Novidades

20 AGO
Teste de produto: dá para tirar o mau cheiro usando o próprio ar do carro?

Teste de produto: dá para tirar o mau cheiro usando o próprio ar do carro?

É ligar na tomada 110/220V, fechar o carro e deixar funcionar por 30 minutos (Paulo Bau/Quatro Rodas)

Que tal acabar em minutos com qualquer odor e ainda eliminar microrganismos no interior do veículo, como bactérias, vírus e fungos, responsáveis por causar doenças respiratórias?

Assim é anunciado o gerador de ozônio OZplus 70 W, fabricado pela Wier.

Desenvolvido com tecnologia nacional, o aparelho usa o processo de oxi-sanitização: capta o oxigênio (O2) e o transfere à placa de plasma frio para convertê-lo em ozônio (O3), gás com características bactericidas.

Ele parece um estabilizador de voltagem (22 cm de comprimento x 17 cm de largura x 26 cm de altura), pesa 3 kg e funciona em qualquer tomada doméstica (110 ou 220 V).

O seu funcionamento também é simples apesar da aparência meio antiquada: coloque-o no piso do carro, ligue-o e deixe que ele faça a parte dele.

Segundo Bruno Mena Cadorin, diretor da Wier, o ideal é deixá-lo dentro do veículo fechado programado para 30 minutos. Após isso, o desligamento é automático.

“No caso de sujeiras líquidas e/ou sólidas, deve-se fazer uma limpeza prévia e só depois utilizar o gerador de ozônio.”

Gerador de ozônio Wier OZplus 70 W – nota 9 (Paulo Bau/Quatro Rodas)

Para o teste, encomendamos uma avaliação à microbiologista Maria José Silveira, diretora do Laboratório Controlbio.

Três Ford Ka 2018 passaram pelo mesmo procedimento: foi coletado material das superfícies internas antes e depois de passarem pelo tratamento de ozônio de 30 minutos.

Mais tarde, as amostras ficaram incubadas em laboratório por três dias para bactérias e cinco para fungos.

E não é que ele funcionou bem?

“Nos três carros, que antes da oxi-sanitização, apresentavam média de 163 UFC/m³ (Unidade Formadora de Colônia por metro cúbico) de bactérias e 200 UFC/m³ de fungos, houve redução de até 92,59% e 82,05%, respectivamente”, relata Maria José.

Mena diz que o resultado seria ainda melhor se fosse feita antes a limpeza interna e a troca do filtro de ar da cabine. Além do carro, o OZplus pode ser usado em casa ou no escritório, mas não sai barato: R$ 2.890.

Como uma higienização profissional custa cerca de R$ 250, faça as contas para ver se vale a pena no seu caso.

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

02 JAN
Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Célia: passageiros perguntam sobre o cheiro estranho (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Quem tem ar-condicionado pode se dar ao luxo de deixar o mau cheiro do lado de fora do carro. Pena que a regra não esteja valendo para alguns donos de Jeep Compass, que enfrentam o constante odor de mofo mesmo em veículos novos. Proprietário de um Longitude 2016, o advogado Eduardo Donato, de Campina Grande (PB), percebia que algo não estava bem já... Leia mais
02 JAN
Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

– (Paulo Bitu/Quatro Rodas) Esta época do ano é propícia para viajar. E, para quem tem animal de estimação, fica a dúvida de como transportá-lo. Já pensou nas cadeirinhas dobráveis? Práticas e leves, elas quase não ocupam espaço quando estão fora de uso. No nosso teste, comparamos três marcas para cães de pequeno e médio portes. “Para a segurança de todos e até evitar multas, é recomendável levar o pet em cadeiras... Leia mais
02 JAN
Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Futuro Creta terá elementos do Intrado, carro-conceito de 2014 (Divulgação/Hyundai) As vendas do Creta seguem a pleno vapor e, para que continuem assim, a Hyundai já trabalha na segunda geração do SUV compacto. Mas já? Pensando bem, nem é tão cedo assim. É bom lembrar que o Creta – vendido em outros mercados como ix25 – foi lançado na Índia em 2014. Isso explica por que a Hyundai do Brasil, antes do lançamento aqui, negava... Leia mais
02 JAN
Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Fiat Weekend: após 20 anos de mercado deixará de ser produzida (Divulgação/Fiat) Arara-azul, onça-pintada e mico-leão-dourado são exemplos de animais em extinção no Brasil. Já na fauna automotiva, algumas espécies também correm o risco de sumir (ou até já sumiram) do mapa. E não estamos falando apenas de números de vendas, mas de modelos à disposição do consumidor. Dizimadas pelos SUVs, é cada vez mais raro avistar peruas... Leia mais
29 DEZ
Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Reparo de caixa automática: só com mão de obra especializada (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Até os anos 90, câmbio automático era mais rotulado que uísque comprado no Paraguai. “É caro de manter” e “Dá muito problema” eram as frases que faziam as pessoas abrirem mão desse conforto. Mas ainda bem que o tempo passou. Hoje já tem carro compacto com mix de vendas equilibrado entre a versão automática e a manual. Você... Leia mais
29 DEZ
Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

– (Marco de Bari/Quatro Rodas) Era o auge da euforia da abertura do mercado aos importados quando surgiu o Kadett GSi, no fim de 1991, acrescentando uma importante vogal ao nome da versão GS, lançada em 1989. O fim da era do carburador, que abriu espaço para a injeção eletrônica no país, ofereceu um presente a mais para o consumidor brasileiro, o GSi conversível. O carro nasceu com um único concorrente nacional na mesma versão, o... Leia mais