Novidades

08 OUT
Exclusivo: novo Renault Kwid nacional será mais simples que o indiano

Exclusivo: novo Renault Kwid nacional será mais simples que o indiano

Nem Outsider, nem indiano. O novo Kwid nacional terá visual próprio (Montagem/Divulgação/Renault)

Quem esperava ver o visual ousado do novo Renault Kwid indiano no Brasil pode tirar o cavalo da chuva.

Imagens divulgadas pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) antecipam que o modelo feito em São José dos Pinhais (PR) terá uma atualização muito mais discreta.

Ao invés dos faróis duplos derivados do elétrico K-ZE, o novo Kwid brasileiro manterá o conjunto mais simples do modelo atual.

A imagem registrada no órgão de proteção intelectual indica que as principais mudanças ficarão nos para-choques e grade do radiador.

Para-choque dianteiro será reformulado e abrirá espaço para uma grade do radiador maior, além de sugerir a presença de luzes de led horizontais (INPI/Divulgação)

Não é possível saber se o capô e os faróis terão o mesmo formato, mas considerando que o custo de mudança desses componentes é elevado, as chances deles continuarem como estão são grandes.

O para-choque traseiro também muda, com um novo compartimento vertical dotado de uma peça plástica interna inspirado nos Kwid elétrico e indiano, mas com estilo próprio.

O para-choque traseiro ganhará novos elementos nas partes laterais inspirados no K-ZE (INPI/Divulgação)

Não há detalhes das lanternas, mas elas manterão o mesmo formado, com alterações nos elementos internos.

Neste caso a probabilidade do Kwid brasileiro usar a peça do indiano é maior, pois o hatch asiático também manteve o mesmo formato para o conjunto óptico posterior.

A peça posterior vai continuar composta por duas peças plásticas sobrepostas (INPI/Divulgação)

A data de lançamento do novo Kwid no Brasil é um mistério, mas fontes ouvidas por QUATRO RODAS alegam que o popular atualizado ainda demora a chegar.

Considerando que 2020 será o ano de chegada do novo Duster e que o Kwid ganhou a versão Outsider este ano, a probabilidade do hatch reestilizado chegar só em 2021 é alta.

Painel digital e novo multimídia são cotados para novo Kwid nacional, mas não há chance do câmbio automatizado vir pra cá (Divulgação/Renault)

Por enquanto há poucos detalhes sobre interior e mecânica. O painel digital do Kwid indiano seria uma novidade bem-vinda, mas ele pode ser restrito somente às versões mais caras do compacto.

Os faróis duplos elevaram o custo de produção do Kwid indiano, o que exigiu uma solução doméstica para o Brasil (Divulgação/Renault)

Já sob o capô o motor 1.0 12V segue em linha, com poucas chances de receber o comando de válvulas variável usado no Sandero. Vale lembrar que o Kwid para nos 70 cv com etanol, enquanto o irmão maior alcança 82 cv.

Uma das poucas atualizações justificáveis no hatch seria a adoção de partida a frio com pré-aquecimento de etanol, pois o Kwid é um dos poucos modelos novos a ainda usar o tanquinho de gasolina.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais