Novidades

27 MAR

Honda diz que vai trazer modelos híbridos para o Brasil até 2023

A Honda afirmou que vai trazer 3 modelos de carros híbridos para o Brasil até 2023. Eles serão importados. O anúncio foi feito durante o evento de inauguração da fábrica de Itirapina (SP), que ficou fechada por quase 3 anos depois de pronta, por conta da crise.

A montadora não informou quais são esses modelos. Consultando a linha de híbridos da empresa no exterior, é possível arriscar alguns palpites.

Na América do Norte, por exemplo, o sedã grande Accord possui uma versão híbrida. Ela traz motor 2.0 de 143 cavalos, aliado a um elétrico, de 181 cv. Combinado, o conjunto tem 212 cv. Aqui no Brasil, o rival Ford Fusion possui uma versão híbrida.

Além dele, há o Insight, uma espécie de "irmão" do Civic, mas com um conjunto de motor 1.5 aspirado a combustão e outro elétrico. Somado, o conjunto entrega 151 cv.

Na Europa, ainda existe uma variante híbrida do SUV CR-V. Ele é o menos potente do trio. Seu motor 2.0 é aliado a um elétrico, e, juntos, desenvolvem 145 cv.

Correndo atrás da concorrência

Uma de suas maiores rivais, a Toyota confirmou que vai lançar no fim do ano o primeiro híbrido flex do país, que deverá ser uma versão da nova geração do Corolla.

Desde 2013, a marca já oferece o Prius, que tem motor elétrico combinado com um a gasolina. Além disso, a Lexus, marca de luxo da Toyota, anunciou que toda sua linha no Brasil passará a ser híbrida.

Itirapina

A nova fábrica da Honda já produz o Fit e deverá receber, até 2021, todos os carros nacionais da marca. O próximo será o WR-V, em dezembro. A unidade de Sumaré (SP), onde ele o SUV e os demais veículos são produzidos, ficará restrita a fabricar componentes.

A Honda começou a construir a fábrica de Itirapina em 2013. Fruto de um investimento de R$ 1 bilhão e com uma área de 5,8 milhões de metros quadrados, ela deveria ter sido aberta em 2016.

Em entrevista ao G1, no início do ano passado, o presidente da Honda na América do Sul, Issao Mizoguchi, disse que a unidade só seria aberta quando houvesse reais condições - na época, segundo o executivo, não existia demanda suficiente para duas fábricas operando, portanto, ela não produziria nem o equivalente a 1 turno.

Nesta quarta, ele explicou que a decisão de por a fábrica para funcionar não se deveu a uma melhora no mercado.

"Não é o aumento (nas vendas de carros no Brasil), a recuperação do mercado que foi o fator decisivo para iniciarmos a produção aqui", explicou.

"(É) Simplesmente porque essa fábrica tem equipamento melhor, layout melhor, ecologicamente melhor também. Tem uma condição para melhorar um pouquinho a competitividade", completou.

“Você tá com dois carros: um carro antigo e um carro novo. Chega uma hora que você fica com vontade de usar o carro novo”, comparou.

Energia do vento

A Honda afirmou que vai utilizar energia do vento para compensar a energia elétrica gasta em Itirapina. Para isso, vai expandir o parque eólico em Xangrila-Lá (RS).

De acordo com a fabricante, a nova unidade tem capacidade nominal de produção de até 120 mil carros ao ano, dividida em dois turnos, e contará com a experiência dos funcionários transferidos da planta de Sumaré.

Por enquanto, 400 colaboradores já trabalham em Itirapina - até 2021 serão 2 mil. Com a transferência, não haverá novas contratações.

Fonte: G1

Mais Novidades

23 FEV

Fiat reduz preço do Grand Siena com chegada do Cronos

Grand Siena passa a ser o sedã de entrada da Fiat (Divulgação/Fiat) A estratégia da Fiat em vender o Cronos com preços a partir de R$ 53.990 foi agressiva. O novo sedã compacto é mais barato que a maioria dos seus principais concorrentes e levou a Fiat a rever os preços dentro de casa. O Grand Siena, que estreou aqui em 2012, foi reposicionado. A versão Essence 1.6, que custava a partir de R$ 58.690, saiu de linha e a versão Attractive 1.4 teve... Leia mais
23 FEV

Lada Niva pode voltar ao Brasil (e ser produzido aqui)

Jipe russo era conhecido pela robustez, mas fez sucesso por ser barato (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Lada Niva completou 40 anos em produção no ano passado. E, ainda que tenha levado quatro décadas, a fabricante russa finalmente percebeu que o jipe indestrutível precisa de uma nova geração. Com um bônus: há planos de produzi-la no Brasil. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o novo Niva será fabricado dentro das instalações da Renault em... Leia mais
23 FEV

Top ten: o design das lanternas que fugiram do tradicional

Ó pátria amada Lanternas fazem homenagem ao país (Divulgação/BMW) Os Mini são fabricados no Reino Unido desde 1959 e sempre foram o orgulho da nação. Na linha 2019 (sim, eles já estão um ano à frente), a empresa quis homenagear o país nas lanternas, que trazem a bandeira britânica embutida. Olhos de lince Parece ou não o olhar de um felino? (Divulgação/Jaguar) Um Jaguar é projetado para parecer ágil e agressivo, tal como o felino que... Leia mais
22 FEV

Nova Amarok V6 é tão rápida quanto um Sandero R.S.

Novo motor tem 225 cv de potência, mas pode gerar 245 cv por alguns momentos (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) O Brasil já teve algumas picapes médias com motores V6, como a pujante Chevrolet S10 com motor V6 4.3 Vortec a gasolina e a Mitsubishi L200 3.5 V6 flex. Mas a Volkswagen Amarok é a primeira com motor V6 turbodiesel e custa menos do que as concorrentes com motores de quatro e cinco cilindros. O mais impressionante é que a picape é tão... Leia mais
22 FEV

Vídeo: veja como o halo alterou a visão dos pilotos da F1

O arco à frente dos pilotos ainda rende polêmicas ao longo da pré-temporada da Fórmula 1 (Red Bull/Divulgação) A estranheza começa pelo nome: halo. Esse dispositivo em forma de arco que visa proteger a cabeça dos pilotos da Fórmula 1 é o principal assunto antes da temporada começar, no dia 25 de março, na Austrália. Além do impacto estético, ainda há muitos questionamentos acerca da visão dos... Leia mais
22 FEV

Longa Duração: Compass pisca farol alto quando a seta é acionada

Piscada indiscreta: você dá a seta e o Compass lampeja o farol alto  (Christian Castanho/Quatro Rodas) Não é de hoje que o lampejo involuntário do farol alto incomoda os usuários do nosso Compass. “Para evitar a piscada é preciso um tremendo cuidado no acionamento da alavanca. Caso contrário, fazer a sinalização de modo natural é certeza de um breve lampejo”, diz o repórter Henrique Rodriguez. O editor Péricles Malheiros também se queixa... Leia mais