Novidades

18 MAR
Conheça os verdadeiros (e inusitados) donos das marcas mais vendidas

Conheça os verdadeiros (e inusitados) donos das marcas mais vendidas

 (Divulgação/Chevrolet)

Você sabia que Honda e Toyota são controladas por bancos? E, como assim, uma mesma família é dona de Fiat e Jeep – que têm relação até com o clube de futebol italiano Juventus?

Veja abaixo quem manda nas marcas de automóveis mais vendidas no Brasil:

 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O atual líder do mercado brasileiro foi adquirido definitivamente pela General Motors em 1918. A marca da gravata dourada está no Brasil desde 1925, quando começou a montar veículos comerciais com peças importadas dos Estados Unidos.

Somente no final da década de 1960 a General Motors do Brasil iniciou a produção de automóveis com o Chevrolet Opala.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Depois disso, a marca fez história por aqui ao consagrar modelos projetados pela alemã Opel (atualmente sob comando do grupo francês PSA) – como Chevette, Monza, Kadett, Omega, Corsa, Vectra e Astra – antes de voltar a dominar as vendas nacionais com o Onix, a partir de 2015.

A segunda marca mais vendida no Brasil nasceu na Alemanha no final da década de 1930 por meio de uma organização corporativa do regime nazista.

Atualmente, a Volkswagen faz parte do conglomerado cujas ações são divididas entre a Porsche (quase 51% de participação), o governo do estado da Baixa Saxônia (20%), um fundo estatal de investimentos do Catar (17%), entre outras empresas e acionistas.

A marca italiana faz parte do conglomerado FCA (Fiat Chrysler Automóveis), formado pela compatriota Alfa Romeo e as norte-americanas Chrysler, Dodge, Jeep e Ram.

Cerca de 30% da FCA pertence à Exor, holding controlada pela família de Giovanni Agnelli (fundador da Fiat) e que detém ações de diversas empresas, entre elas a Ferrari e o clube italiano de futebol Juventus.

 (Divulgação/Jeep)

O fabricante de utilitários esportivos foi adquirido pela Chrysler em 1987 e, atualmente, é a marca mais valorizada da FCA. A Jeep cresceu consideravelmente nos últimos anos com a alta demanda por SUVs e a boa aceitação de Compass e Renegade – especialmente no Brasil, onde lidera o segmento.

 (Reprodução/Renault)

A multinacional francesa tem a maior parte de suas ações nas mãos de acionistas (62%), enquanto o governo da França detém cerca de 15% da empresa.

Outros 15% da Renault foram transferidos à Nissan após a formação da aliança com a fabricante japonesa. A Daimler, dona da Mercedes-Benz, tem uma participação de 3%.

Atualmente, as suas ações da empresa estão divididas entre os fundos de investimentos The Vanguard Group (5,82%) e Evercore (5,58%), entre outros acionistas.

A família do fundador Henry Ford tem 2% de participação, mas é maioria nas votações do conselho. Além da própria marca, a Ford é dona da norte-americana Lincoln e da brasileira Troller.

O T4 topa qualquer parada sem abrir o bico

A empresa ainda detém 8% da britânica Aston Martin, 32% da chinesa Jiangling Motors, sem contar as joint ventures na China, Rússia, Tailândia, Taiwan e Turquia.

Nos últimos anos, a gigante japonesa vem disputando com o Grupo Volkswagen o título de maior fabricante de automóveis do mundo. Cerca de 10% das suas ações pertencem ao Japan Trustee Services Bank, uma joint venture formada por dois grandes bancos japoneses.

Outras instituições financeiras, além de acionistas e da família Toyoda, também têm participações na empresa.

A Toyota também é dona das marcas Daihatsu, Lexus, Hino e Ranz, além de ter partes menores da Fuji Heavy Industries (16%), Isuzu (6%), Yamaha (3,5%) e Tesla Motors (0,3%).

A marca pertence ao conglomerado sul-coreano homônimo que atua em diversos segmentos (construção civil, naval, tecnologia, entre outros), além do automotivo. A Hyundai também é dona da Kia Motors, representada no Brasil pelo Grupo Gandini.

Faróis passam a ser totalmente em LEDs; sensores de estacionamento usam sonares aparentes

Como a conterrânea Toyota, a Honda também é comandada pela Japan Trustee Services Bank (6,5%), entre outras instituições bancárias. As seguradoras Meiji Yasuda (2,8%) e Tokio Marine (2,35%) também têm participações na marca japonesa, além de diversos acionistas.

A terceira maior fabricante japonesa de automóveis faz parte da aliança formada com a Renault, dona de 43% de suas ações. Há 10 anos, a Daimler adquiriu 3% da Nissan para estabelecer uma parceria.

O restante das ações pertencem ou são negociadas por outros acionistas.

A estatal chinesa chegou ao Brasil em 2009 e até produziu um pequeno volume dos modelos QQ e Celer na fábrica de Jacareí (SP) a partir de 2014.

Três anos mais tarde, o Grupo Caoa (responsável pela comercialização da linha de importados da Hyundai) adquiriu mais da metade das operações da Chery no país para investir na produção nacional dos SUVs da família Tiggo e do sedã Arrizo 5.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

28 AGO
Smart mostra o ForTwo Cabriolet renovado

Smart mostra o ForTwo Cabriolet renovado

Um ano após revelar a nova geração do Smart Fortwo, a marca de supercompactos pertencente à BMW divulgou nesta sexta-feira (28) as primeiras imagens do ForTwo Cabriolet (conversível). Acompanhando as novas medidas do "carrinho", a capota ficou mais larga e pode ser usada em 3 posições: fechada, semiaberta, com barras que a sustentam, ou totalmente abaixada, sem as barras. A abertura completa demora 12 segundos e pode ser feita por meio do controle remoto do carro, diz a Smart. ... Leia mais
28 AGO

Medidas para socorrer montadoras são 'inócuas', diz economista da FGV

As medidas anunciadas pelos bancos públicos para socorrer o setor automotivo e impedir o aumento de demissões são 'inócuas", disse nesta sexta-feira (28) o pesquisador do IBRE/FGV, Samuel Pessoa, durante o 7º Congresso Internacional de Mercado Financeiro, em Campos de Jordão, interior de São Paulo. Na semana passada, a Caixa e o Banco do Brasil anunciaram condições especiais de crédito para as montadoras, em parceria fechada com entidades do setor. A Caixa informou que vai... Leia mais
28 AGO
Jaguar F-Type chega à linha 2016 com preços de até R$ 687 mil

Jaguar F-Type chega à linha 2016 com preços de até R$ 687 mil

A Jaguar anunciou nesta sexta-feira (28) a chegada da linha 2016 do F-Type, com, preços entre R$ 427.000 e R$ 687.700. As principais novidades são a adoção da direção elétrica, no lugar da hidráulica, e a versão mais esportiva, R Coupé com tração nas 4 rodas. Confira os preços de todas as versões:F-Type Coupé (3.0 V6 340 cavalos) - R$ 427.000 F-Type S Coupé (3.0 V6 380 cv) - R$ 498.400 F-Type S Conversível (3.0 V6 380 cv) - R$ 509.000 F-Type R Coupé (5.0 V8 550 cv... Leia mais
28 AGO
'Eles me respeitam', diz mecânica de Guarapuava sobre clientes homens

'Eles me respeitam', diz mecânica de Guarapuava sobre clientes homens

Mesmo formada em matemática, e com duas pós-graduações, Mariane Abramoski optou por sujar as mãos de graxa em vez de giz. A profissão de mecânica, a mesma do avô e do pai, é a grande paixão da paranaense, de 29 anos. Há uma década no ramo, ela garante que já conquistou a confiança dos clientes mais céticos: os homens. “Eles me respeitam”, diz. A loira de Guarapuava, na região central do Paraná, conta que, apesar de vestir um uniforme não muito charmoso no dia a dia,... Leia mais
27 AGO
Indian confirma modelos que serão vendidos no Brasil

Indian confirma modelos que serão vendidos no Brasil

A Indian confirmou nesta quinta-feira (27) os modelos que serão vendidos no Brasil. O lançamento da marca americana será no Salão Duas Rodas, em outubro. A Indian também confirmou que terá concessionárias em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis. Inicialmente, serão vendidos os modelos Scout, Chief Classic, Chief Vintage, Chieftain e Roadmaster, ainda sem preços definidos. O objetivo da centenária marca é rivalizar com a Harley-Davidson. A Indian ainda... Leia mais
27 AGO
Assembleia entre funcionários da Volkswagen pode colocar fim à greve

Assembleia entre funcionários da Volkswagen pode colocar fim à greve

A Volkswagen realizou uma nova proposta ao Sindicato dos Metalúrgicos para por fim à greve na planta da empresa em Taubaté, no interior de São Paulo. A paralisação já dura mais de 10 dias. Os trabalhadores irão votar a nova proposta em assembleia na tarde desta sexta-feira (28). A reunião foi realizada na tarde desta quinta-feira a pedido do Ministério Público do Trabalho. O teor da proposta não foi divulgado nem pela empresa, nem pelo sindicato. Na última terça-feira,... Leia mais