Novidades

30 JUL

Autodefesa: freios do VW Up! trepidam e demandam troca prematura

São comuns casos de4 discos do Up! que empenaram duas ou três vezes seguidas (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Todo motorista sabe que os freios são um componente que se desgasta com o uso e, portanto, é normal que a quilometragem de troca varie em função das condições de uso.

Mas quando é preciso substituir os discos após 5.000 km, sabe-se que há algo muito estranho aí.

Foi o que percebeu o paulista Douglas Dusse, dono de um VW Up! TSI 2016.

“Os freios começaram a trepidar logo após a compra. Aproveitei a revisão dos 5.000 km para relatar o problema e a autorizada recomendou trocar os discos. Depois de outros 5.000 km, as vibrações voltaram.”

Relatos como o de Douglas têm surgido em fóruns e grupos de WhatsApp com donos do hatch. Engenheiro de São Bernardo do Campo (SP), Rafael Ferreira diz que os discos do seu Up! TSI 2017 empenaram pela primeira vez aos 6.000 km.

“Depois, eu troquei os discos por mais três vezes, incluindo pastilhas, mas nunca resolveu. Após vários problemas com a concessionária, que alegava ser característica do projeto, decidi vender o carro”, relembra Rafael.

Por causa da falta de solução nas autorizadas, muitos buscam oficinas especializadas em freios, como fez Matheus Tuna Guedes, do Rio de Janeiro (RJ).

“Os discos sempre empenavam. Então, decidi levar a um mecânico de São Paulo. Logo que relatei o problema, ele substituiu os discos e fez um ajuste nas lonas, utilizadas nos freios traseiros, e no cabo do freio de mão, que estava desregulado. Nunca mais a trepidação voltou”, afirma o dono de um Up! Speed 2017.

Diego Peixoto, dono da loja Peixoto Freios, de São Bernardo, já atendeu a mais de dez casos e explica que a falha ocorre principalmente porque as concessionárias apenas trocam os discos, o que resolve por alguns quilômetros.

“Além disso, eles estrangulam o cabo do freio de estacionamento. É preciso ser criterioso ao fazer um ajuste fino na regulagem desses freios.”

Consultada, a Volkswagen do Brasil diz que recebeu reclamações em algumas unidades do Up! envolvendo ruído ou vibração no freio, mas que as ocorrências não representam riscos no uso do veículo e que todos os proprietários que procuraram a rede autorizada foram atendidos.

“Mesmo com tantos problemas, a concessionária sempre justificou a trepidação como sendo característica de projeto do carro. Para empenar os discos novamente, bastava passar em uma poça de água logo após trocar as peças.” Rafael Ferreira Soares, São Paulo (SP), dono de um Up! TSI 2016

“Para não conceder a garantia, sempre alegaram se tratar de uma peça de desgaste natural.” Rogério Lemos Martes, São Paulo (SP), dono de um Up! TSI 2015

“O problema ocorre porque as concessionárias apenas trocam os discos e não ajustam o freio de forma correta.” Diego Peixoto, proprietário da Peixoto Freios, São Bernardo do Campo (SP)

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

27 JUN

Montadoras alertam Trump para alta de US$ 5,8 mil em custo por veículo com imposição de tarifas nos EUA

Montadoras de automóveis declaram nesta terça-feira (27) que uma ameaça dos Estados Unidos de impor uma tarifa de até 25% sobre veículos importados custaria aos consumidores norte-americanos US$ 45 bilhões de dólares por ano, ou US$ 5,8 mil por veículo. Guerra comercial: entenda a piora da tensão entre EUA e outras potências A Aliança de Fabricantes de Automóveis, um grupo que representa General Motors, Toyota Motor, Volkswagen e outras grandes montadoras, vai apresentar... Leia mais
27 JUN

Atualizado, Audi A4 tem logotipo da marca até na porta

Os faróis, que podem ser de LEDs, não foram modificados (Divulgação/Audi)É praxe na indústria que as tradicionais reestilizações de meia-vida não vão além de algumas mudanças discretas na dianteira, traseira e, por vezes, o interior. Mas as alterações dos novos A4 e A4 Avant foram tão discretas que fizemos uma montagem para ser mais fácil de identificar as novidades.Tanto o para-choque traseiro quanto o dianteiro foram reformulados, mas as mudanças foram pontuais,... Leia mais
27 JUN

Ducati lança edição de 25 anos de aniversário da Monster 1200

Para comemorar os 25 anos de sua linha Monster, a Ducati revelou uma edição especial da Monster 1200. A versão comemorativa é limitada a 500 unidades e possui grafismo especial, grafismo exclusivo e elementos de fibra de carbono. A primeira Monster surgiu em 1993 durante o Salão de Colônia e, atualmente, a linha tem os modelos 821, 1200 e 796, a opção de entrada que acaba de chegar ao Brasil. Durante os 25 anos de existência, 325 mil unidades da motocicleta foram vendidas ao... Leia mais
27 JUN

Audi anuncia recall dos modelos A4 e A5 no Brasil por risco de incêndio

A Audi anunciou nesta quarta-feira (27) uma campanha de recall para os modelos A4 Avant e Sedan, ano 2013 e 2014, e A5 Cabriolet e Sportback, ano 2012 a 2014, por causa de um defeito que pode gerar incêndio no compartimento do motor. Chassis envolvidos A4 Avant (2013 e 2014) - WAU_8K_DA096037 a WAU_8K_EA103214A4 Sedan (2013 e 2014) - WAU_8K_DA019141 a WAU_8K_EA159858A5 Cabriolet (2012 a 2014) - WAU_8F_CN013184 a WAU_8F_EN000483A5 Sportback (2012 a 2014) - WAU_8T_CA047289 a... Leia mais
27 JUN

Por que compressor do ar-condicionado elétrico é pouco usado?

No Leaf, o compressor do ar-condicionado é elétrico (Divulgação/Nissan)Por que os carros convencionais não utilizam o compressor do ar-condicionado elétrico, como no novo Nissan Leaf? Eles não trariam vantagens no consumo e na potência? – Edson Awaji, São Paulo (SP)Porque seria caro. Os compressores elétricos, de fato, são mais eficientes e ainda funcionam mesmo com o motor desligado, o que é especialmente útil em modelos com start-stop.Mas eles pedem o uso de baterias e fios de... Leia mais
27 JUN

Bateria de carro da Tesla pegou fogo duas vezes após acidente fatal nos EUA

A bateria de um Model S, da Tesla, que se envolveu em um acidente fatal em 8 de maio na Flórida, Estados Unidos, pegou fogo mais duas vezes depois que bombeiros apagaram as chamas do veículo elétrico, afirmou em relatório preliminar sobre o incidente o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla em inglês). O documento afirma que o veículo estava viajando a quase 190 km/h segundos antes de colidir com um poste de iluminação. O Corpo de Bombeiros de Fort... Leia mais