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16 ABR

Prisma, Corsa, Kadett, Blazer… Os nomes de carro que a GM já matou

 

A GM surpreendeu o mercado brasileiro ao anunciar, no fim da semana passada, que o sedã compacto premium sucessor das versões mais caras do Chevrolet Prisma e também do Cobalt não se chamará Prisma ou New Prisma, mas sim Onix Sedan.

Com isso, o modelo seguirá o caminho a ser adotado globalmente pelo três-volumes, incluindo a China – onde ele se chamará simplesmente Onix, já que o Onix hatch não existirá no gigante asiático.

O Prisma seguirá vivo por meio da configuração Joy, que conviverá com o novo sedã por algum tempo, mas dificilmente escapará da morte nos próximos anos. Já o Cobalt deve ser aposentado muito em breve.

Esta não é a primeira vez que a fabricante toma a decisão de mudar o nome de um modelo ao substituir sua plataforma, promovendo assim uma sucessão ao invés de troca de geração.

QUATRO RODAS relembra outros exemplos do passado:

 (Divulgação/Internet)

Sedã médio de sucesso nos anos 80, tanto que chegou a liderar o ranking nacional de vendas por um breve período, o Chevrolet Monza foi mantido em linha no Brasil entre 1982 e 96.

O modelo era derivado do alemão Opel Ascona, e começou a perder espaço em 91, quando o então presidente, Fernando Collor, abriu o mercado automotivo nacional para produtos importados.

Nem mesmo uma profunda reestilização vinda ainda em 91 salvou o Monza de ser substituído pelo Vectra, que chegou em 93, não sem antes conviver com seu sucessor durante três anos, até 96.

Já o Monza S/R, derivação hatchback de apelo esportivo, teve muito menos sucesso e existiu apenas de 86 a 89, dando lugar justamente ao Kadett.

Chevrolet Kadett GS

Vendido no Brasil desde 1989, como sucessor do Monza S/R e a partir de um projeto de origem Opel, o hatch médio (ou notchback, para os mais puristas) teve sua vida útil esticada até 98 no Brasil, enquanto na Europa foi descontinuado em 91.

Seu substituto foi o Astra, também originário da alemã Opel e que foi lançado por aqui em 95, chegando a conviver com o Kadett brasileiro por alguns anos, tal qual ocorreu com Monza e Vectra.

Ao encerrar as vendas do Kadett, a GM abdicou de uma história de mais de 60 anos, já que o nome foi usado pela primeira vez para designar um modelo produzido em 1936. Vinte e seis anos depois, a alcunha foi ressuscitada para denominar uma família de porte médio.

Ayrton Senna - Interlagos - Chevrolet Chevette

Outro carro de nome forte que acabou descontinuado sem dó ou piedade foi o Chevette, produzido localmente durante 20 anos – entre 73 e 93 – e que, durante todo esse período, foi a porta de entrada da marca Chevrolet no país.

Obsoleto após a abertura de nosso mercado, o Chevette acabou dando lugar à família Corsa, lançada no Brasil em janeiro de 1994 começando pela carroceria hatch.

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Grande sucesso da GM no mercado de compacto nos anos 90, o Corsinha conseguiu a proeza de trocar de nome não uma nem duas, mas sim três vezes. Poderia até pedir música no Fantástico, se quisesse.

Substituição 1: com a chegada da segunda geração, em 2002, a plataforma da primeira geração deixou de ser oferecida sob o nome Corsa, mas seguiu ativa em produção através do Celta – em linha desde 2000 -, que ia pouco além de um Corsinha 1 repaginado.

Substituição 2: já o Corsa Sedan de primeira geração se tornou Corsa Classic em 2002, a fim de ser diferenciado do sedã pertencente à nova matriz. No ano seguinte, virou simplesmente Classic.

Substituição 3: em 2012, o Corsa deixou definitivamente de existir no Brasil, dando lugar ao Onix.

 (Divulgação/Chevrolet)

SUV derivado da picape S10, o Blazer foi mantido em linha no Brasil com o mesmo nome entre 1995 e 2012. Entretanto, quando a S10 evoluiu da segunda para a terceira geração, o Blazer passou a se chamar Trailblazer.

No ano passado o nome Blazer foi resgatado para designar um SUV invocado e monobloco que nada tem a ver com a S10, e que deve ser trazido ao Brasil na configuração para sete passageiros.

Ao contrário de outros esportivos nacionais, o GSi andava mais e era discreto

Num dia caçador, no outro caça. Se o Vectra foi responsável por matar o Monza em meados da década de 90, em 2011 o sedã médio derivado do homônimo da Opel teve seu nome sepultado no Brasil.

A diferença é que desta vez, em vez de outro projeto da marca alemão então pertencente à GM, seu sucessor era um projeto Chevrolet de verdade, vindo dos Estados Unidos: o Cruze.

Projeto da Zafira é de origem Opel, a filial alemã da GM

Em 2012 a GM resolveu matar dois Opel vendidos em solo brasileiro sob a insígnia da Chevrolet, Zafira e Spin.

Para seus lugares entraria um único modelo, a minivan Spin, construída sobre a plataforma Gamma II, desenvolvida em parceria com a sul-coreana Daewoo, e também usada por Onix, Prisma e Cobalt.

Vale observar que Zafira e Meriva continuaram vivos na Europa durante mais alguns anos. Enquanto esta deixou de ser feita em 2017, aquela ainda segue viva, tendo sido transformada num furgão.

Fonte: Quatro Rodas

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