Novidades

29 MAR

Top Ten: Isso é uma VW Hilux? Carros que têm irmãos gêmeos de outra marca

Cena clássica: um brasileiro em Buenos Aires olhando com cara de estranhamento para um Suzuki Fun, versão do nosso Chevrolet Celta rebatizada com a insígnia da marca japonesa no país vizinho.

Este não é o único exemplo de modelos que recebem outros nomes e logotipos de outros fabricantes de acordo com o mercado no qual são comercializados. Este Top Ten relembra mais exemplos:

 (Arte/Quatro Rodas)

Responda rápido: que picape é essa na cor vermelha? Se você disse Strada, errou feio, pois para os mexicanos ela não é um modelo da Fiat, e sim da Ram, marca voltada a utilitários do grupo FCA. A Ram 750 é vendida por lá desde 2016 com cabine simples e dupla e um motor 1.6 E.torQ de 115 cv.

 (Arte/Quatro Rodas)

Produzido na base do Impreza desde 1997, o Subaru Forester ganhou o mundo e cativou fãs pela confiabilidade japonesa. Mas na Índia foi vendido como Chevrolet, até a GM deixar a participação acionária na empresa controladora da Subaru, em 2000.

 (Arte/Quatro Rodas)

Quem achava que a primeira picape média da Volkswagen foi a Amarok se enganou. Oficialmente foi a Taro, feita em 1989 para a Europa. Na verdade, era uma Toyota Hilux com logotipo VW – e durou até 1997. Curiosamente, hoje Amarok e Hilux brigam nos mesmo mercados.

 (Arte/Quatro Rodas)

O Subaru Impreza é reverenciado desde os anos 90, mas com seu clone de segunda geração (na essência, um Saab 9-2x), a história era outra. Pouco lembrado, foi vendido nos EUA (2005 e 2006) com motores 2.5 e 2.0 turbo e ganhou o apelido de Saabaru.

 (Arte/Quatro Rodas)

Para conseguir vender o Mitsubishi 3000 GT nos EUA, a marca japonesa se aliou à Chrysler, o que rendeu à americana bons frutos como o Dodge Stealth, o mesmo carro com leves alterações. Até a motorização, 3.0 V6 (223 cv) e biturbo (300 cv), era igual.

 (Arte/Quatro Rodas)

Lançado em 2013, o Mitsubishi Attrage ganhou, dois anos depois, uma variação no mercado mexicano, o Dodge Attitude, que substituiu a segunda geração do sedã, que também não era um americano de origem: antes ele era um Hyundai Accent.

 (Arte/Quatro Rodas)

Como os SUVs cresciam nos EUA dos anos 90, a Isuzu emprestou o Rodeo à Honda, que já tinha imagem forte nesse mercado. Com motores 2.6 ou V6 3.2 e tração 4×4, o Passport era o que faltava para a fabricante japonesa “voar” no segmento.

 (Arte/Quatro Rodas)

Frontier, Navara e NP300 são nomes alternativos da picape da Nissan. Mas nos EUA ela era vendida também pela Suzuki e se chamava Equator. Com cabine estendida ou dupla, raramente vendeu 200 unidades ao mês enquanto foi produzida (2008 a 2012).

 (Arte/Quatro Rodas)

No crescimento dos SUVs na década de 90, a Honda tinha de garantir o seu: fez parceria com a Land Rover, que cedeu o Discovery. Nascia o Crossroad, o único “Honda” com motor V8. Sua produção no Japão acabou em 1994, quando a BMW comprou a Rover.

 

 (Arte/Quatro Rodas)

Motor boxer e tração 4×4 são atributos que todo purista busca nos Subaru. Porém, com seu Traviq, tudo mudou de figura. Pudera, ele não passava de um Opel Zafira com motor de 2,2 litros e tração dianteira feito na Tailândia com logotipo da marca japonesa.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 NOV

Governo da França pede substituição temporária de Ghosn no comando da Renault

O governo da França pediu nesta terça-feira (20) por uma liderança interina na Renault, depois que o presidente da empresa, o brasileiro Carlos Ghosn, foi preso no Japão ontem. Além de presidente da Renault, ele também preside a Aliança Nissan-Renault, e também é presidente do conselho consultivo na Nissan. Ele foi acusado de fraude fiscal ao ter omitido ganhos das autoridades japonesas enquanto era presidente da Nissan, cargo que ocupou até o final do ano passado. O... Leia mais
19 NOV

Ações da Renault e da Nissan caem forte após prisão do brasileiro Carlos Ghosn

A ação da Renault fechou a sessão desta segunda-feira (19) em queda de 8,43%, repercutindo a prisão de seu presidente executivo, Carlos Ghosn, acusado de fraude pela justiça do Japão. Já o papel da Nissan recuou 6,42% na bolsa de Frankfurt. Ghosn também é presidente do conselho da Nissan, além de estar à frente da aliança entre a Renault, Nissan e Mitsubishi (esta última comprada pela Nissan em 2016). A prisão levantou dúvidas entre investidores sobre o futuro da... Leia mais
19 NOV

Rival do Jeep Compass, VW Tharu estreia na China confirmado para o Brasil

SUV será posicionado entre o T-Cross e o Tiguan no Brasil (Divulgação/Volkswagen)A Volkswagen tem duas boas novidades no Salão de Guangzhou. Enquanto a joint-venture FAW-Volkswagen revelou o Tayron, uma versão do europeu T-Roc adaptada ao gosto chinês, a SAIC-VW lança o Tharu, SUV médio que será fabricado na Argentina – onde se chamará Tarek.O Volkswagen Tharu será responsável por substituir a primeira geração do Tiguan, que seguia à venda mesmo após o lançamento da nova.... Leia mais
19 NOV

Preparadora japonesa deixa Suzuki Jimny com “cara” de Classe G e Defender

Kit de preparação vai deixar o novo Jimny com “cara” de Classe G (Damd Inc/Divulgação)A preparadora japonesa Damd Inc vai lançar, em 2019, dois kits de estilo para a nova geração do Suzuki Jimny, apresentado no Brasil durante o Salão do Automóvel como Jimny Sierra.O primeiro transforma o jipinho japonês em um “mini Classe G”, da Mercedes-Benz – sem o poderoso motor V8 do G63, claro.Traseira também recebe alterações como novo para-choque e capa do estepe (Damd... Leia mais
19 NOV

Clássicos: Chevrolet Opala, 50 anos do orgulho nacional

O cupê hardtop foi a maior novidade do modelo 1972 (Christian Castanho/Quatro Rodas)Baseado no alemão Opel Rekord, o Opala foi o primeiro Chevrolet brasileiro. Com motores de quatro e seis cilindros e duas versões de acabamento, ele conquistou a vice-liderança do mercado meses após sua apresentação, em 19 de novembro de 1968, há exatamente 50 anos.Resistiu bem ao avanço da concorrência, até que a GM preparou a grande ofensiva na linha 1971: a versão Gran Luxo.O mais requintado dos... Leia mais
19 NOV

Carlos Ghosn é preso no Japão por sonegação e será demitido da Nissan

Carlos Ghosn (Divulgação/Nissan)O brasileiro Carlos Ghosn, 64, presidente do conselho administrativo da Nissan, foi preso nesta segunda-feira (19) no Japão sob a acusação de não reportar sua remuneração integral e de fazer uso pessoal dos ativos da empresa.Segundo a mídia local, o executivo deixou de reportar rendimentos de cerca de US$ 44 milhões (5 bilhões de ienes) nos últimos cinco anos, além de violar outras leis ficais do país.A Nissan confirmou que realiza uma... Leia mais