Novidades

20 SET
Top Ten: carros que não combinam em nada com as marcas que ostentam

Top Ten: carros que não combinam em nada com as marcas que ostentam

 (Acervo/Quatro Rodas)

Onde já se viu fazer um Porsche com um monte de peças de Volkswagen? Foi em 1969, quando a Porsche precisava substituir o 912 e a Volks, o Karmann-Ghia.

Então veio o modelo híbrido 914, nas versões 1.7 (quatro-cilindros) e 2.0 (seis-cilindros). Porém, o excesso de itens VW não justificava os US$ 6.100 do 914/6, o que abreviou sua vida.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Quando a Lamborghini só fazia esportivos ousados (assim como suas rivais), a marca lançou em 1986 o LM002, um jipão de rua quadradão com o V12 do Countach.

A ideia era restringi-lo ao uso militar, o que não deu certo. Pouco mais de 300 foram feitos.

 (Acervo/Quatro Rodas)

A essência dos Alfa Romeo é a esportividade e o prazer de dirigir. Então o que explica seu jipe 1900 M (ou Matta)?

Feito para o Ministério da Defesa italiano (militar AR 51 e civil AR 52), tinha motor 1.9 com duplo comando e câmbio de quatro marchas com reduzida.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Desde 1981, as picapes Dodge eram as RAM, gigantes no porte e no motor V8. Até que, em 2010, passou à FCA e virou marca.

Daí inventaram de vender no México em 2014 a Fiat Strada como RAM 700, a picapinha com motor 1.6 de 115 cv usando o novo emblema.

Em 1983 o pequeno Fiero espantou os fãs da Pontiac, habituados aos enormes carros e poderosos V8.

O estranhamento devia-se ao nome espanhol, ao porte mirrado e aos motores centrais tímidos: havia o 2.5 de 92 cv e o V6 2.8 de 140 cv. Durou só cinco anos.

 (Acervo/Quatro Rodas)

A Aston Martin remete a luxo e esportividade, porém em 2011 fugiu à regra com o Cygnet, uma variação do Toyota iQ que ela vendeu só para ganhar pontos com os baixos índices de emissão.

O preço alto (R$ 153.000) e o motor pífio (1.3 de 87 cv) sumiram em 2013.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Primeira Ferrari a não ter motor V12, a Dino surgiu em 1968, batizada com o apelido do filho de Enzo, Alfredino.

Até 1976, era vendida nas versões V6 ou V8, mas nunca foi considerada uma Ferrari legítima, por isso não tinha o emblema do cavalinho rampante.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Revelado no Salão de Paris de 2004, o show-car Peugeot 907 em nada lembra os carros da marca.

Homenagem aos 40 anos do fim do centro de design em La Garenne e abertura do novo em Vélizy, tinha um V12 6.0 de 500 cv: ia de 0 a 100 km/h em 3,7 s e atingia 360 km/h.

 (Acervo/Quatro Rodas)

Por anos, a Cadillac era célebre por carrões e motores de até 16 cilindros, o que mudou no início de 1980 com a crise do petróleo.

Veio então o compacto (e fracassado) Cimarron, apenas um Monza que usava o logotipo da divisão de luxo da GM e um V6, no máximo.

 (Acervo/Quatro Rodas)

A Volkswagen sempre esteve ligada a populares como o Fusca. Para elevar sua imagem, ela lançou em 2002 o Phaeton, que brigava com os mais caros sedãs da Mercedes, Audi e BMW.

Mas nem o luxo e o motor W12 adiantaram. Afinal, por que pagar uma fortuna por um mero VW?

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 NOV

Governo da França pede substituição temporária de Ghosn no comando da Renault

O governo da França pediu nesta terça-feira (20) por uma liderança interina na Renault, depois que o presidente da empresa, o brasileiro Carlos Ghosn, foi preso no Japão ontem. Além de presidente da Renault, ele também preside a Aliança Nissan-Renault, e também é presidente do conselho consultivo na Nissan. Ele foi acusado de fraude fiscal ao ter omitido ganhos das autoridades japonesas enquanto era presidente da Nissan, cargo que ocupou até o final do ano passado. O... Leia mais
19 NOV

Ações da Renault e da Nissan caem forte após prisão do brasileiro Carlos Ghosn

A ação da Renault fechou a sessão desta segunda-feira (19) em queda de 8,43%, repercutindo a prisão de seu presidente executivo, Carlos Ghosn, acusado de fraude pela justiça do Japão. Já o papel da Nissan recuou 6,42% na bolsa de Frankfurt. Ghosn também é presidente do conselho da Nissan, além de estar à frente da aliança entre a Renault, Nissan e Mitsubishi (esta última comprada pela Nissan em 2016). A prisão levantou dúvidas entre investidores sobre o futuro da... Leia mais
19 NOV

Rival do Jeep Compass, VW Tharu estreia na China confirmado para o Brasil

SUV será posicionado entre o T-Cross e o Tiguan no Brasil (Divulgação/Volkswagen)A Volkswagen tem duas boas novidades no Salão de Guangzhou. Enquanto a joint-venture FAW-Volkswagen revelou o Tayron, uma versão do europeu T-Roc adaptada ao gosto chinês, a SAIC-VW lança o Tharu, SUV médio que será fabricado na Argentina – onde se chamará Tarek.O Volkswagen Tharu será responsável por substituir a primeira geração do Tiguan, que seguia à venda mesmo após o lançamento da nova.... Leia mais
19 NOV

Preparadora japonesa deixa Suzuki Jimny com “cara” de Classe G e Defender

Kit de preparação vai deixar o novo Jimny com “cara” de Classe G (Damd Inc/Divulgação)A preparadora japonesa Damd Inc vai lançar, em 2019, dois kits de estilo para a nova geração do Suzuki Jimny, apresentado no Brasil durante o Salão do Automóvel como Jimny Sierra.O primeiro transforma o jipinho japonês em um “mini Classe G”, da Mercedes-Benz – sem o poderoso motor V8 do G63, claro.Traseira também recebe alterações como novo para-choque e capa do estepe (Damd... Leia mais
19 NOV

Clássicos: Chevrolet Opala, 50 anos do orgulho nacional

O cupê hardtop foi a maior novidade do modelo 1972 (Christian Castanho/Quatro Rodas)Baseado no alemão Opel Rekord, o Opala foi o primeiro Chevrolet brasileiro. Com motores de quatro e seis cilindros e duas versões de acabamento, ele conquistou a vice-liderança do mercado meses após sua apresentação, em 19 de novembro de 1968, há exatamente 50 anos.Resistiu bem ao avanço da concorrência, até que a GM preparou a grande ofensiva na linha 1971: a versão Gran Luxo.O mais requintado dos... Leia mais
19 NOV

Carlos Ghosn é preso no Japão por sonegação e será demitido da Nissan

Carlos Ghosn (Divulgação/Nissan)O brasileiro Carlos Ghosn, 64, presidente do conselho administrativo da Nissan, foi preso nesta segunda-feira (19) no Japão sob a acusação de não reportar sua remuneração integral e de fazer uso pessoal dos ativos da empresa.Segundo a mídia local, o executivo deixou de reportar rendimentos de cerca de US$ 44 milhões (5 bilhões de ienes) nos últimos cinco anos, além de violar outras leis ficais do país.A Nissan confirmou que realiza uma... Leia mais