Novidades

18 JUN
Colecionador reúne 2 mil Fuscas entre miniaturas e carros em tamanho real

Colecionador reúne 2 mil Fuscas entre miniaturas e carros em tamanho real

Se esses Fuscas falassem, histórias não faltariam para contar. Sob os cuidados do colecionador Francisco Varca Júnior, de 62 anos, estão guardados carros em tamanho real e miniaturas, frutos de uma coleção de três décadas. São mais de dois mil Fuscas guardados com cuidado em uma casa de temporada em Campos do Jordão (SP).

A coleção também inclui uma Kombi e outras 1,2 mil miniaturas do mesmo veículo. Na propriedade, no meio da Serra da Mantiqueira, os modelos estão guardados em anexos distintos, como se estivessem mesmo em uma espécie de “box” automobilístico. Não seria exagero dizer que a casa tem mais espaço para os carros do que para o próprio morador.

Logo na entrada da propriedade, estão estacionados os dois modelos prediletos de Varca: um Fusca de 1970 e outro de 1969, este uma versão do primeiro carro que ganhou como presente do pai aos 18 anos. “Fui montando tudo devagar, aos poucos. Comprando alguns lá fora e ganhando outros de presente. Não imaginava que eu ia chegar onde cheguei", diz.

Em outra repartição da casa, estão os Fuscas em miniatura. O espaço foi construído especialmente para abrigar a coleção e é um dos lugares onde o aposentado passa mais tempo. Ali, estão versões infantis e para colecionadores, além de chaveiros, quadros, relógios, souvenires, e outros itens relacionados ao carro ou à montadora Volkswagen. “Esse aqui é meu vício. Passo bastante tempo aqui e esqueço da vida", diz.

No “box” seguinte, outros sete Fuscas de modelos e décadas distintas. Um dos que mais chamam a atenção é um “Zé do Caixão”, de 1969, mais utilizado como táxi no passado. Para cuidar dos veículos, ele conta com a ajuda de um caseiro, seu braço direito em Campos. Ao todo, ele diz que pelas mãos deles já passaram 54 Fuscas em todos estes anos.

Kombi
É tanto Fusca, que nem mesmo o jardim escapa. A céu aberto, entre uma edícula e outra da casa, está a carcaça colorida de um modelo, que serve como vaso para algumas plantas. No próprio corpo do aposentado há uma tatuagem que mistura os traços do Fusca, da Kombi e do New Beetle.

Em outro anexo da casa, estão guardadas versões da Kombi em miniatura e uma em tamanho real, adquirida a pouco menos de dez anos. Apesar de não ter o mesmo lugar cativo conquistado pelo Fusca, a Kombi já proporcionou momentos de emoção à família de Varca. Foi nela que ele levou uma das filhas à igreja para se casar. “Como eu não gosto de meia preta, a única condição para eu usar [as meias] no dia do casamento, era se a minha filha chegasse com a minha Kombi. Ela aceitou e foi bacana, foi muito emocionante", conta Varca.

Valor
Toda a coleção de Varca foi formada aos poucos, com aquisições próprias e presentes de amigos e parentes. Entre tantas versões, uma das que guarda com mais carinho é um modelo minúsculo de Fusca banhado a ouro. O item foi um presente do seu pai especialmente para compor a coleção.

“Esse guardo com cuidado. Não por ser de ouro, mas por ter sido um presente do meu pai. Tem um valor sentimental irreparável”, afirma. Os valores financeiros entre as miniaturas podem até variar, mas no fundo, é notável que o valor sentimental e a paixão do aposentado por um dos carros mais populares do país são uma só.

Fonte: G1

Mais Novidades

02 JAN
Uso severo, o inimigo oculto que maltrata seu carro

Uso severo, o inimigo oculto que maltrata seu carro

Trânsito pesado: clássico caso de uso severo (Carlos Hauck/Quatro Rodas) Muito se fala em uso severo do carro. No manual do proprietário, ele até é usado para definir o intervalo de revisão, que nessas condições costumam ser feitas na metade da quilometragem-padrão. Porém, não há unanimidade sobre o tema, já que cada fabricante tem seus parâmetros de projeto dos veículos. Mas há conceitos que a indústria e especialistas... Leia mais
02 JAN
Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Célia: passageiros perguntam sobre o cheiro estranho (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Quem tem ar-condicionado pode se dar ao luxo de deixar o mau cheiro do lado de fora do carro. Pena que a regra não esteja valendo para alguns donos de Jeep Compass, que enfrentam o constante odor de mofo mesmo em veículos novos. Proprietário de um Longitude 2016, o advogado Eduardo Donato, de Campina Grande (PB), percebia que algo não estava bem já... Leia mais
02 JAN
Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

– (Paulo Bitu/Quatro Rodas) Esta época do ano é propícia para viajar. E, para quem tem animal de estimação, fica a dúvida de como transportá-lo. Já pensou nas cadeirinhas dobráveis? Práticas e leves, elas quase não ocupam espaço quando estão fora de uso. No nosso teste, comparamos três marcas para cães de pequeno e médio portes. “Para a segurança de todos e até evitar multas, é recomendável levar o pet em cadeiras... Leia mais
02 JAN
Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Futuro Creta terá elementos do Intrado, carro-conceito de 2014 (Divulgação/Hyundai) As vendas do Creta seguem a pleno vapor e, para que continuem assim, a Hyundai já trabalha na segunda geração do SUV compacto. Mas já? Pensando bem, nem é tão cedo assim. É bom lembrar que o Creta – vendido em outros mercados como ix25 – foi lançado na Índia em 2014. Isso explica por que a Hyundai do Brasil, antes do lançamento aqui, negava... Leia mais
02 JAN
Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Fiat Weekend: após 20 anos de mercado deixará de ser produzida (Divulgação/Fiat) Arara-azul, onça-pintada e mico-leão-dourado são exemplos de animais em extinção no Brasil. Já na fauna automotiva, algumas espécies também correm o risco de sumir (ou até já sumiram) do mapa. E não estamos falando apenas de números de vendas, mas de modelos à disposição do consumidor. Dizimadas pelos SUVs, é cada vez mais raro avistar peruas... Leia mais
29 DEZ
Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Reparo de caixa automática: só com mão de obra especializada (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Até os anos 90, câmbio automático era mais rotulado que uísque comprado no Paraguai. “É caro de manter” e “Dá muito problema” eram as frases que faziam as pessoas abrirem mão desse conforto. Mas ainda bem que o tempo passou. Hoje já tem carro compacto com mix de vendas equilibrado entre a versão automática e a manual. Você... Leia mais