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06 DEZ
VW deixará 1.200 em lay off por 5 meses até início da produção do Nivus

VW deixará 1.200 em lay off por 5 meses até início da produção do Nivus

Protótipos do Nivus continuam em testes de rodagem a todo vapor (Danilo Dalla de Almeida/Quatro Rodas)

A Volkswagen do Brasil está apostando uma boa quantidade de fichas no Nivus, SUV cupê derivado do Polo cujo nome foi revelado esta semana. É um modelo fulcral no plano de recuperação financeira da divisão sul-americana da marca.

Conforme QUATRO RODAS já publicou, a fabricante está investindo R$ 2,4 bilhões na modernização do maquinário de prensas da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), projeto que só ficará pronto em abril de 2020.

É por isso que a chegada efetiva do CUV às concessionárias está programada para acontecer entre maio e junho.

Traseira acupezada é a grande sacada estilística do Nivus (Danilo Dalla de Almeida/Quatro Rodas)

Enquanto isso, protótipos seguirão sendo vistos em flagras como este registrado pelo leitor Danilo Dalla de Almeida na rodovia Ayrton Senna, perto de São Paulo (SP).

Até lá, devido à ociosidade produtiva, agravada pela queda brusca nas exportações para a Argentina, a empresa passará cerca de seis meses operando com no máximo dois terços de sua força de trabalho no complexo do ABC paulista.

QUATRO RODAS apurou que o plano funcionará assim: no dia 12 de dezembro, a empresa dará férias coletivas ao equivalente a dois turnos (cerca de 2.400 funcionários) da fábrica, com retorno programado para 6 de janeiro.

Nesse período, a produção de Polo e Virtus (incluindo as versões GTS) ficará limitada a um turno.

Traseira acupezada é a grande sacada estilística do Nivus (Danilo Dalla de Almeida/Quatro Rodas)

Dois dias depois, 8 de janeiro, aproximadamente 1.200 empregados serão colocados em regime de lay off (suspensão temporária de suas atividades, com recebimento de seguro-desemprego mais um complemento pago pela fabricante para completar o salário integral).

Com isso, o terceiro turno seguirá temporariamente desativado. As informações foram confirmadas pela própria Volkswagen e também pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

O lay off terá duração mínima de dois meses e máxima de cinco. Entretanto, os trabalhadores só voltarão antes do prazo limite se o mercado nacional e também o argentino demonstrarem aquecimento.

Por isso mesmo, é muito mais plausível que o retorno aconteça somente com a inauguração da linha do Nivus.

Ainda inédito, Nivus foi desenvolvido no Brasil (Reprodução/Volkswagen)

Existe ainda um plano C, programado para o mais pessimista dos cenários: após a volta dos 1.200 funcionários em maio, outro turno seria colocado em lay off na sequência por mais cinco meses.

É por isso que o Nivus é tão importante. Além de levar a VW a vislumbrar um aumento no volume produtivo da Anchieta, ele terá a missão de ajudar a filial sul-americana a reverter sucessivos prejuízos sofridos nos últimos anos.

Segundo informações apuradas por nossa reportagem, a meta da Volkswagen é fechar 2020 em “breakeven”, ou seja, ponto de equilíbrio numa operação em que o balanço financeiro não aponta lucro nem prejuízo.

É assim que você verá o Nivus sem óculos se tiver miopia (Reprodução/Volkswagen)

 

Segundo nossas fontes, o Nivus será comercializado em duas versões: Comfortline e Highline. Muito provavelmente o motor será apenas o 200 TSI – 1.0 turbo flex de 128 cv de potência com etanol e 20,4 mkgf com qualquer combustível.

Faróis e lanternas terão guias de leds, e lista de equipamentos será similar à de Polo e Virtus, porém com acréscimo de um sistema multimídia mais moderno, desenvolvido também no Brasil.

A fabricante estuda ainda uma terceira versão, Sense, voltada ao público PcD, tal qual já acontece com as gamas de Polo, Virtus e (a partir de janeiro) T-Cross.

De acordo com nossos informantes, cerca de 80 unidades pré-série do Nivus foram montadas em São Bernardo até o momento. Novos exemplares devem voltar passar pela linha só em 2020.

Fonte: Quatro Rodas

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