Novidades

07 OUT
Conheça os diferentes tipos de combustíveis

Conheça os diferentes tipos de combustíveis

Na hora de comprar um veículo, o tipo de combustível que ele utiliza deve ser levado em consideração. Mas qual a melhor opção? Vale mais a pena abastecer com álcool ou gasolina? O que os combustíveis aditivados oferecem? Saiba mais sobre as possibilidades do mercado.

Gasolina
• Comum: Chamada oficialmente de Tipo C, é derivada do petróleo e possui enxofre em sua composição. Assim, é a mais poluente. Normalmente não contém agentes detergentes e acaba acumulando detritos que danificam o motor e o sistema de combustão. Ela tem coloração amarelada, é a mais encontrada em postos de combustíveis, e tem 25% a 27% de etanol anidro em sua composição.

• Aditivada: A gasolina aditivada é o Tipo C com agentes detergentes. De coloração esverdeada, ela impede o acúmulo de detritos e até pode limpar o material que já foi depositado, mas não influencia na potência do carro. Caso queira mudar da comum para a aditivada, faça isso aos poucos, pois a mudança brusca pode entupir o filtro e prejudicar o motor.

• Premium: Mais cara de todas, a gasolina premium tem a maior octanagem do mercado e produz uma queima mais eficiente. Isso prolonga a vida de alguns componentes do motor e polui menos. Sua coloração é amarelada e ela possui 25% de etanol em sua composição. Caso queira utilizá-la, consulte o manual do veículo, pois ela é indicada para motores mais potentes.

Etanol
• Comum: Feito principalmente com a fermentação da cana-de-açúcar, é vendido nos postos na forma hidratada, a fim de melhor lubrificar o motor. Para isso, ele deve ser límpido, transparente, isento de impurezas, com graduação alcoólica entre 95,1% e 96% e com PH neutro. Por ser produzido nacionalmente e a baixo custo, seu preço é menor que o da gasolina, exceto nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar. Sua compra compensa quando o preço está 30% mais barato em relação à gasolina.

• Aditivado: Assim como a gasolina, o álcool aditivado tem adição de agentes que melhoram sua qualidade e lubrificação, estendendo a vida útil do motor. Além disso, seu rendimento aumenta cerca de 3% em relação ao álcool comum. Por consumir menos combustível na mesma distância rodada, ele pode ser mais viável economicamente do que o comum, que é mais barato.

Diesel
Derivado do petróleo, o Diesel é altamente tóxico e inflamável. Por isso, é utilizado em motores que possuem combustão interna como caminhões, ônibus, picapes com capacidade de carga superior a 1.000 kg e utilitários com tração 4x4 e reduzida. Sua versão limpa (S-10) tem menor concentração de enxofre e é menos poluente. Ainda assim, sua utilização em automóveis de passeio é proibida pelo governo desde 1976.

Gás Natural (GNV)
Sem aditivos ou variações, é o combustível mais puro, seguro (é considerado não-tóxico) e em conta. É econômico, pouco poluente e mantém a vida útil do motor por mais tempo. Ainda assim, os carros que utilizam GNV devem vir preparados de fábrica e precisam de certificação caso forem modificados, pois ele trabalha com uma pressão muito alta, o que pode ser um risco.

Com a frequente preocupação com o meio ambiente e o valor de produção de combustíveis derivados de fontes não renováveis, a busca por novas formas de alimentar o motor dos automóveis está cada vez mais acirrada. Carros movidos a energia elétrica e a hidrogênio já estão sendo produzidos e testados, a fim de diminuir a poluição e os custos.

Fonte: G1

Mais Novidades

03 ABR

Objetivo não é pôr fim a radares, mas instalar onde velocidade causa acidentes, diz ministro

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, afirmou nesta quarta-feira (3) que o objetivo do governo não é acabar com os radares nas rodovias federais, mas, sim, instalar os equipamentos onde o excesso de velocidade causa acidentes. Tarcísio Freitas deu a declaração ao participar de uma audiência na Câmara dos Deputados. "São vários os motivos que causam acidentes, um deles é excesso de velocidade. Mas não é o único. Eu preciso colocar radar naqueles locais em... Leia mais
03 ABR

Venda de veículos novos sobe 11,4% no 1º trimestre de 2019, diz Fenabrave

A venda de veículos novos subiu 11,4% no primeiro trimestre, segundo dados da federação das concessionárias, a Fenabrave. Foram vendidos 607.612 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus de janeiro a março, contra 545.478 no mesmo intervalo de 2018. Só em março, foram comercializadas 209.183 unidades, alta de 0,9% na comparação com igual mês do ano passado, quando foram feitas 207.353 vendas. Motos Nos três primeiros meses de 2019 foram vendidas 258.725... Leia mais
03 ABR

Jeep Renegade vende mais que Kwid, Polo e Corolla em março

Jeep Renegade vem se destacando como SUV mais vendido de 2019 (Divulgação/Jeep)O primeiro trimestre de 2019 encerrou e o time dos otimistas está ganhando: a recuperação do mercado está se mostrando cada vez mais sólida.Entre autos de passeio e comerciais leves, foram emplacados 580.040 unidades, ante 527.195 no mesmo período de 2018 – um crescimento acima dos 10%.O Chevrolet Onix segue imbatível. Ignorando o fato de que vai mudar ainda este ano, o hatch da Chevrolet teve 18.279... Leia mais
03 ABR

50 anos depois, QUATRO RODAS volta a “produzir” lendário Puma GT 4R

Um Tiranossauro perseguindo um arremedo de Jeep é algo normal no Ladeira Abaixo (Fernando Pires/Quatro Rodas)Há cinco décadas QUATRO RODAS fez história ao mandar produzir um modelo exclusivo para seus leitores. Os três Puma GT 4R feitos sob encomenda foram sorteados em 1969 e se tornaram os únicos carros do mundo produzidos em série a pedido de uma revista. Mas agora o trio terá a companhia de um inédito GT 4R 2019.Nosso esportivo chega ao século 21 para participar do Red Bull... Leia mais
03 ABR

SP não amplia malha cicloviária desde 2016; Prefeitura diz que espera audiências públicas

A Prefeitura de São Paulo não aumenta a malha cicloviária da cidade desde 2016, incluindo ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) obtidos pelo SP1 por meio da Lei de Acesso à Informação. Em 2008, a malha cicloviária da capital somava 11 km de extensão; em 2016, saltou para 498 km. Desde 2017, no entanto, não ganhou mais nenhum trecho e os ciclistas denunciam falta de manutenção e conexão com outros modais de... Leia mais