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15 ABR

Top Ten: 10 superperuas que arrancam suspiros no visual e na potência

Elas podem estar em extinção, mas ainda conseguem arrancar suspiros e deixar qualquer fã de carro boquiaberto. Sim, estamos falando das peruas. O impacto é ainda maior quando falamos dos 10 modelos abaixo, cujo nível de desempenho causa inveja a muitos cupês superesportivos.

Com vocês, 10 superperuas:

 (Reprodução/Internet)

De careta, esta Volvo 850 BTCC só tinha as formas quadradonas. Seguindo a regra da FIA para a temporada de 1994, para correr no British Touring Car Championship, o motor 2.3 turbo de 225 cv da versão de rua foi substituído pelo 2.0 aspirado de 290 cv. Nos anos seguintes chegou a vencer corridas – sempre competindo contra sedãs.

 (Reprodução/Internet)

O mais famoso carro de James Bond é o Aston Martin DB5. Mas o dono da marca, Sir David Brown (daí o DB), queria um esportivo com espaço para carga e criou em 1966 a Shooting Brake, nome dado a peruas de três portas que podiam levar cães e armas para as caçadas.

 (Reprodução/Internet)

A empresa Carrozzeria Touring Superleggera produziu 20 unidades da Bentley Flying Star, uma SW com motor W12 6.0 de 560 cv, o mesmo do Continental GTC. Quem queria mais exclusividade poderia optar por rodas Borrani: só tinha de pagar US$ 1 milhão.

 (Reprodução/Internet)

Não se engane com a Dodge Magnum SRT8, a versão mais forte da Chrysler 300 C Touring. Por trás dessa roupa de perua, há um demônio do asfalto, com o motor Hemi 6.1 de 425 cv combinado à tração traseira. E o melhor: vai de 0 a 100 km/h em 5 s.

 (Reprodução/Internet)

A parceria da Audi com a Porsche resultou na RS2 Avant, primeira perua superesportiva do mundo. Baseada na S2, ganhou 85 cv no seu 2.2 turbo, que foi a 315 cv. Resultado: 0 a 100 km/h em 4,8 s. A rapidez também chegou às vendas: 2.891 carros em 1994-1995.

 (Reprodução/Internet)

Não é de hoje que a Porsche ousou ao entrar em segmento diferente, como foi com o Cayenne em 2002. Em 2017, apresentou a primeira shooting brake para quatro pessoas. Com um V8 4.0 biturbo, atinge os 100 km/h em 3,6 s e 310 km/h de máxima.

 (Reprodução/Internet)

A BMW nunca fez uma M5 Touring da geração F10, mas nem por isso ela deixou seus fãs órfãos. Contou com a ajuda da preparadora Alpina, que criou a B5 Biturbo Touring: são 616 cv extraídos do V8 4.4 biturbo acoplado a um câmbio automático de oito marchas.

 (Reprodução/Internet)

A Ferrari nunca fez uma perua, ao menos não até 1996. O pedido inusitado veio do sultão de Brunei Jefri Bolkiah, que encomendou sete 456 GT Venice da Pininfarina. Mas ele só ficou com seis, ao custo de US$ 1,5 milhão cada. Assim, a última ficou com o estúdio.

 (Reprodução/Internet)

Os Cadillac não são apenas classudos e confortáveis. A CTS-V Sport Wagon tem emoção de sobra. A SW acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4 s, graças ao motor LSA (6,2 litros e 588 cv) que equipa o Corvette ZL1. Velocidade final? Só 288 km/h.

 (Reprodução/Internet)

Para quem não se contenta com a preparação de fábrica da AMG, a Brabus veio para suprir essa deficiência. Baseada na Mercedes CLS 63 AMG, a Brabus 850 teve o motor V8 biturbo aumentado de 5.5 para 5.9 e adotou turbos maiores, o que a fez ir de 507 cv para 850 cv.

Fonte: Quatro Rodas

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