Novidades

19 NOV
Antes de SUV elétrico, Ford Mustang quase virou perua. Mas com motor V8

Antes de SUV elétrico, Ford Mustang quase virou perua. Mas com motor V8

Versão cupê 4.7 V8 foi usada de base para o projeto (Autoblog/Reprodução)

O Ford Mustang é uma lenda no mundo dos muscle cars. O ícone ganha agora uma nova configuração e se transforma em um SUV elétrico, com o nome Mach-E.

A empresa acredita que o projeto é o que realmente o consumidor dos dias de hoje quer. Mas será que essa é a primeira vez que o esportivo ganha uma versão mais “família”? A resposta é não!

Modelo foi projetado em meados da década de 1960 (Autoblog/Reprodução)

Um modelo projetado na década de 1960 mostra que a variação já era pensada pouco tempo depois de o esportivo chegar ao mercado.

O designer Robert Cumberford, conhecido por atuar em projetos do Chevrolet Corvette no fim dos anos 50, resolveu desenhar uma versão perua do Mustang.

Seu objetivo era vender o projeto à Ford, para que ela incluísse a configurações wagon no catálogo das versões do muscle produzidas em série.

Na derivação perua, Mustang ganhou três colunas (Autoblog/Reprodução)

Cumberford levou o projeto junto com um cupê branco, equipado com motor V8 de 4,7 litros, para a construtora italiana Intermeccanica – onde trabalhou por alguns anos.

Meses depois, a empresa devolveu a derivação perua com linhas exclusivas na traseira e carroceria pintada na cor vermelha. Depois, o protótipo ainda seria pintado de verde escuro, conforme ele aparece nas imagens desta reportagem.

O veículo ganhou uma terceira coluna no fim do balanço traseiro, os bancos da segunda fila podiam ser rebatidos e o porta-malas ficava ainda mais extenso, parecido com o da nossa Chevrolet Caravan, a perua do Opala.

A tampa traseira, quando aberta, alinhava-se ao assoalho do compartimento de carga.

Abertura do porta-malas se parecia com o de caçamba de picapes (Autoblog/Reprodução)

Cumberford apresentou o projeto à Ford, mas a empresa não quis o carro, alegando que, se fosse fabricar uma perua do esportivo, ela teria de ser desenhada pelos projetistas da marca.

O designer seguiu na tentativa de vender o projeto, desta vez, para empresas menores, mas não teve sucesso porque ninguém teria dinheiro suficiente para financiá-lo, já que a instalação era considerada cara.

O veículo seguia atraindo atenção por onde passava, mas sem sua produção em linha, tornou-se um protótipo único e excêntrico.

Foi vendido para um dentista em Portland, Estados Unidos, e não é visto por décadas. Segundo o site Autoblog, o projetista ainda tentou rastrear o modelo, a fim de comprá-lo e restaurá-lo, mas não conseguiu descobrir seu paradeiro.

A Ford chegou a projetar o modelo Wagon do esportivo, mas ficou no papel (Autoblog/Reprodução)

Durante esse tempo, a Ford seguiu trabalhando o Mustang nas versões cupê, fastback e conversível.

Em 1976, os desenhistas da marca chegaram a trabalhar em um modelo wagon para a sua terceira geração, mas não há evidências de que ele tenha saído dos papéis.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

04 NOV
Hennessey Venom F5 quer fazer 484 km/h e bater o Bugatti Chiron

Hennessey Venom F5 quer fazer 484 km/h e bater o Bugatti Chiron

Ele usa motor V8 twin-turbo e tem tração traseira (Hennessey/Divulgação) Caríssimo e com um enorme – e complexo – motor W16 8.0 com quatro turbos, o Bugatti Chiron é um alvo que todos os superesportivos do mundo querem abater. O Koenigsegg já conseguiu bater seu recorde de aceleração de zero a 400 km/h e frenagem total. Agora o Hennessey Venon F5 quer superar os dois. Design foi pensado em prol da aerodinâmica... Leia mais
04 NOV
Teste: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 – A versão que faltava

Teste: Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 – A versão que faltava

O Creta 1.6 Pulse Plus não tem faróis com leds diurnos (Pedro Bicudo) Lançado em dezembro passado, o Hyundai Creta perdeu a versão Pulse 2.0, de R$ 92.490. Era a única opção entre a Pulse 1.6, de R$ 86.740, e a Prestige, de R$ 100.990.  Mas não fazia sentido. Além do motor mais potente, a Pulse 2.0 tinha a mais faróis do tipo projetor e luzes diurnas de leds integrada, saídas de ar-condicionado para o banco traseiro e abertura e... Leia mais
03 NOV
Guia de usados: Toyota Camry

Guia de usados: Toyota Camry

Camry de quinta geração: o irmão maior e mais luxuoso do Corolla (Marco de Bari/Quatro Rodas) Conforto, potência e confiabilidade. Essas são as palavras-chave para quem escolhe o Toyota Camry, o automóvel de passeio mais vendido nos EUA nos últimos 15 anos – e 90% deles ainda rodando por lá. No Brasil, ele foi alçado à categoria de sedã executivo, com imponência suficiente para brigar com o triunvirato alemão Audi A4, BMW... Leia mais
03 NOV
Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel?

Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel?

Não tem segredo: quanto maior o peso, maior será o consumo de combustível (Jonas Tucci/Quatro Rodas) Qual é a influência do peso no consumo de um automóvel? Um passageiro a menos reduz em quanto o consumo? – Natan Junior, Curitiba (PR) A influência é direta: quanto mais pesado estiver o veículo, maior será o gasto de combustível para uma mesma rota e perfil de condução. Como explica Clayton Zabeu, membro da Comissão Técnica... Leia mais
03 NOV
Comparativo: Novo Polo 1.6 x Up! TSI, briga de irmãos

Comparativo: Novo Polo 1.6 x Up! TSI, briga de irmãos

O Up! é 37 cm menor, mas o Polo é mais gastão e anda menos (Leo Sposito/Quatro Rodas) A Volkswagen se gaba por ter a maior gama de hatches do Brasil. São cinco: Up!, Gol, Fox, Polo e Golf dividem o espaço nas lojas, os clientes e até a faixa de preços. Hoje, um Up! TSI parte de R$ 54.350 e o Polo 1.6, que não tem nome específico de versão, começa em R$ 54.990. Esta diferença só diminui se você quiser os dois mais equipados, como... Leia mais
03 NOV
Ford Focus RS recebe freio de mão hidráulico para facilitar drift

Ford Focus RS recebe freio de mão hidráulico para facilitar drift

Freio de mão vendido como acessório é similar ao usado em ralis (Reprodução/Ford) A Ford está obcecada para fazer do Focus RS uma máquina de fazer drifts – a manobra em que o carro faz curvas de lado, pendulando a traseira de forma controlada. Primeiro o hatch esportivo ganhou um “modo drift”, que altera vários parâmetros de motor, câmbio, bloqueio de diferencial e do controle de estabilidade para facilitar a manobra.... Leia mais