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12 MAR

Volkswagen diz que vai cortar empregos para reverter queda de lucro e acelerar lançamento de elétricos

O Grupo Volkswagen afirmou nesta terça-feira (12) que vai cortar empregos a fim de acelerar o lançamento de carros elétricos e reverter queda em margens de lucro.

A empresa disse que planeja lançar quase 70 novos modelos elétricos até 2028, para ficar na vanguarda da mudança do setor para carros de emissão de poluentes zero.

Nesta terça, ao apresentar o balanço anual, a companhia divulgou que houve uma queda nas margens de lucro das marcas Volkswagen, Skoda, Audi e Porsche no ano passado.

Como motivos, citou investimentos para reorganizar fábricas, movimentos cambiais adversos e a desaceleração das vendas, desencadeada por novos testes para certificação de níveis de emissões de poluentes.

O grupo disse que vai mexer na remuneração de executivos e os bônus, para ficarem mais perto dos níveis de lucratividade, e que reduzirá a complexidade da produção e o número de funcionários.

A empresa não informou quantas demissões pretende fazer no processo e nem em que locais elas deverão ocorrer.

O foco será em cortes de custos na marca Volkswagen e na Audi.

O presidente-executivo do grupo, Herbert Diess, disse que não foi possível fechar um acordo com os sindicatos para aumentar a rentabilidade da marca Volkswagen em 2018. A margem de vendas caiu para 3,8% no ano passado, de 4,2% em 2017.

"O custo do trabalho é uma grande preocupação para nós. Faz parte da disputa que estamos tendo atualmente com sindicatos. Nosso plano era melhorar a produtividade e diminuir os custos e isso não deu certo em 2018", afirmou Diess a analistas, segundo a agência Reuters.

GM e Ford

A Grupo Volkswagen é o terceiro gigante do setor automotivo a anunciar cortes de empregos em busca de melhores resultados financeiros.

A General Motors (GM) anunciou no fim do ano passado um plano para fechar fábricas e demitir trabalhadores na América do Norte.

No Brasil, onde é líder em vendas com a marca Chevrolet, a GM tem negociado redução de salários, entre outras medidas. O presidente para a região chegou a alertar funcionários sobre 'momento crítico que exige sacrifícios de todos'.

A Ford anunciou, no último dia 19, o fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a mais antiga da montadora no Brasil. Com ela, encerrará a produção de caminhões na América do Sul, o que a empresa justificou como "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações" na região.

A montadora também está fazendo cortes na Europa e, segundo a Reuters, demitindo trabalhadores na China.

Recentemente, Ford e Volkswagen anunciaram uma aliança para produção de veículos.

Fonte: G1

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