Novidades

02 JUL

Lime, empresa de patinetes que recebeu investimento do Uber, chega ao Brasil

O mercado de patinetes no Brasil se acirra um pouco mais a partir desta terça-feira (2). A americana Lime, uma das principais empresas a operar o negócio de patinetes compartilhados nos Estados Unidos e na Europa, anunciou sua chegada ao país.

Disponíveis a partir desta terça-feira em São Paulo, os patinetes estarão nas regiões de Pinheiros, Vila Olímpia, Brooklin e Vila Nova Conceição. De acordo com a Lime, "muito mais regiões estão por vir".

No Rio de Janeiro, o serviço começará a funcionar a partir da próxima quinta-feira (4) em praias da zona sul, no trecho Leme-Gávea, além de Leblon, Copacabana e Ipanema.

A área de cobertura na capital carioca ainda não está disponível. Veja onde funciona em São Paulo:

Para utilizar os patinetes, serão cobrados R$ 3 iniciais na abertura da viagem e, posteriormente, mais R$ 0,50 por minuto.

A Lime estabeleceu parcerias com varejistas locais que permitem o estacionamento dos equipamentos em algumas de suas unidades.

Os equipamentos têm farol, luz de freio e aviso sonoro de travamento e destravamento, além de serem conectados ao Google Maps, que gera informações como valores e tempo de percurso.

Educação para usuários

A Lime anunciou também o "First Ride Academy", um programa de treinamentos para usuários que serão realizados aos finais de semana. As aulas darão dicas de como dirigir os patinetes de forma segura e responsável.

De acordo com a empresa, além do programa, ações serão realizadas nas ruas para conscientização e educação de usuários sobre a convivência com harmônica entre patinetes, pedestres e carros.

Quem é?

Apesar de ser um nome novo por aqui, a Lime anunciou parceria com uma empresa bem conhecida dos brasileiros, o Uber, que divulgou na última segunda o compartilhamento de patinetes e bicicletas elétricas em duas cidades dos EUA (San Diego e Atlanta).

No Brasil, os patinetes serão disponibilizados por um aplicativo próprio da Lime - enquanto, nos Estados Unidos, eles compartilham espaço no app do Uber.

“Estamos aqui para repensar o uso de carros e permitir que as pessoas escolham o veículo mais apropriado para sua mobilidade”, disse Joe Kraus, presidente global da Lime.

O Uber também é um dos grandes investidores da Lime, que afirma ser a maior empresa do setor: no ano passado a empresa de transporte por aplicativo injetou US$ 335 milhões na Lime, ao lado de gigantes do mercado de capital de risco e da Alphabet, companhia mãe do Google.

Fonte: G1

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais