Novidades

13 FEV
Velha Fiat Strada será mantida viva até 2022. Veja 6 razões para isso

Velha Fiat Strada será mantida viva até 2022. Veja 6 razões para isso

A linha 2020 não teve alterações visuais (Divulgação/Fiat)

A nova Fiat Strada será lançada no Brasil no início de abril. Só que ainda não será desta vez que veremos a primeira geração, lançada há quase 22 anos, sair da linha de produção em Betim (MG).

Segundo os colegas do Motor1, a primeira Stradinha será mantida em linha apenas na versão Working 1.4 manual cabine simples, atualmente oferecida a R$ 54.990. Tanto que sua fabricação jamais chegou a ser interrompida.

Já a configuração cabine dupla deixou de ser feita no fim de janeiro, junto com a perua Weekend, por um motivo simples: a nova legislação que obriga todos os carros vendidos no país a terem ganchos Isofix para cadeirinhas infantis no banco de trás.

Após vazamento, Fiat revelou a nova geração da Strada oficialmente (Divulgação/Fiat)

Como a Strada cabine simples não possui segunda fileira de assentos, está imune de punições devido à ausência desse item. E deve seguir em linha até o começo de 2022.

É nesse ano que uma outra lei, a que torna mandatória a presença de controle eletrônico de estabilidade em qualquer carro zero-quilômetro comercializado em território nacional, deve enfim aposentá-la.

Ou seja: a FCA muito provavelmente manterá a primeira Stradinha viva até o limite de suas forças. Por quê? QUATRO RODAS aponta seis motivos para tal.

Projeto já (muito bem) pago, a velha Strada poderá ser vendida pela Fiat a um preço muito mais atraente que a nova, que terá tíquete médio superior para justificar os custos de desenvolvimento e as novas tecnologias embarcadas.

Já a antiga deve ser mantida abaixo de R$ 60.000, tornando-se muito atraente entre quem procura uma picape de trabalho.

Velha Stradinha cabine dupla já foi descontinuada (Fernando Pires/Quatro Rodas)

Sétimo carro mais emplacado no Brasil em 2019, a Stradinha derivada do primeiro Palio ainda representa cerca de 20% de todas as vendas da Fiat no Brasil. É um percentual muito robusto para ser ignorado ou desperdiçado.

Como as vendas simultâneas das duas gerações devem ser contabilizadas como se fosse um modelo só, é bem possível que ambas as Strada mantenham juntas o bom volume que a veterana apresenta hoje atuando sozinha.

Atenção: 95,2% de todas as vendas da Strada são destinadas a frotistas.

Com a chegada da segunda geração, com pinta de “mini-Toro” e uma proposta um pouco mais voltada ao estilo, a geração anterior ficará responsável por atender em percentual talvez ainda maior as vendas diretas.

Cabine simples tem caçamba maior e maior apelo para uso a trabalho (Divulgação/Fiat)

O mercado de frotas costuma fazer muitas contas e buscar as soluções mais confiáveis na hora de comprar um veículo novo. Nesse ponto, a velha Strada antederá muito bem às expectativas.

Ela já tem consolidada a reputação de um veículo que dá poucos problemas e é barato de manter. Tudo que um frotista quer.

Comprador de picape compacta, especialmente de trabalho, valoriza muito um carro que seja “pau para toda obra”. A primeira Strada já comprovou ser capaz disso.

Tem suspensões com molas semielípticas na traseira, o que a nova também deve ter, mas com fama de picapinha valente e confiável. O manjadíssimo motor 1.4 Fire flex é demasiadamente fraco para os padrões atuais, mas é conhecido e bem aceito.

 

Com já dissemos, frotistas usam muito a calculadora antes de comprar um veículo.  Até porque está adquirindo um patrimônio para sua empresa.

Dois dos itens mais valorizados nesse mercado são a baixa desvalorização e a boa liquidez na hora da revenda. Aspectos nos quais a Stradinha já é consagrada.

Atualmente, segundo nossos parceiros da KBB, a configuração Working 1.4 cabine simples registra desvalorização média de 7%, índice bastante comedido para um comercial leve.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

06 MAR

Acordo para cortar emissões ameaça empregos na Europa, diz presidente da PSA

Os planos da União Europeia de cortar as emissões de CO2 dos veículos e pressionar os fabricantes a aderirem às versões elétricas vão ameaçar 13 milhões de empregos na indústria automobilística europeia e beneficiar os países asiáticos, afirmou o presidente do Grupo PSA em entrevista ao jornal Le Figaro. O Parlamento europeu e os países da UE fecharam um acordo em dezembro para cortar as emissões dos carros em 37,5% até 2030, comparado com os dados de 2021, e em 31%... Leia mais
06 MAR

Marca Volkswagen não alcançou meta de margem em 2018

A VW, carro-chefe da marca Volkswagen, não alcançou sua meta de margem em 2018, com lucros operacionais diminuindo apesar do crescimento das receitas de primeira linha na montadora alemã, informou a revista Spiegel. A margem operacional da marca caiu de 4,1% para 3,8%, informou a revista, abaixo da meta de 4% a 5% estabelecida pelo presidente-executivo do grupo, Herbert Diess, que quer aumentar o índice para 6% no médio prazo. A Volkswagen se recusou a comentar a reportagem... Leia mais
06 MAR

Koenigsegg Jesko tem motor V8 biturbo flex de 1.600 cavalos

O Koenigsegg Jesko chegou para, finalmente, ocupar o trono deixado pelo Agera. Com nome inspirado no pai do fundador da marca, o hiperesportivo apresentado no Salão de Genebra tem motor flex de até 1.600 cavalos de potência. É o já conhecido 5.0 V8 biturbo de seu antecessor, mas com algumas alterações, como o compressor elétrico que reduz o tempo de resposta do turbo para eliminar o famoso "lag", turbinas maiores, controle de pressão e injeção de combustível otimizados e o... Leia mais
06 MAR

VW troca motor de Fusca por um elétrico em buggy do século 21

Volkswagen I.D. Buggy (Divulgação/Volkswagen)Quem nunca passeou de cabelos ao vento por alguma duna brasileira a bordo de um buggy com motor 1300 ou 1600 de Volkswagen Fusca?Pois a marca alemã quer ressuscitar a era dos pequeninos e descapotados utilitários dos anos 1960 e 70, porém com uma abordagem muito mais atual.Baterias ficam no assoalho do buggy (Divulgação/Volkswagen)O I.D. Buggy, conceito exibido no Salão de Genebra, Suíça, troca o ronco característico dos propulsores... Leia mais
06 MAR

Jeep Compass e Renegade híbridos são mais potentes que um Golf GTI

O Renegade ganhou um adesivo no capô alusivo à versão (Divulgação/Jeep)Coube aos Jeep Compass e Renegade o título de primeiros híbridos da história da marca. E a estreia foi em grande estilo.Nas versões topo de linha os SUVs plug-in podem ter 240 cv de potência combinada. É mais do que os 230 cv gerados por um Volkswagen Golf GTI.Dupla de SUVs foi destaque no estande da Jeep no Salão de Genebra (Divulgação/Jeep)Segundo a FCA, o Renegade nesta configuração pode acelerar de 0 a... Leia mais
06 MAR

Especial Óleos Lubrificantes: vale um óleo para motor flex ou de alta km?

Com tanta variedade de óleo no mercado, um deles combina com seu motor (Christian Castanho/Quatro Rodas)Assim como algumas pessoas tomam leite sem lactose por ter intolerância à substância, também há uma série de óleos para diferentes tipos de motor. Mas será que um carro flex precisa de um lubrificante específico? E motores com alta quilometragem devem mesmo usar um óleo mais viscoso? Em teoria, o mesmo tipo de lubrificante deveria ser mantido ao longo de toda a vida útil do... Leia mais