Novidades

16 ABR

Renault Kwid elétrico chinês é muito mais inteligente e legal que o nosso

Versão elétrica do Kwid será vendida na China como “City K-ZE” (Newspress/Quatro Rodas)

A Renault apresentou no Salão de Xangai uma solução de subcompacto urbano e elétrico para o mercado chinês, cada vez mais sedento por veículos que circulam com emissões zero.

Mas espera lá: este City K-ZE nos lembra alguém, não? Sim, quem serviu de base para ele foi o nosso conhecidíssimo Kwid.

Antecipado como protótipo no Salão de Paris, no ano passado, o K-ZE concretiza a criação de um modelo “popular” movido a baterias e que pode vir a ser um dos elétricos mais baratos do mundo, segundo a fabricante.

Ideia do City K-ZE é ser um veículo urbano totalmente elétrico (Newspress/Quatro Rodas)

Agora divulgado oficialmente como modelo de produção no Salão de Xangai, o City K-ZE – ou simplesmente Kwid elétrico, vai – tem traços atualizados em relação ao irmão movido a combustão, que é vendido no Brasil.

Deve, inclusive, nortear o futuro facelift que o pequeno hatch receberá por aqui nos próximos anos.

O curioso é observar que o uso de baterias elétricas deixou o K-ZE com 3 cm a menos de altura livre do solo em relação ao Kwid brasileiro, embora a distância ainda seja de interessantes 15 cm, ótimo para um elétrico.

A distância entre-eixos de 2,42 metros é a mesma do nosso Kwid convencional, mas o espaço para bagagens é de 300 litros, contra 290 do subcompacto feito em São José dos Pinhais (PR). Reflexo do uso de estepe temporário ao invés do permanente.

Espaço para bagagens é de 300 litros, 10 litros a mais que o oferecido pelo Kwid brasileiro (Newspress/Quatro Rodas)

Além disso, o City K-ZE conta com sistemas que o nosso Kwid nem sonha em ter. Um exemplo são luzes diurnas em led.

Internamente, seu sistema de entretenimento tem tela de toque LCD colorida multifuncional de 8 polegadas. Os passageiros também podem acessar o controle remotamente em seu aplicativo no celular.

Há, ainda, navegação online e monitoramento em tempo real para recursos da propulsão elétrica.

Os usuários têm acesso fácil a recursos como entretenimento online, redes WiFi e reconhecimento de voz inteligente, o que garante que os passageiros permaneçam conectados o tempo todo onde quer que estejam.

Painel é similar ao do Kwid brasileiro, mas traz quadro de instrumentos e central multimídia mais avançados (Newspress/Quatro Rodas)

O City K-ZE inclui, por fim, sensores PM2.5 e sistema de controle de qualidade, que permitem avaliar a qualidade do ar da cabine e alternar automaticamente entre a circulação interna e externa, oferecendo um espaço de cabine saudável e refrescante.

Em relação à sua recarga, múltiplos modos de carregamento o tornam compatível com tomadas domésticas de 220V e infraestruturas públicas.

Em carga rápida, leva apenas cinquenta minutos para carregar de 0% a 80%. Em carga lenta, quatro horas para carregar até 100%, adequado para a vida urbana acelerada.

O novo elétrico será produzido na China e, se tudo ocorrer conforme o calendário da marca francesa, sua chegada é esperada ainda antes do final deste ano.

Com a chegada do City K-ZE, Thierry Bolloré, presidente-executivo do Grupo Renault, apresentou um roteiro de grandes ambições para o grupo na China até 2022: uma meta de 550 mil unidades vendidas por ano.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

13 DEZ
Actros e L-1111: guiamos dois ícones dos caminhões Mercedes-Benz

Actros e L-1111: guiamos dois ícones dos caminhões Mercedes-Benz

Épocas distintas, mesma cor: Actros Série Especial (esq.) foi inspirado no L-1111 (Giovana Rampini/Quatro Rodas) O L-1111 é mais do que um simples caminhão. Lançado no Brasil em 1964, ele ajudou a construir a imagem da Mercedes-Benz por aqui – a empresa havia se estabelecido no país em 1956. Em seis anos de produção, a marca vendeu 39 mil unidades. Sua importância é tamanha que a Mercedes lançou até uma série especial do... Leia mais
13 DEZ
Há problema em abastecer um carro a diesel moderno com S-500?

Há problema em abastecer um carro a diesel moderno com S-500?

Motor 2.0 turbodiesel tem 170 cv e 35,7 mkgf de torque máximo (Christian Castanho/Quatro Rodas) O que acontece se eu abastecer um veículo a diesel moderno com S-500? E se colocar um S-10 num motor antigo? – Bruno Caputo, Londrina (PR) Colocar o diesel S-10 (sigla que indica 10 partes de enxofre por milhão) em um motor antigo não tem problemas – e nem vantagens. “Um propulsor de concepção mais velha não consegue aproveitar as... Leia mais
13 DEZ
Preparadora Oettinger traz modelos Audi para o Brasil

Preparadora Oettinger traz modelos Audi para o Brasil

Custo da preparação mecânica na RS6 Avant é de R$ 59.900 (Strasse/Divulgação) Depois de três anos no mercado brasileiro, a Oettinger passa a oferecer veículos Audi no país. Assim como ocorre com a Volkswagen, as operações ficarão a cargo da Strasse, importadora especializada na representação de preparadoras europeias. Dos seis modelos disponíveis inicialmente para encomenda, quatro são da linha RS. Após passar pelas mãos da... Leia mais
12 DEZ
Clássicos: Porsche 911 Carrera RS, técnica e criatividade

Clássicos: Porsche 911 Carrera RS, técnica e criatividade

O RS era um 911 melhorado em peso, motor e aerodinâmica (Christian Castanho/Quatro Rodas) A primeira metade dos anos 70 foi turbulenta para a Porsche. O 917 estava com os dias contados após a FIA declarar que ele estaria fora do regulamento do Grupo 5 a partir de 1973. A situação se agravou após a Volks anunciar que seus futuros modelos teriam tração dianteira e refrigeração líquida da Audi, fragilizando a relação entre os dois... Leia mais
12 DEZ
Câmara aprova faixa exclusiva para motos

Câmara aprova faixa exclusiva para motos

De acordo com o projeto, o fluxo entre os veículos só poderá acontecer se cumprir certas regras (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Já é rotina o congestionamento para quem vive em grandes cidades. Mais rotineiro ainda são as filas de motocicletas que se formam entre os automóveis. Hoje o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) considera infração grave, punida com multa, ultrapassar outros veículos que estejam parados em... Leia mais
12 DEZ
À espera do Cronos, relembre a história dos sedãs da Fiat

À espera do Cronos, relembre a história dos sedãs da Fiat

O Tempra foi um dos sedãs de maior sucesso da história da Fiat (Arquivo/Quatro Rodas) A Fiat construiu sua imagem no Brasil apostando em carros populares. Só que a empresa não investiu apenas em compactos. Em mais de quatro décadas, a marca também se aventurou no segmento de sedãs. Alguns foram bem sucedidos, como o Tempra. Outros, nem tanto – o Linea é um bom exemplo. Tanto é que o três-volumes sumiu misteriosamente do... Leia mais