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28 OUT
QUATRO RODAS de novembro: qual é o melhor sedã por menos de R$ 80.000?

QUATRO RODAS de novembro: qual é o melhor sedã por menos de R$ 80.000?

 (Arte/Quatro Rodas)

Os recém-chegados Chevrolet Onix Plus e Hyundai HB20S já foram colocados à prova com os principais rivais do segmento de sedãs compactos até R$ 79.000.

Comparamos os dois modelos com Fiat Cronos, Ford Ka, Renault Logan, Toyota Yaris Sedan e Volkswagen Virtus para saber qual é a melhor opção para você.

Também desmontamos nosso Renault Kwid de Longa Duração e explicamos por que o hatch quase foi reprovado após rodar 60.000 km com a QUATRO RODAS.

E temos exclusividade: o novo Suzuki Jimny Sierra, que foi completamente reinventado após 20 anos com o mesma visual, já passou pela nossa pista de testes!

 (Arte/Quatro Rodas)

As páginas da próxima edição também coloca fim à disputa entre Toyota RAV4 e Lexus UX 250h, que são parentes de preços iguais, mas experiências diferentes.

Curioso para saber como é o novo Porsche Taycan, primeiro elétrico da marca? Fomos até a Alemanha para dirigir o esportivo por mais de 800 km para saber tudo.

Se você sonha com uma Ford Ranger mais poderosa, contamos em detalhes como é a versão Raptor com suspensão de competição, motor biturbo e visual de F-150.

E ainda separamos um guia completo com dicas para quem é (ou quer ser) motorista de aplicativo, desde a escolha do carro ideal até os cuidados com o passageiro.

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 (Arte/Quatro Rodas)

Zeca Chaves

Redator-chefe

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Quando se fala da dificuldade de contentar dois lados de uma questão, é comum recorrer à expressão “agradar a gregos e troianos”. A origem vem da mitológica Guerra de Troia, que colocou esta nação contra a Grécia numa disputa mortal iniciada pelo rapto da rainha Helena.

Na QUATRO RODAS, temos nossa variante dessa expressão, que envolve o trabalho hercúleo de satisfazer grupos de leitores que amam alguns tipos de carros ou temas, mas detestam outros.

Uma parcela adora sedãs, mas odeia SUVs. Outra quer ver esportivos, mas reclama dos 4×4. Dito isso, talvez esta seja uma das edições mais conciliadoras que fizemos nos últimos anos: tem para todos os gostos.

A começar pela reportagem de capa, um comparativo de sete sedãs compactos com ingredientes para deixar muita gente feliz: temos dois lançamentos simultâneos (Onix Plus e HB20S), apenas campeões de venda e todos automáticos.

Aos que preferem os SUVs, há duas sugestões no cardápio. A mais tradicional é o novo BMW X1 e a mais heterodoxa, o embate entre dois híbridos, o Toyota RAV4 contra seu irmão rico, o Lexus UX 250h.

Porém, se híbrido for pouco para os amantes da mobilidade sustentável, demos uma voltinha no Caoa Chery Arrizo 5e, a versão elétrica do sedã que já é comercializado no Brasil.

Torceu o nariz porque para você veículo elétrico é sem graça e seu coração só bate por um belo esportivo? Então, prepare-se para mudar de ideia com um cupê alemão que reúne dois mundos que parecem inconciliáveis: o Porsche Taycan, 100% elétrico e 100% divertido.

Os antigomobilistas vão vibrar com o nacional Dodge Dart 1969, que tem tudo o que se espera de um clássico: 5 metros de carroceria empurrados por um motor V8 de 5,2 litros.

Para os que acham que a adrenalina só existe fora do asfalto, dá até para escolher. Para os fãs de jipes, dirigimos com exclusividade o Suzuki Jimny com roupa mais moderninha: a nova versão Sierra, um 4×4 que honra seu nome.

Caso seu negócio seja mais para as picapes, é impossível não se deixar seduzir pela Ranger Raptor, nascida nas trilhas de rali.

Ainda no campo da exclusividade, temos o Longa Duração, o único teste do tipo no mundo. Nesta edição, trazemos o tão aguardado desmonte do Renault Kwid depois de 60.000 km. Pelo que você já viu na capa, dá para imaginar que o resultado não foi tão favorável assim…

Tudo isso fez seus olhinhos brilharem, mas nada cabe no bolso porque a crise ainda está por aí e o orçamento anda apertado? Acalme-se que até para isso tem matéria: preparamos um guia completo para quem pensa em virar motorista de aplicativo e reforçar a renda familiar.

Com tanta diversidade assim, creio que nem gregos nem troianos vão reclamar desta vez.

Fonte: Quatro Rodas

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