Novidades

29 MAI

Antes da fusão: marcas da FCA e Renault já fizeram carro uma da outra

 (Montagem/Quatro Rodas/Divulgação/Renault/Fiat)

A recente proposta da fusão da FCA com o Grupo Renault gerou repercussão imediata no setor automotivo, que logo começou a especular quais seriam os futuros produtos do que seria a terceira maior fabricante de carros do mundo.

No passado, porém, as marcas que foram as duas gigantes já trocaram figurinhas (e carros) para entrar em novos mercados ou mesmo para dar início a uma história mais do que duradoura.

QUATRO RODAS levantou dois casos do passado curiosos. Um, de quando os italianos recorreram aos franceses, e o retorno disso.

Não é montagem: o Dauphine já foi feito pela Alfa Romeo (Reprodução/Internet)

Licenciado no Brasil pela Willys, o Dauphine era a resposta francesa ao sucesso do Volkswagen Fusca. Por aqui o sedã ficou conhecido tanto pela robustez do “Teimoso” quanto pelo jocoso apelido de Leite em Pó Glória (desmancha sem bater).

E, três anos depois da estreia do modelo no Brasil, a Alfa Romeo comprou os direitos de produção do Dauphine com a Renault, fabricando o sedã na região de Milão.

O logotipo aproveita o formato do original e ganhava uma coroa com o nome Alfa Romeo no topo (Reprodução/Internet)

O resultado era idêntico ao modelo fabricado em São Bernardo do Campo. O Alfa Romeo Dauphine manteve o motor de quatro cilindros de 850 cm³, e sua única alteração visual era o logotipo, uma mistura do símbolo da marca francesa com a italiana.

Em tempo: é verdade que a Alfa Romeo só passou a ser parte do grupo Fiat na década de 80. Mas vamos considerar isso uma licença poética, pois somente depois a Renault foi perceber que ela própria também estava fabricando carros italianos…

Laika, 2101 (ou 02, 03…), pode chamar do que quiser. Mas no fundo, ainda é um Fiat 124 (Vauxford/Wikipedia)

Quando se pensa em Lada, há 50% de chance certo que a primeira imagem que você tem na cabeça seja um Laika  — a outra metade pensará no Niva.

Enquanto o SUV teve boa parte do projeto feito pelos próprios russos, o icônico sedã é derivado do Fiat 124. O três-volumes italiano fez tanto sucesso na Europa do pós-guerra que logo o governo soviético fez um acordo com a marca para que ela ajudasse na construção de uma fábrica e produção do modelo do lado de lá da cortina de ferro.

A unidade fabril da Lada existe até hoje e foi responsável pela entrada do 124 — rebatizado Lada 2101 — na então União Soviética. O sedã foi fabricado com poucas alterações até 2012, mesmo ano em que a Renault fez a aquisição de metade da Avtovaz.

E nem dá pra falar que a Renault foi a primeira a flertar com os italianos. O 124 também foi feito sob licença na Índia, com motor Nissan e uma versão esportiva preparada pela… Peugeot!

Colaborou Felipe Bitu

 

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

23 FEV

Fiat reduz preço do Grand Siena com chegada do Cronos

Grand Siena passa a ser o sedã de entrada da Fiat (Divulgação/Fiat) A estratégia da Fiat em vender o Cronos com preços a partir de R$ 53.990 foi agressiva. O novo sedã compacto é mais barato que a maioria dos seus principais concorrentes e levou a Fiat a rever os preços dentro de casa. O Grand Siena, que estreou aqui em 2012, foi reposicionado. A versão Essence 1.6, que custava a partir de R$ 58.690, saiu de linha e a versão Attractive 1.4 teve... Leia mais
23 FEV

Lada Niva pode voltar ao Brasil (e ser produzido aqui)

Jipe russo era conhecido pela robustez, mas fez sucesso por ser barato (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Lada Niva completou 40 anos em produção no ano passado. E, ainda que tenha levado quatro décadas, a fabricante russa finalmente percebeu que o jipe indestrutível precisa de uma nova geração. Com um bônus: há planos de produzi-la no Brasil. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o novo Niva será fabricado dentro das instalações da Renault em... Leia mais
23 FEV

Top ten: o design das lanternas que fugiram do tradicional

Ó pátria amada Lanternas fazem homenagem ao país (Divulgação/BMW) Os Mini são fabricados no Reino Unido desde 1959 e sempre foram o orgulho da nação. Na linha 2019 (sim, eles já estão um ano à frente), a empresa quis homenagear o país nas lanternas, que trazem a bandeira britânica embutida. Olhos de lince Parece ou não o olhar de um felino? (Divulgação/Jaguar) Um Jaguar é projetado para parecer ágil e agressivo, tal como o felino que... Leia mais
22 FEV

Nova Amarok V6 é tão rápida quanto um Sandero R.S.

Novo motor tem 225 cv de potência, mas pode gerar 245 cv por alguns momentos (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) O Brasil já teve algumas picapes médias com motores V6, como a pujante Chevrolet S10 com motor V6 4.3 Vortec a gasolina e a Mitsubishi L200 3.5 V6 flex. Mas a Volkswagen Amarok é a primeira com motor V6 turbodiesel e custa menos do que as concorrentes com motores de quatro e cinco cilindros. O mais impressionante é que a picape é tão... Leia mais
22 FEV

Vídeo: veja como o halo alterou a visão dos pilotos da F1

O arco à frente dos pilotos ainda rende polêmicas ao longo da pré-temporada da Fórmula 1 (Red Bull/Divulgação) A estranheza começa pelo nome: halo. Esse dispositivo em forma de arco que visa proteger a cabeça dos pilotos da Fórmula 1 é o principal assunto antes da temporada começar, no dia 25 de março, na Austrália. Além do impacto estético, ainda há muitos questionamentos acerca da visão dos... Leia mais
22 FEV

Longa Duração: Compass pisca farol alto quando a seta é acionada

Piscada indiscreta: você dá a seta e o Compass lampeja o farol alto  (Christian Castanho/Quatro Rodas) Não é de hoje que o lampejo involuntário do farol alto incomoda os usuários do nosso Compass. “Para evitar a piscada é preciso um tremendo cuidado no acionamento da alavanca. Caso contrário, fazer a sinalização de modo natural é certeza de um breve lampejo”, diz o repórter Henrique Rodriguez. O editor Péricles Malheiros também se queixa... Leia mais