Novidades

21 OUT
Os Eleitos 2019: os sedãs compactos mais queridos pelos donos

Os Eleitos 2019: os sedãs compactos mais queridos pelos donos

Virtus mostra sua força e mantém a liderança entre os sedãs compactos (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

Segunda aparição na pesquisa e segundo título entre os sedãs compactos. O Virtus só tem razão para comemorar.

Mas por muito pouco ele não precisou dividir a taça com o Yaris, que ficou a mísero 0,2 ponto de distância do modelo da VW.

O que surpreendeu de verdade foi o número de atributos em que ele foi o melhor em relação aos demais irmãos de grupo: 13 de um total de 23. E a maioria teve índice acima de 100, como porta-malas (110,2), design (106), acesso aos comandos (105,9), espaço interno (105,6) e tamanho da rede autorizada (104,5).

E onde o Virtus não foi melhor, ficou acima da média do segmento, com exceção da confiabilidade da marca (92,9, abaixo da média) e acabamento interno (86,3), este, sim, um grande problema, já que foi a pior avaliação da categoria.

Pontuação no anterior: 100,9

Os elogios:

As críticas:

“É um carro excelente, com boa dirigibilidade e boa resposta nas retomadas. Estou muito satisfeito.Luis Henrique Perdoncini dos Santos, Redentora (RS)

Toyota Yaris Sedan: 98,9

Forte na disputa do Ranking, o Yaris Sedan assume a segunda posição (Acervo/Quatro Rodas)

Faltou pouquinho para o Yaris garantir uma vitória logo na sua estreia.

Ainda assim, tem muito do que se orgulhar, especialmente das avaliações positivas referentes à confiabilidade da marca (99,4), ao acabamento interno (98,9) e ao custo do seguro (96,3), os itens mais celebrados entre todos os sedãs compactos.

Pontuação no anterior: –

Fiat Cronos: 97,8

E estreante Fiat Crono veio completar o pódio em 2019 (Divulgação/Fiat)

Tal qual o Yaris, o Cronos é outro estreante em 2019.

Ao contrário do Toyota, porém, ele só foi o melhor de todos no nível de equipamentos (101,6).

Mas recebeu várias notas altíssimas, como porta-malas (109,1, perdendo só para os 110,2 do Virtus) ou espaço interno (103,5, de novo menos que os 105,6 do Virtus).

Achar defeitos aqui não é fácil, pois ele ficou acima da média em quase tudo.

Pontuação no anterior: –

Nissan Versa: 96,2

O Nissan Versa também se manteve na colocação do ano anterior. Porém, o sedã teve nota mais alta em 2019 (Acervo/Quatro Rodas)

Se você não gosta do visual do Versa, saiba que não está sozinho. Até quem possui um reclama disso: o design é de longe o maior defeito do carro, segundo os entrevistados.

Com a nota de 98, o Nissan ficou distante da média do grupo (102,9) e até do penúltimo lugar nesse quesito, o Prisma (101,2).

Se serve de consolo, o Versa é superior aos demais em durabilidade das peças (96) e preço de compra (95,2).

Pontuação no anterior: 95,7

Ford Ka Sedan: 96,0

Ka assumiu a quinta colocação no ranking (Acervo/Quatro Rodas)

A desigualdade social é um bom retrato do Ka Sedan.

Em alguns momentos, ele vive num mundo de fazer inveja aos colegas, como rapidez de arranque (107,7), porta-malas (107,3), acesso aos comandos (105,5) e design (105,1).

Em outras situações, é um clima de desalento, que é o caso do valor de peças (83,6), do nível de ruído (84,5) e do preço de compra (86,3).

Pontuação no anterior: –

Chevrolet Prisma: 94,4

Em seu último ano carregando o nome “Prisma”, o sedã caiu uma colocação entre os preferidos dos proprietários (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Os questionários mostram que seus proprietários passaram boa parte do tempo falando das suas decepções, já que todos os pontos analisados ficaram abaixo da média, exceto três deles: tamanho da rede autorizada (101 contra 99,7 do grupo), confiança no fabricante (96,6 x 95,1) e valor de revenda (97,1 x 94,6).

Pontuação no anterior: 95,5

7º Hyundai HB20S: 93,1

Pior em dez critérios de avaliação, o sedã da Hyundai ficou na lanterna da pesquisa (Divulgação/Hyundai)

Pobre do dono do HB20S. Ultimamente ele anda meio insatisfeito.

A nota do carro caiu 2,2 pontos de um ano para o outro, o que fez dele o último colocado da categoria.

Acabou colecionando um monte de notas vermelhas no seu boletim: foi o pior em dez critérios, com destaque para consumo urbano (76,2), preço de compra (83,8) e seguro (84,5)

Pontuação no anterior: 95,3

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais