Novidades

14 FEV

Apareceu: VW Golf geração 8 dá as caras na África do Sul, mas e o Brasil?

Capô prolongado e faróis mais baixos deixaram Golf Mk8 talvez mais… Tristonho? (Reprodução/Carscoops/Internet)

Ele deu as caras! Com sua já conhecida imponência e classe, o tão esperado Volkswagen Golf de oitava geração (Mk8) foi flagrado, sem nenhuma camuflagem, na África do Sul.

Curiosamente, também foi no país africano que o atual Polo surgiu pela primeira vez sem nenhum tipo de camuflagem ou cobertura para esconder seus traços.

Quando o assunto é VW Golf, não há dúvidas: a espera é gigantesca. Desde a primeira geração, de 1974, o hatch médio ganhou o coração do público – também dos brasileiros – e se tornou um dos grandes sucessos da Volkswagen mundo afora. Será que a próxima geração fará jus à fama?

Pelas imagens, é visível a preocupação da Volkswagen em conservar a silhueta do dois volumes nesta nova versão. Afinal, o Golf continuará usando a plataforma MQB já conhecida da geração 7.

Estão perceptíveis as mudanças de design nos faróis e lanternas – que o deixaram menos com uma expressão aparentemente menos “malvada” -, além de um capô prolongado, invadindo o nicho da grade, e para-choques dianteiro e traseiro mais proeminentes e com novos recortes.

Ainda assim, não é difícil de reconhecer que se trata de um Golf, principalmente por sua icônica e larga coluna C.

Por este ângulo o Golf Mk8 se parece muito com a geração atual (Reprodução/Carscoops/Internet)

Seguindo o calendário da marca, a produção do novo Golf começará em junho deste ano.

Espera-se da oitava versão a utilização de motores turbo, de três e quatro cilindros, a gasolina e a diesel, além de versões híbridas e também elétricas.

Mas e o Brasil? Por aqui o futuro do modelo está um bocado nebuloso. Com a chegada dos SUVs, as vendas dele e do segmento de hatches médios despencaram nos últimos anos, tornando-o um veículo praticamente inviável para produção nacional.

A Volkswagen não confirma, mas são grandes as chances de que o Golf deixe de ser fabricado em São José dos Pinhais (PR) assim que for iniciada a produção da picape Tarok. O então presidente da empresa já comentou sobre essa possibilidade em 2017.

Sem Golf nacional, seria preciso importá-lo, mas de onde? México? Não, pois o fabricante já decidiu que também não montará mais o dois volumes em Puebla.

Aparentemente a opção mais provável seria voltar a trazê-lo da Alemanha, o que certamente provocaria uma redução na gama de versões e motores destinados ao Brasil. Não anima muito, mas ainda assim é melhor do que a aposentadoria…

Enquanto não temos nenhum direcionamento concreto sobre isto, o que nos resta é esperar por mais spoilers desta nova geração.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais