Novidades

25 NOV
Novo Chevrolet Tracker não terá injeção direta e será mais fraco que atual

Novo Chevrolet Tracker não terá injeção direta e será mais fraco que atual

Nova geração do SUV será mais fraca, porém mais leve que a atual (Divulgação/Chevrolet)

A nova geração do Chevrolet Tracker será bem diferente. Além de nova plataforma, terá dimensões maiores, novos motores e, muito provavelmente, um novo posicionamento de mercado.

Sua mecânica exigirá isso. Seus motores 1.0 e 1.2 três cilindros turbo, embora sejam mais modernos, serão mais fracos que o atual 1.4 turbo com injeção direta de 153 cv.

A responsabilidade de mover o novo Tracker recairá sobre os novos motores de três cilindros da família CSS (cuja sigla interna recebe o nome comercial Ecotec), montados em Joinville (SC).

Entre-eixos passou de 255 cm para 257 cm (Divulgação/Chevrolet)

As versões mais baratas usarão o mesmo motor 1.0 turbo de 116 cv e 16,8 mkgf de torque das versões mais caras do Onix. Terá opção de câmbio manual ou automático, ambos de seis marchas.

O Tracker Premier, por sua vez, estreará no Brasil o novo motor 1.2 turbo de três cilindros derivado do 1.2 aspirado de 90 cv que será usado pelo Onix em outros mercados latino-americanos.

Nosso Onix não terá esse motor, mas ele será usado pelo modelo no México (onde começa a ser produzido em 2020) e nos Emirados Árabes Unidos. Por lá, divulgam 132 cv e 19,1 mkgf para a versão a gasolina.

Interior segue estilo semelhante ao do novo Onix (Divulgação/Chevrolet)

Vale lembrar que o 1.0 turbo não tem diferença de potência entre as versões flex e gasolina. Assim como o 1.0 turbo, este 1.2 tem injeção multiponto convencional, e não injeção direta, como o atual 1.4.

SUV circula em todo o estado de São Paulo em testes (Roney Duarte Botelho/Quatro Rodas)

A Chevrolet chegou a divulgar os números de desempenho do Onix para as arábias. Enquanto o 1.0 vai de 0 a 100 km/h em 11,1 s, o 1.2 cumpre o mesmo em 9,3 s.

Usar motor menor pode ser algo delicado, principalmente quando se trata de um SUV. Mas o Tracker tem o trunfo de poder ficar muito mais leve nesta nova geração, graças à plataforma GEM.

 (Roney Duarte Botelho/Quatro Rodas)

Acontece que hoje o Tracker é muito pesado: tem 1.413 kg na versão Premier. Ele pode perder cerca de 200 kg, considerando que a versão chinesa tem 1.205 kg.

Isso mesmo sendo sensivelmente maior. Tem 2,57 m de entre-eixos (+2 cm), 4,27 m de comprimento (+1,5 cm), 1,79 m de largura (+1,5 cm) e 1,60 m de altura (-0,7 cm).

 (Luis Carlos de Martin/Quatro Rodas)

Com essa redução de peso, a potência menor pode não influenciar tanto no desempenho, mas certamente ajudará a reduzir o consumo e o preço, tornando-o um modelo mais acessível.

Hoje o Tracker importado do México é caro: tem preço inicial de R$ 94.990 na versão LT.

 (Eandres Aguiar/Quatro Rodas)

Se no passado o fato de ser importado foi uma barreira para seu sucesso, agora, com produção em São Caetano do Sul (SP), o SUV compacto terá a chance de ter volume de vendas e preços competitivos. Para isso, basta seguir os passos do Onix.

De acordo com o site Autos Segredos, a produção do SUV compacto terá início em janeiro de 2020. O lançamento, porém, deverá acontecer até abril, já como linha 2021.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

15 JAN
Honda Civic 2018 ganha equipamentos e sofre primeiro aumento

Honda Civic 2018 ganha equipamentos e sofre primeiro aumento

Sedã médio não sofria aumento há quase um ano e meio (Divulgação/Honda) A última vez que a Honda mexeu nos preços do Civic foi no lançamento desta décima geração, em agosto de 2016. Seguraram inflação, alta do dólar e aumento dos combustíveis. Agora o sedã médio está até R$ 1.500 mais caro. Em compensação, algumas versões também estão mais completas. Entre os aprimoramentos, a Honda tirou o rádio simples das... Leia mais
15 JAN
Mercedes-Benz revela o CLS 53, primeiro AMG híbrido da história

Mercedes-Benz revela o CLS 53, primeiro AMG híbrido da história

O Mercedes-AMG CLS 53 tem o mesmo para-choque frontal das outras versões, mas grade do radiador é exclusiva (Divulgação/Mercedes-Benz) Já faz algum tempo que a Mercedes rompeu com a tradição de usar apenas motores construídos por um só funcionário nos modelos preparados pela AMG. E, agora, os puristas possuem mais um motivo para torcer o nariz: a marca revelou, no Salão de Detroit (EUA), o primeiro Mercedes-AMG híbrido da... Leia mais
15 JAN
Nova Ford Ranger tem motor do Mustang e câmbio de 10 marchas

Nova Ford Ranger tem motor do Mustang e câmbio de 10 marchas

Ranger norte-americana tem design com elementos exclusivos (Divulgação/Ford) De porte menor que as tradicionais picapes F-Series, a Ford Ranger voltará a ser vendida nos Estados Unidos. Para isso, sofreu algumas mudanças no design e importantes tem importantes alterações na mecânica. Esqueça o motor 2.5 flex e os 2.2 e 3.2 turbodiesel das Ranger vendidas no Brasil. Para os EUA a picape média recebeu o mesmo conjunto mecânico do... Leia mais
15 JAN
Novo Mercedes Classe G fica mais Nutella sem deixar de ser raiz

Novo Mercedes Classe G fica mais Nutella sem deixar de ser raiz

Não parece, mas essa é a nova geração do Mercedes Classe G (Divulgação/Mercedes-Benz) O Mercedes Classe G é, dentro da gama da marca, quase uma ovelha negra. Seu design feito com esquadros tem mais ângulos retos do que um carro desenhado por uma criança. O pisca-alerta frontal parece oriundo de um conhecido Volkswagen e as calhas no teto remetem à antiga solução para se juntar as chapas da carroceria. E, por mais estranho que... Leia mais
15 JAN
Novo Jetta tem base de Golf e painel de Polo

Novo Jetta tem base de Golf e painel de Polo

A enorme grade do radiador se destaca e ajuda a diferenciar o Jetta dos irmãos de marca (Divulgação/Volkswagen) O visual do novo Volkswagen Jetta já não era segredo, mas os detalhes ainda desconhecidos foram revelados durante a apresentação do modelo um dia antes da abertura oficial do Salão de Detroit, nos Estados Unidos. Novo Jetta apresentado no salão de Detroit (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) O sedã agora... Leia mais
12 JAN
Clássicos: Alfa Romeo Giulia / GTV, tal mãe, tal filha

Clássicos: Alfa Romeo Giulia / GTV, tal mãe, tal filha

O Alfa Romeo GTV exibe os faróis duplos típicos da geração pós-1968 (Marco de Bari/Quatro Rodas) Depois dos anos 50, a Alfa Romeo jamais foi a mesma. Graças à ampla aceitação da linha Giulietta, sua receita de sucesso passou a ser feita de modelos menores e mais acessíveis, mas sem dispensar a herança dos anos de vitórias nas pistas. Desde então, quase todos seus carros seguem os preceitos do Giulietta, e o primeiro a fazer isso... Leia mais