Novidades

21 OUT

Contran reduz tempo de suspensão da CNH em alguns casos

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) reduziu o tempo de suspensão do direito de dirigir em alguns casos em que envolvem as chamadas multas agravadas, cujo valor é multiplicado. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (20).

Há duas situações em que o motorista perde temporariamente o direito de dirigir:
- quando soma 20 pontos na carteira no período de 12 meses;
- quando comete infração em que esta penalidade está prevista (somando ou não 20 pontos).

O tempo em que a pessoa fica impedida de guiar varia de 1 mês a 2 anos, conforme a gravidade da infração e se houver reincidência. Em casos de crime de trânsito, como causar acidente ao dirigir embriagado ou ao disputar racha, ela pode chegar a 5 anos.

O Contran decidiu reduzir o prazo máximo para quem comete infrações gravíssimas para as quais sejam previstas multas agravadas, cujo valor (R$ 191,54) é multiplicado por 3, 5 ou 10 vezes. O G1 não conseguiu contato com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para explicar a medida.

Quais prazos mudaram
Para delitos cuja multa prevista é multiplicada por 3, como dirigir sem CNH, o prazo máximo da suspensão passa de 2 a 7 meses para, no máximo, 6 meses.

O mesmo ocorre com quem comete infrações para as quais sejam previstas multas com fator multiplicador de 5 vezes, como as de ultrapassagem proibida. O prazo de suspensão, que era de 4 a 12 meses, passa a ser de 4 a 10 meses.

Também foi criada uma categoria que engloba multas com fator multiplicador de 10 vezes, como disputar racha e dirigir alcoolizado. Nesses casos, o tempo de suspensão do direito de dirigir será de 8 a 12 meses.

Nada muda para casos que não envolvem multas agravadas (multiplicadas), cujo tempo de suspensão segue sendo de 1 a 3 meses.

Reincidência
Também houve alteração em casos em que o motorista teve a CNH suspensa pela segunda vez em 1 ano.

Para uma infração cujo valor da multa deverá ser multiplicado por 5, o tempo máximo de suspensão do direito de dirigir do reincidente foi reduzido de 12 a 24 meses para 10 a 20 meses.

E também foi criada a categoria que engloba reincidência para multas com fator multiplicador de 10 vezes: o prazo de suspensão será de 12 a 24 meses.

Suspensão direta
Algumas infrações consideradas muito graves preveem a suspensão imediata do direito de dirigir mesmo que o motorista não atinja a soma de 20 pontos na carteira.

Entre elas estão:
- dirigir sob influência de álcool ou entorpecente;
- disputar racha;
- não prestar socorro a vítima de acidente;
- rodar acima de 50% da velocidade máxima permitida na via;
- andar de moto sem capacete;
- furar bloqueio policial

Retomada da CNH
Quando ocorrer a suspensão do direito de dirigir, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será devolvida a seu titular após cumprida a penalidade e com aprovação no curso de reciclagem.

Fonte: G1

Mais Novidades

05 MAR

Preços do Renault Kwid sobem e passam dos R$ 30 mil

Versão de entrada do Kwid fez voto de pobreza, mas garante quatro airbags (Divulgação/Renault) Menos de quatro meses após o primeiro aumento, a Renault reajustou novamente os preços do Kwid. A diferença, agora, é que o preço da versão inicial Life também aumentou, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos R$ 30 mil. O aumento médio dos preços foi de R$ 500, mas o maior reajuste foi justamente para a versão Life, que não teve adição de... Leia mais
02 MAR

Arredondar valor do reabastecimento agora é proibido em SP

A tributação mais que dobrou para alguns combustíveis, como a gasolina (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Desde 13 de janeiro está proibido, em todo o Estado de São Paulo, abastecer o carro além do limite da bomba – também conhecido como “clique”. A limitação foi imposta pela lei 16.656/18, do deputado estadual Marcos Martins (PT). De acordo com o texto legal, os postos de combustível só estão autorizados a seguir com o abastecimento... Leia mais
02 MAR

Mercado em fevereiro: novo Polo é o VW mais vendido do Brasil

Em 4° lugar no ranking, o Polo é o veículo mais vendido da VW no Brasil (Christian Castanho/Quatro Rodas) O mês de fevereiro foi recheado de sobe e desce no mercado automotivo. Os principais lançamentos do último ano vão se mantendo entre os mais vendidos, enquanto alguns veteranos despencam na tabela. Destaque no mês de janeiro, o VW Polo segue bem no mercado. Com 4.942 unidades emplacadas, o hatch continua como o veículo mais vendido da marca no... Leia mais
02 MAR

Guia de usados: Hyundai Tucson – primeira geração

O SUV só passou a ser produzido no Brasil em 2010  (Marco de Bari/Quatro Rodas) O Tucson é um dos poucos carros que foram abordados duas vezes nesta seção. Nada mais natural, considerando seu brutal sucesso. Apresentado em 2005, cativou clientes que até hoje não abrem mão de sua robustez, praticidade e facilidade de manutenção. Nacionalizado em 2010, perdeu a opção do motor V6 e da tração 4×4 na linha 2011, para não brigar com o ix35 – o... Leia mais
02 MAR
Mercedes Classe X já roda em testes (e sem disfarce) no Brasil

Mercedes Classe X já roda em testes (e sem disfarce) no Brasil

Picape já está no Brasil, mas não em sua versão mais completa (Flavio Barbosa Menezes/Quatro Rodas) Considerada a primeira picape média de luxo do mundo, a Mercedes Classe X já roda em testes no Brasil. Quem prova isso é o leitor Flavio Barbosa Menezes, que clicou o modelo circulando por São Paulo... Leia mais
02 MAR

Novo Polo recebe o primeiro aumento e fica até R$ 2.570 mais caro

Polo recebe o primeiro acréscimo desde o lançamento; apenas a versão de entrada continua igual  (Christian Castanho/Quatro Rodas) Não demorou para a Volkswagen aumentar os preços do novo Polo. Após quatro meses de mercado, o hatch recebe o primeiro acréscimo, variando entre R$ 1.100 e R$ 2.570. E foi a topo de linha Highline 200 TSI, com motor turbo 1.0 de 128 cv, que recebeu o maior aumento: o preço saltou de R$ 69.190 para R$ 71.760. A opção de... Leia mais