Novidades

14 NOV
Motociclistas, jovens e homens: quem será mais afetado pelo fim do DPVAT

Motociclistas, jovens e homens: quem será mais afetado pelo fim do DPVAT

 (Acervo/Quatro Rodas)

Motocicleta no trânsito (Agência Brasil/Divulgação)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou no último dia 11 que o seguro DPVAT deixará de existir em 2020. A motivação, segundo o Governo, é extinguir os custos de supervisão e de regulação do DPVAT, além de acabar com as fraudes. 

Segundo dados oficiais, em 2018 foram pagas 328.142 indenizações, no valor de R$ 1,9 bilhão. Em contrapartida, o seguro gerou uma arrecadação de R$ 4,6 bilhões e 11.898 casos de fraude.

Este ano, o valor a ser pago varia de R$ 16,21 para motoristas de automóveis a R$ 84,58 para motocicletas e similares.

Ao mesmo tempo, as indenizações chegam a R$ 13.500 por pessoa em casos de invalidez permanente ou morte, e ao teto de R$ 2.700 para reembolso de despesas médicas.

De acordo com a seguradora Líder, atual gestora do seguro DPVAT, 75,2% (246.993) das indenizações pagas ano passado se referiam apenas a acidentes envolvendo motocicletas.

Quanto ao sexo, 82% das vítimas fatais são homens. Quando restrito apenas para mortes de motoristas, a porcentagem de vítimas do sexo masculino vai para 94%.

A faixa etária que registra mais mortes é a de jovens adultos entre 18 e 34 anos, com 39% dos sinistros registrados em 2018. Adultos de 45 a 64 anos formaram 25% das indenizações de 2018, enquanto crianças de 0 a 7 anos corresponderam a menos de 1,8%.

Já o horário de maior incidência dos acidentes fatais foi das 17h às 19h59, com 22% do total.

Quando analisamos as indenizações pagas por estado, São Paulo apresenta o maior número, com 5.462 em 2018. Na sequência aparecem Minas Gerais (4.127), Paraná (2.712), Bahia (2.710) e Rio de Janeiro (2.547).

Os estado que menos receberam indenizações por morte em 2018 foram Amapá (103), Roraima (146) e Amazonas (413).

Entretanto, de maneira proporcional, Tocantins, Piauí e Mato Grosso foram os estados que mais receberam indenizações com, respectivamente, 38, 34 e 33 sinistros de morte para cada 100 mil habitantes.

Amazonas (10 indenizações por 100 mil hab.), Distrito Federal (11 indenizações por 100 mil hab.), Acre e São Paulo (12 indenizações por 100 mil hab.), foram, proporcionalmente, as unidades federativas que menos receberam.

Em relação às regiões, o Sudeste teve o maior número de indenizações por morte pagas em 2018: 12.957. Nordeste (12.154), Sul (6.023), Centro-Oeste (3.740) e Norte (3.407) completam a lista.

No entanto, de maneira proporcional, foi o Centro-Oeste que liderou o ranking, com 23 mortes para cada 100 mil habitantes. Nordeste (21 por 100 mil), Sul (20 por 100 mil), Norte (19 por 100 mil) e sudeste (18 por 100 mil) vêm na sequência.

Como um todo, o Brasil registrou um total de 18 indenizações por morte pagas pelo DPVAT para cada 100 mil habitantes em 2018.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

23 FEV

Fiat reduz preço do Grand Siena com chegada do Cronos

Grand Siena passa a ser o sedã de entrada da Fiat (Divulgação/Fiat) A estratégia da Fiat em vender o Cronos com preços a partir de R$ 53.990 foi agressiva. O novo sedã compacto é mais barato que a maioria dos seus principais concorrentes e levou a Fiat a rever os preços dentro de casa. O Grand Siena, que estreou aqui em 2012, foi reposicionado. A versão Essence 1.6, que custava a partir de R$ 58.690, saiu de linha e a versão Attractive 1.4 teve... Leia mais
23 FEV

Lada Niva pode voltar ao Brasil (e ser produzido aqui)

Jipe russo era conhecido pela robustez, mas fez sucesso por ser barato (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Lada Niva completou 40 anos em produção no ano passado. E, ainda que tenha levado quatro décadas, a fabricante russa finalmente percebeu que o jipe indestrutível precisa de uma nova geração. Com um bônus: há planos de produzi-la no Brasil. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o novo Niva será fabricado dentro das instalações da Renault em... Leia mais
23 FEV

Top ten: o design das lanternas que fugiram do tradicional

Ó pátria amada Lanternas fazem homenagem ao país (Divulgação/BMW) Os Mini são fabricados no Reino Unido desde 1959 e sempre foram o orgulho da nação. Na linha 2019 (sim, eles já estão um ano à frente), a empresa quis homenagear o país nas lanternas, que trazem a bandeira britânica embutida. Olhos de lince Parece ou não o olhar de um felino? (Divulgação/Jaguar) Um Jaguar é projetado para parecer ágil e agressivo, tal como o felino que... Leia mais
22 FEV

Nova Amarok V6 é tão rápida quanto um Sandero R.S.

Novo motor tem 225 cv de potência, mas pode gerar 245 cv por alguns momentos (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) O Brasil já teve algumas picapes médias com motores V6, como a pujante Chevrolet S10 com motor V6 4.3 Vortec a gasolina e a Mitsubishi L200 3.5 V6 flex. Mas a Volkswagen Amarok é a primeira com motor V6 turbodiesel e custa menos do que as concorrentes com motores de quatro e cinco cilindros. O mais impressionante é que a picape é tão... Leia mais
22 FEV

Vídeo: veja como o halo alterou a visão dos pilotos da F1

O arco à frente dos pilotos ainda rende polêmicas ao longo da pré-temporada da Fórmula 1 (Red Bull/Divulgação) A estranheza começa pelo nome: halo. Esse dispositivo em forma de arco que visa proteger a cabeça dos pilotos da Fórmula 1 é o principal assunto antes da temporada começar, no dia 25 de março, na Austrália. Além do impacto estético, ainda há muitos questionamentos acerca da visão dos... Leia mais
22 FEV

Longa Duração: Compass pisca farol alto quando a seta é acionada

Piscada indiscreta: você dá a seta e o Compass lampeja o farol alto  (Christian Castanho/Quatro Rodas) Não é de hoje que o lampejo involuntário do farol alto incomoda os usuários do nosso Compass. “Para evitar a piscada é preciso um tremendo cuidado no acionamento da alavanca. Caso contrário, fazer a sinalização de modo natural é certeza de um breve lampejo”, diz o repórter Henrique Rodriguez. O editor Péricles Malheiros também se queixa... Leia mais