Novidades

21 MAI

Xiaomi lança loja física e online no Brasil, e vai vender de smartphones a patinetes

Pouco depois de voltar ao mercado brasileiro, a Xiaomi anunciou nesta terça-feira (21) uma loja online para vender produtos no país que vão além dos smartphones: de patinete a escova de dentes elétrica.

Todos serão importados e o site será lançado na primeira semana de junho. A chinesa também terá uma loja física, que será inaugurada no próximo dia 1º em um shopping de São Paulo.

Além desses locais, os celulares serão vendidos em distribuidores autorizados, entre eles algumas grandes lojas de departamentos.

Itens que não forem comprados pelos canais oficiais não terão garantia local e nem assistência técnica, afirmou a fabricante chinesa.

Novos smartphones

A Xiaomi aproveitou o evento em São Paulo também para lançar 5 novos celulares para o país: Mi8 Lite, RedMi 7, RedMi note 7, Mi 9 e RedMi Go. Ela voltou ao mercado brasileiro em fevereiro, com os modelos Pocophone F1 e Redmi Note 6 Pro.

Nem todos os preços foram anunciados. Os destaques foram o Mi9, topo de linha da marca, e o intermediário RedMi Note 7. Veja os os detalhes:

Mi9 - R$ 3.999

É o principal lançamento entre os 3. Foi apresentado no exterior em fevereiro deste ano. O aparelho tem tela de 6,39 polegadas e câmera frontal de 20 megapixels.

Na parte de trás, são 3 câmeras de 48, 16 e 12 megapixels. O processador é o Snapdragon 855, memória RAM de 6 GB ou 8 GB e armazenamento de 128 GB.

RedMi Note 7 - R$ 1.699

Com tela de 6,3 polegadas, o Redmi Note 7 se destaca pela câmera de 48 megapixels. O processador é o Snapdragon 660, e o aparelho tem memória RAM de 4 GB e armazenamento de 64 GB.

Diversificação

As novidades são fruto da parceria da Xiaomi com a distribuidora DL Eletrônicos no Brasil.

Nesta terça, além de anunciar operação própria, a chinesa informou que ampliará o número de grandes lojas que vão oferecer os produtos no país.

Agora com 7 smartphones no portfólio, além de outros itens, a fabricante diversifica sua operação no Brasil, tanto em oferta como em faixa de preço. Só não há planos, por ora, de vender notebooks e tablets.

Quando veio ao Brasil pela pela primeira vez, em 2015, a Xiaomi apostou apenas em um modelo barato: o Redmi 2 custava R$ 500 no comércio online.

Era uma forma de evitar a distribuição e reduzir custos ao consumidor, mas a marca não emplacou. Ela diminuiu sua presença no país no ano seguinte, até deixar de fazer novos lançamentos no país.

A essência da marca, no entanto, promete ser preservada, mesmo com a importação dos produtos. Não há planos, por ora, de fabricação nacional.

"A Xiaomi assumiu de maneira global trabalhar com margem de lucro mínima. A DL também se compromete a isso”, disse Luciano Barbosa, que está à frente da distribuidora parceira.

Chineses de olho no Brasil

Além da Xiaomi, quem também voltou ao país foi a Huawei: a estratégia é parecida, dando prioridade agora a aparelhos mais caros e sofisticados.

A Huawei ganhou destaque nesta semana após o Google anunciar restrições de atualizações do sistema Android, o mais usado por smartphones no mundo, à empresa chinesa. Nenhuma atitude semelhante foi estendida à Xiaomi.

Fonte: G1

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais