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10 SET
Mercedes projeta futuro com sedã elétrico na Europa e com SUVs no Brasil

Mercedes projeta futuro com sedã elétrico na Europa e com SUVs no Brasil

Mercedes-Benz Vision EQS Concept (Divulgação/Mercedes-Benz)

Se depender da Mercedes, os carros de luxo do futuro serão como o Vision EQS.

O conceito, apresentado no Salão de Frankfurt 2019, antecipa o futuro sedã topo de linha da família de carros 100% elétricos da marca, que já bem representada pelo SUV EQC e pelo furgão EQV.

Sedã elétrico tem traços futuristas que chegam a confundir espectador: o que é vidro e o que é carroceria? (Divulgação/Mercedes-Benz)

A despeito do design um tanto futurístico, com conjuntos ópticos holográficos escondidos por trás da carroceria – com um número ilimitado de variações de iluminação – e telas integradas às peças do painel, o Mercedes EQS tem mecânica definida.

Seu motor elétrico gera 476 cv e seria capaz de levar o sedã aos 100 km/h em 4,5 s. Já a enorme bateria de 100 kWh garante autonomia superior a 700 km. Para muita gente, uma carga poderia durar mais de um mês.

Apesar de grandalhão, sedã leva apenas quatro passageiros a bordo em versão conceitual (Divulgação/Mercedes-Benz)

A Mercedes-Benz do Brasil ainda aproveitou o Salão de Frankfurt para antecipar a data dos seus próximos lançamentos no Brasil.

No último trimestre deste ano desembarcam as novas gerações do GLE e do GLC, este nas carrocerias SUV e cupê.

Novo Mercedes-Benz GLE (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

O novo GLE tem entre-eixos 8 cm maior, chegando a 2,99 m – o mesmo que o de uma Fiat Toro -, o que garante mais espaço na segunda fileira. O fabricante fala em 7 cm extras para as pernas e 3,3 cm para a cabeça.

QUATRO RODAS já pôde dirigir o novo GLE 450 nos Estados Unidos. Nesta configuração mecânica, tem motor de seis cilindros em linha 3.0 a gasolina com 367 cv de potência e 51 mkgf de torque.

Além disso, há o sistema elétrico EQ Boost, que libera mais 22 cv e 25,5 mkgf extras por alguns segundos – para isso, o motor de arranque com 48V entra em ação.

Novo Mercedes-Benz GLC (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

O novo GLC, por sua vez, teve atualização visual recentemente na Europa.

Com lançamento marcado para novembro, o modelo recebe novos faróis, grade e para-choques, mas a principal novidade está na central multimídia MBUX, com inteligência artificial, já presente na família Classe A.

Agora o GLC 200 tem motor 2.0 turbo combinado a um sistema elétrico de 14 cv e 15 mkgf de torque, resultando em potência combinada de 197 cv.

Mercedes-Benz GLB (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Outra confirmação foi do Mercedes GLB, SUV compacto com até sete lugares baseado na plataforma dos novos Classe A e B. Ele será fabricado no México e chegará ao Brasil no início do segundo semestre de 2020.

Painel do nodo GLB (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Por aqui, são grandes as chances de a marca manter o 2.0 turbo de quatro cilindros de 224 cv usado no novo Classe A 250. Espere itens como chave presencial, auxiliar de estacionamento, bancos de couro e teto solar panorâmico, além, claro, da central MBUX.

SUV tem espaço para até sete passageiros (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Acima dele estará o GLB 35 AMG, o primeiro AMG com opção de sete lugares, que tem motor 2.0 turbo de 306 cv e 40,8 mkgf de torque.

Com câmbio AMG Speedshift de dupla embreagem e oito marchas, vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos, de acordo com a Mercedes.

Versão AMG do GLB propõe que se leve sete o mais rápido possível (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Antes dele, outros AMG serão lançados no Brasil. As novas gerações dos A 45 S e CLA 45 S desembarcam em março de 2020. A principal credencial deles é o poderoso motor 2.0 de 421 cv e 51 mkgf. Com ele, o A 45 S bate nos 100 km/h em 4,9 s.

O que a Mercedes ainda não fala é quando lançará as versões híbridas do tipo plug-in (que podem ser recarregadis em tomadas) de seus principais modelos, que estreiam em breve no mercado europeu.

Por ora, a iniciativa da marca com relação a eletrificação no Brasil se resume a híbridos parciais e algumas ativações com o EQC, o que de certa forma nos dá alguma esperança.

Fonte: Quatro Rodas

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