Novidades

28 MAR

Teste de produto: economizador de combustível reduz mesmo consumo em 20%?

O economizador Fuel Buddy tem de ser instalado em volta da mangueira de combustível (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Diante das constantes altas no preço dos combustíveis, reduzir o consumo do seu carro seria maravilhoso, não?

Então, como não ficar tentado a comprar o economizador americano Fuel Buddy, que promete baixar o gasto com combustível entre 12 e 20%, dependendo do modelo do carro.

Importado dos EUA e vendido por R$ 550, ele consiste em duas placas imantadas que são instaladas em volta da mangueira de combustível, como um sanduíche.

Depois de conseguir o produto diretamente com a Enecon Brasil, o distribuidor oficial do Fuel Buddy no país, seguimos a bordo de um Chevrolet Cruze 1.4 Turbo LTZ até a  nossa pista de Limeira (SP), onde testamos todos os carros que saem nas reportagens de QUATRO RODAS.

As avaliações contaram com a ajuda do nosso piloto de testes Jorge Luiz Alves, que fez as mesmas medições de consumo antes e depois de instalar o aparelhinho.

Sem o Fuel Buddy, registramos 11,1 km/l no ciclo urbano e 14,7 km/l no rodoviário, lembrando que utilizamos a gasolina, conforme recomendado pelo representante do produto no Brasil.

Para nossa surpresa, o que parecia ser apenas localizar o duto de combustível e prender as duas partes imantadas com tiras plásticas, foi bem mais complicado.

Tivemos de desmontar a capa plástica que cobre o motor e, depois, envolver a mangueira com as duas peças numa área de difícil acesso.

A recomendação da fábrica é que os ímãs fiquem alinhados na direção do fluxo da gasolina. Para orientar o usuário, há uma etiqueta com uma seta indicadora.

Já instalado, repetimos o teste, que é o mesmo que usamos para medir os principais lançamentos das montadoras, e os dados obtidos foram praticamente os mesmos: 11,1 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada.

Questionado sobre o resultado, o diretor da Enecon Brasil, Gilberto Alves dos Santos, diz que não reconhece o teste da QUATRO RODAS, pois ele deveria ter sido “realizado em uma bancada sem a interferência do elemento humano”, seguindo as normas da ABNT e com prazo maior na duração dos testes.

 (Reprodução/Internet)

Cumpre o que promete?: Não
Nota: 0
Comentário: O Fuel Buddy, além de caro, não chegou nem a 1% de redução no consumo.
Preço médio: R$ 550,00
Compra: eneconbrasil.com.br

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais