Novidades

26 AGO
Guia de Usados: Audi Q3 é opção de SUV premium a preço de Honda HR-V

Guia de Usados: Audi Q3 é opção de SUV premium a preço de Honda HR-V

Versão nacional estreou em 2017, mas acabou de sair de linha (Leo Sposito/Quatro Rodas)

O sucesso do Audi Q3 é um dos responsáveis pela popularidade atual dos SUVs: o líder do segmento fez a lição de casa ao combinar luxo, desempenho e  boa capacidade para percorrer caminhos difíceis.

A maioria dos Q3 tem o motor 2.0 TFSI de 170 cv (180 a partir da linha 2016) na versão Ambiente, que traz de série o desejado teto solar panorâmico Open Sky, de acionamento elétrico.

O câmbio S Tronic de dupla embreagem e sete marchas faz um belo conjunto com a tração integral Quattro, levando-o de 0 a 100 km/h em 7,8 s.

Quem não faz questão do teto solar deve ver a versão Attraction: apesar de mais simples, traz bancos de couro sintético, ar  digital, volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha, computador de bordo, freio de estacionamento elétrico e pneus 235/55 montados em rodas de liga leve de 17 polegadas.

Mais rápida é a top, Ambition, com 211 cv (220 cv a partir de 2016), que acelera de 0 a 100 km/h em 7 s sem abrir mão do bom consumo de 9 km/l na cidade e 13,8 na estrada.

Entre os destaques, há acabamento interno de alumínio, bancos com ajuste elétrico e rodas de liga aro 18 e pneus 235/50.

Todo 2.0 TFSI Quattro tem o Drive Select, com modos de condução específicos para conforto, esportividade ou economia. Agradam pelo elevado padrão do acabamento interno, com materiais de primeira linha e notável qualidade de construção.

A versão Ambiente volta a brilhar na preferência do público que escolheu o 1.4 TFSI de 150 cv, principal novidade do modelo 2016.

Herdado do Golf, o motor alavancou a popularidade do Q3 e veio com o retoque na grade, faróis de xenônio e tração só dianteira através do câmbio S Tronic de seis marchas.

O Q3 manteve a agilidade mesmo com o motor menor: de 0 a 100 km/h em 9,5 s e mantém o bom consumo de 10,7 km/l na cidade e 13,1 km/l na estrada.

Para orçamentos curtos, opte pela Attraction: perde o ar bizona, teto solar, retrovisor fotocrômico, faróis bixenônio, som com dez alto-falantes e rodas aro 18.

O 1.4 TFSI tornou-se flex  no início de 2017: o Q3 nacional manteve visual e potência, mas ganhou a versão mais cara, Ambition, com os detalhes internos de alumínio e o som Bose.

Apesar dos 4,39 m de comprimento, o porta-malas tem razoáveis 460 litros (Leo Sposito/Quatro Rodas)

Independentemente da versão, o Q3 sempre se destaca pelo espaço adequado para quatro adultos, que viajam com os joelhos alinhados aos quadris.

O porta-malas de 460 litros é mais que suficiente para um SUV que nunca teve a pretensão de ser um veículo familiar. Seu custo de manutenção está na média do segmento, mas vale tomar cuidado extra com as unidades que receberam blindagem.

 (Leo Sposito/Quatro Rodas)

Câmbio S Tronic: No Audi Q3 1.4 TFSI, os discos de embreagem devem ser trocados por desgaste natural das peças, indicado por ruídos anormais de funcionamento. Já nos motores 2.0 TFSI, que utilizam a caixa banhada a óleo, o lubrificante deve ser substituído a cada 60.000 km.

Cabeçote: A injeção direta dos motores Audi/VW é notória pela carbonização nas válvulas de admissão, resultante da recirculação de gases da queima de gasolina com alto teor de enxofre. Também demanda cuidados com o tensionador da corrente de acionamento dos comandos, para evitar choques entre válvulas e pistões.

Direção: Folga excessiva nos mancais da caixa de direção são a origem de ruídos indesejados no sistema. Para solucionar o problema, basta reapertar os parafusos de fixação, mas em casos extremos vale a pena orçar a troca completa da caixa.

Adulteração na ECU: Os motores 1.4 TFSI e 2.0 TFSI são bem conhecidos dos preparadores, que fazem o remapeamento da central eletrônica e a elevação da pressão do turbo, o que aumenta torque e potência, mas compromete a vida do motor.

Recall: Houve apenas um, relacionado ao acionamento das luzes de freio pela alavanca do freio de estacionamento. Envolve os modelos 2016 e 2017 fabricados entre março de 2015 e dezembro de 2016.

O que eu adoro: “Um automóvel adequado a qualquer situação. Na estrada, é rápido e veloz, com consumo reduzido frente ao desempenho. A elevada altura do solo também faz dele uma das melhores opções para a cidade.”

O que eu odeio: “O sistema de injeção direta exige manutenção frequente para evitar a temida carbonização das válvulas. Os valores cobrados na rede autorizada são bem acima da qualidade dos serviços prestados.”

Fevereiro de 2012 (Acervo/Quatro Rodas)

Fevereiro de 2012 “O sistema de tração Quattro permite que o Q3 contorne curvas como um esportivo compacto. Aliás, a dupla embreagem, as borboletas para trocas de marcha atrás do volante e o controle de largada são características comuns a bólidos do asfalto, não a aventureiros da lama.”

Range Rover Evoque (Divulgação/Land Rover)

Range Rover Evoque: É a referência no segmento: linhas agressivas e muito luxo sem abrir mão da competência no fora de estrada. É impulsionado por um 2.0 turbo de 240 cv e 34,7 mkgf ou (a partir da linha 2015) pelo 2.2 turbodiesel de 190 cv e 42,8 mkgf. Mas as duas versões têm peças de reposição caras e exigem mão de obra especializada.

*Valores reais calculados pela KBB Brasil para a compra pelo particular

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

15 OUT

Fiat Argo encarece e retoma versões 3 meses depois da virada de linha

Apenas 3 meses depois de lançar a linha 2019 do Argo, a Fiat reajustou novamente os preços do hatch. As versões ficaram, em média, R$ 1,5 mil mais caras. Além disso, está de volta a configuração Precision, com motor 1.8 de 139 cavalos e câmbio manual de 5 marchas ou automático de 6 marchas. Veja os novos preços do Argo 2019: Argo 1.0: R$ 46.490 (era R$ 44.990 na virada, em julho)Argo Drive 1.0: R$ 49.490 (era R$ 47.990)Argo Drive 1.3: R$ 55.090 (era R$ 53.990)Argo Drive... Leia mais
15 OUT

BMW X2 ganha versão 1.5 três cilindros flex por R$ 191.950

Versão topo de linha (foto) é R$ 55.000 mais cara (Christian Castanho/Quatro Rodas)O BMW X2 já está à venda com motor flex no Brasil: é (quase) o mesmo três cilindros 1.5 pelos Mini Cooper e Countryman, porém, com capacidade de receber etanol no tanque.A novidade chegou às lojas por R$ 191.950. Esse é exatamente o mesmo valor cobrado pelo X1 na versão de entrada sDrive20i GP – e propulsor 2.0 turbo com 192 cv de potência.O SUV tem três configurações e dois motores... Leia mais
15 OUT

BMW i3: os desafios de viajar com um carro elétrico no Brasil

Recargas podem levar de 40 minutos a três horas (Christian Castanho/Quatro Rodas)Na primeira reportagem escrita para a revista QUATRO RODAS, os jornalistas Roberto Civita e Mino Carta mapearam os pontos de parada na rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. O texto da edição número 1 contabilizava 86 postos de combustível.Agora, 58 anos depois, surgem os seis primeiros pontos de recarga para carros elétricos. Iniciativa da BMW, dos postos Ipiranga e da empresa de... Leia mais
15 OUT

Mitsubishi vai mostrar nova geração da L200 no início de novembro

A Mitsubishi vai celebrar os 40 anos da picape L200 com novidades. A marca japonesa confirmou nesta segunda-feira (15) que vai mostrar no dia 9 de novembro a sexta geração do modelo. Por enquanto, a única imagem divulgada pela Mitsubishi é a dianteira do modelo encoberta por um rastro de poeira. É possível perceber novo desenho de faróis e grade. O foco das maiores mudanças, o para-choque, no entanto, ficou ofuscado. Veja como anda o Mitsubishi Eclipse Cross A dianteira... Leia mais
15 OUT

BMW firma parceria para reciclagem de baterias de veículos elétricos

A BMW criou uma empresa de reciclagem de baterias de veículos com a empresa belga de reciclagem e materiais Umicore e a Northvolt, que está construindo uma fábrica desses equipamentos na Suécia. Leia mais sobre carros elétricos O empreendimento tem como objetivo projetar e comercializar um "ciclo de vida fechado" para dar às baterias automotivas uma segunda vida como produtos de armazenamento antes de se reciclar as matérias-primas, disseram as empresas. A montadora alemã... Leia mais
15 OUT

Crescimento de vendas e produção de veículos deve desacelerar em 2019, prevê Anfavea

A indústria de veículos do Brasil deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas e produção em 2019, previu nesta segunda-feira (15) o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo Antonio Megale, o crescimento das vendas internas em 2019 deverá ser "de dois dígitos baixos, um pouco abaixo deste ano". A Anfavea espera para 2018 crescimento de 13,7% nas vendas internas, para 2,546 milhões de veículos, após alta de 9% em... Leia mais