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26 JUN

Ford Puma renasce como SUV 'híbrido' e tecnológico

A Ford trouxe o Puma de volta à vida - agora, porém, o antigo cupê segue a tendência mundial e assume a identidade de SUV, também como parte da estratégia global da marca. Fabricado na Romênia, o modelo chegará ao mercado europeu ainda em 2019 e não está previsto para o Brasil.

Antes de mais nada, esqueça o pequeno esportivo fabricado no Brasil entre as décadas de 1960 e 1990 e que utilizava, entre outros, motores Volkswagen e carroceria de fibra de vidro.

Na Europa, o nome Puma foi utilizado para um cupê feito na Alemanha entre 1997 e 2001, com base no Fiesta de quarta geração. Veja fotos no final da matéria.

Agora um SUV compacto, o Puma volta com a promessa de aliar visual atraente, bom espaço e tecnologia.

Por fora, ele herda diversas referências de seu antepassado, tendo os faróis como a principal delas. As peças ficam em posição mais alta e têm formato que remete aos olhos do felino que empresta o nome ao modelo.

Na traseira, as lanternas também têm posicionamento elevado e há vincos bem demarcados. A lateral também tem referências: a linha ascendente das janelas e o volume que forma "músculos" acima das rodas traseiras - que, no caso do SUV, podem ser de 18 ou 19 polegadas.

A Ford não divulgou as medidas do novo Puma, apenas a capacidade do porta-malas, de 456 litros, um pouco maior em relação ao Honda HR-V, que tem 437 litros.

Mecânica 'híbrida'

Seguindo a promessa de que todos os seus novos modelos terão ao menos uma versão eletrificada, o Puma chega, inicialmente, com duas opções da mesma motorização - sempre auxiliadas por um sistema "híbrido leve".

O motor é o 1.0 turbo de três cilindros da linha Ecoboost, que pode entregar 125 ou 155 cavalos de potência. Aliado a ele, está o sistema "híbrido leve", que substitui o alternador convencional por uma bateria de 48 volts. O câmbio pode ser manual de 6 marchas ou automático de 7.

A solução é a mesma já utilizada em outras marcas, como Mercedes-Benz e Audi, e promete saídas mais rápidas, torque até 50% maior em baixas rotações, economia de combustível (até 17,2 km/l na versão menos potente) e redução no lag do turbo.

Outras duas tecnologias estão disponíveis para mais eficiência: o start-stop, que promete religar o veículo em até 300 milissegundos (quase o mesmo tempo de um piscar de olhos), e a desativação de cilindros quando a capacidade total não é exigida.

Depois do lançamento, a Ford fará a introdução de uma transmissão de dupla embreagem e 7 marchas, além de uma opção de motor a diesel.

Equipamentos

O foco do novo Puma é a tecnologia voltada a sistemas semi-autônomos. Ao todo, são 12 sensores, 3 radares e 2 câmeras que monitoram os arredores do veículo.

A partir do monitoramento, há piloto automático adaptativo, reconhecimento de placas de trânsito (velocidade e circulação proibida, assistente de permanência na faixa, alerta de perigo na estrada (como acidentes, objetos na faixa, animais, entre outros) e tráfego cruzado traseiro.

Há também alerta de pontos cegos, câmera traseira com visão de 180°, detector de colisão iminente, sistema de estacionamento semi-autônomo, farol alto automático e um sistema que detecta uma mudança drástica do solo, como transição de asfalto para cascalho, preparando a direção do veículo.

Os bancos dianteiros têm massageadores, há teto solar panorâmico, quadro de instrumentos digital, central multimídia com tela de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, modem wifi, carregamento de smartphones sem fio e som BangeOlufsen com 10 alto-falantes.

Como era o Ford Puma

Fonte: G1

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