Novidades

18 JAN

'10 years challenge': carros que mudaram muito ou quase nada em 10 anos

A brincadeira da vez nas redes sociais é o desafio dos 10 anos - ou o #10yearchallenge, traduzindo para a linguagem das hashtags. A corrente se baseia na comparação de fotos pessoais atuais e de 10 anos atrás.

E os carros não ficaram de fora. O G1 selecionou alguns modelos do mercado brasileiro para participarem do desafio. Eles foram separados em dois grupos: os que mudaram muito e os que ficaram (quase) com a mesma cara.

O critério? Basta que eles já existissem em 2009 e continuem à venda em 2019. Não é o caso de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e a grande maioria dos SUVs.

Eles mudaram muito

O Ford Ka deixou de ser um subcompacto popular de duas portas para apostar no segmento dos hatches de entrada. Atualmente, além da opção com câmbio automático, ele tem ainda a versão sedã - fora de qualquer cogitação há 10 anos.

O sedã mais vendido do Brasil nem sempre teve tecnologias de segmentos superiores e até câmbio automático. Em 2009, o Chevrolet Prisma ainda fazia parte da espartana família Celta.

Sedã médio mais vendido do país, o Toyota Corolla mudou bastante para tentar afastar o jeito de "tiozão" das gerações passadas e se aproximar do visual mais esportivo do Honda Civic.

Há 10 anos, o Ford EcoSport estava na segunda fase da primeira geração e reinava absoluto no segmento ainda vazio dos SUVs compactos. Hoje, também na segunda fase, mas da segunda geração, o precursor da categoria está longe da primeira colocação do ranking.

Assim como todas as demais picapes, a Chevrolet S10 evoluiu em estilo para ficar mais próxima dos automóveis, com direito a versões de apelo "esportivo" como a Midnight.

O Volkswagen Polo é um caso de morte e ressurreição. Ele saiu de linha no Brasil em 2015 por estar defasado em relação ao europeu - estávamos uma geração atrás do Velho Continente. No final de 2017, o modelo retornou alinhado com a Europa e, em 2018, apareceu como um dos carros mais vendidos do país.

Ele não mudaram quase nada

Quando chegou à terceira geração (popularmente chamada de G5) em 2008, o compacto revolucionou o mercado pela concepção moderna. Mas o tempo passou e o Volkswagen Gol permanece quase o mesmo - de lá para cá, ganhou algumas atualizações pontuais no visual e câmbio automático.

Neste caso, até um desafio de 20 anos daria certo. A Fiat Strada é basicamente o mesmo carro desde 1998, quando foi lançada no Brasil. Foram 5 mudanças significativas no visual, mas em 2009 a picape já trazia a mesma cara que mantém até hoje.

A quarta e atual geração do maior SUV da Mitsubishi foi apresentada mundialmente em 2006. A marca engavetou planos de desenvolver um novo Pajero Full, mas nenhuma decisão concreta foi tomada até hoje e ele segue sem mudanças significativas.

A perua emancipada do Fiat Palio passa pela mesma situação da Strada, ou até pior. Ela mantém o mesmo projeto desde 1997, também com seguidas reestilizações. Um dos pontos que denunciam a idade da Weekend é o posicionamento das saídas de ar, muito baixas, como há 22 anos.

O compacto teve apenas uma geração e três reestilizações em toda sua vida. Apesar da tentativa de aproximação do "irmão maior" Golf, as maiores diferenças ficaram para o interior. Por fora, o Volkswagen Fox de 2019 ainda lembra muito seu antepassado de 10 anos atrás.

Os 10 anos que se passaram deram ao Dodge Journey apenas para-choques redesenhados, lanternas com novo arranjo interno e interior com linhas mais arredondadas por influência da italiana Fiat. No mais, ele permanece praticamente o mesmo sem data para sair de linha ou ganhar uma nova geração.

Fonte: G1

Mais Novidades

18 JUN

Motorista que atropelou e matou em SP paga fiança de R$ 4,7 mil e responde a processo em liberdade

A motorista Claudia Lemes de Souza, 45 anos, que atropelou quatro pessoas e matou duas delas no dia 24 de maio, na Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia, na Zona Oeste de São Paulo, pagou fiança de R$ 4.770 para responder ao processo em liberdade e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida. O caso está em segredo de Justiça. Na última semana, outros dois casos de atropelamento com morte aconteceram na cidade, e os motoristam estavam embriagados, de acordo com a polícia. ... Leia mais
18 JUN

Delegado do DF liberou motorista embrigado que atropelou ciclista um mês após novas regras da Lei Seca

A Polícia Civil do Distrito Federal desconsiderou as novas regras da Lei Seca um mês após a norma começar a valer, com mais rigor para o motorista que provocar acidentes com vítimas. Um jovem de 21 anos que estava embrigado atropelou um ciclista no dia 19 de maio e foi indiciado por um artigo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que sequer faz referência a lesões corporais. Levantamento do G1 mostra que punições mais severas não impediram motoristas de misturar álcool e... Leia mais
18 JUN

Família cobra cumprimento da Lei Seca a motorista solto no mesmo dia em que matou universitário atropelado em MT

O motorista que atropelou e matou o universitário Marcos Dourado, de 29 anos, no dia 7 de maio, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, está solto. A vítima estava em uma motocicleta e morreu no local do acidente. Daniel de Deus Pereira, de 33 anos, que dirigia uma caminhonete, foi preso no mesmo dia do acidente depois de ter fugido e teve a liberdade concedida pela Justiça, também no mesmo dia, porque não havia espaço no sistema prisional. Autuações pela Lei... Leia mais
18 JUN

Brasil é um dos poucos países com tolerância zero para álcool e direção

A “Lei Seca” brasileira, que tem tolerância zero para concentração de álcool no sangue de qualquer motorista, está entre as mais rígidas no mundo, ao lado de países, como Hungria, Romênia, Eslováquia, República Tcheca, Marrocos, Paraguai e Uruguai – sem contar os países que baniram o álcool por motivos religiosos. Essa regra é mais exigente que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) de limites menores que 0,5 g/L no sangue para motoristas em geral e... Leia mais
18 JUN

Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos; veja o que pode e o que não pode

Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada “Lei Seca”, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país, segundo um levantamento do G1. No entanto, essa lei... Leia mais
18 JUN

Autuações pela Lei Seca crescem ano a ano e já passam de 1,7 milhão desde 2008

Em 19 de junho de 2008 entrava em vigor a Lei 11.705, que ficou conhecida como “Lei Seca” por reduzir a tolerância com motoristas que dirigem embriagados, colocando o Brasil entre os países com legislação mais severa sobre o tema. No entanto, a atitude dos motoristas pouco mudou em 10 anos. Um levantamento do G1, por meio da Lei de Acesso à Informação, somou mais de 1,7 milhão de autuações com crescimento contínuo desde 2008. O avanço nos últimos 5 anos ficou acima... Leia mais