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09 MAR

Especial Óleo Lubrificante: até quando usar o óleo que sobrou na troca?

Lubrificantes sintéticos são mais resistentes à degradação e podem suportar melhor a exposição ao tempo (Reprodução/Quatro Rodas)

Quando se opta pela troca tradicional em postos de combustíveis ou em concessionárias, durante a revisão do carro, é normal receber a embalagem com o que restou do óleo novo.

Como contamos na reportagem do óleo a granel, a maioria dos carros usa uma quantidade fracionada de lubrificante (4,2 litros, por exemplo).

Nesse caso, o consumidor teria de comprar cinco embalagens de 1 litro e restaria uma com 800 ml. O que fazer com esse restante?

Uma boa prática de economia é guardar a sobra de lubrificante para a próxima troca ou para completar o nível do lubrificante após algum tempo.

O consultor técnico da Shell, Otávio Campos, explica que um pequeno consumo de óleo pelo motor ao longo do intervalo da troca é considerado normal e até previsto no manual da maior parte dos carros.

Por isso, recomenda-se observar o nível do óleo semanalmente e completá-lo se necessário usando essa sobra.

No entanto, é preciso atentar que a validade do lubrificante expressa no rótulo se refere somente ao produto fechado. Após aberta a embalagem, o óleo passa a ter contato com o ar e a umidade, e começa a se degradar naturalmente com o tempo.

“Não há como estabelecer um prazo de validade exato após a abertura da embalagem original, mas é uma boa prática seguir o mesmo conceito de troca previsto no manual do veículo, ou seja, utilizar a sobra em no máximo um ano”, aconselha o consultor.

Lubrificantes sintéticos são mais resistentes à degradação e podem suportar melhor a exposição ao tempo.

Independentemente do tipo de óleo, o armazenamento também é de grande importância para sua preservação: a embalagem deve estar bem fechada e guardada em lugar seco e sem exposição ao sol, calor ou chuva.

A Mobil lembra ainda que nunca se deve misturar esse óleo que sobrou com lubrificantes de viscosidade, tecnologia ou marca diferentes no caso de guardá-lo para uma próxima troca, sob pena de perda de eficiência e danos ao motor.

Fonte: Quatro Rodas

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