada pelos custos relacionados ao escândalo de fraude em testes de emissões de poluentes de motores a diesel, segundo a agência Reuters.   SALÃO DE TÓQUIO Japoneses antecipam o futuro fotos minuto a minuto ... Leia mais
27 OUT
Land Rover lança Discovery Sport diesel a partir de R$ 218.100

Land Rover lança Discovery Sport diesel a partir de R$ 218.100

A Land Rover anunciou nesta terça-feira (27) a chegada das versões a diesel do Discovery Sport, a partir de R$ 218.100. O motor é o 2.2 de quatro cilindros. São 190 cavalos e 43 kgfm de torque. O câmbio é o mesmo automático de nove marchas que equipa as configurações a gasolina.   GUIA DOS SUVs Tudo sobre os principais modelos guia dos suvs ... Leia mais