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14 JAN

Toyota Supra tem nova geração revelada no Salão de Detroit

O Toyota Supra enfim chega à sua quinta geração. O esportivo foi revelado oficialmente no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, 17 anos após o modelo anterior ter saído de produção. Como em todos os seus antepassados, não abandona o motor de seis cilindros.

A motorização "tradicional", porém, não será a única opção. Além do 3.0 de seis cilindros em linha turbo, que entrega 340 cavalos de potência e 51 kgfm de torque (o mesmo do BMW Z4), o cupê também pode ser equipado com um 2.0 turbo de quatro cilindros em dois níveis: 197 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque ou 258 cavalos e 32,6 kgfm.

Independentemente do motor, todas as configurações são acompanhadas pelo câmbio automático de 8 marchas e pela tração traseira.

De acordo com a marca, a versão SZ (com 197 cavalos) vai de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos, contra 5,2 segundos da SZ-R (de 258 cavalos). A mais potente, com 340 cavalos, faz o mesmo percurso em 4,3 segundos.

Ainda segundo a Toyota, o Supra foi concebido além de dados de potência e torque, tendo como prioridade a dinâmica de condução e, consequentemente, números apurados de entre-eixos, distribuição de peso e baixo centro de gravidade.

O entre-eixos de 2,47 metros do esportivo é um dos menores da categoria, o centro de gravidade é mais baixo em relação ao GT 86 e a distribuição de peso é de 50/50.

A estrutura também recebeu atenção especial, construída com alumínio e aço, com rigidez de cerca de 2 vezes e meia a vista no GT 86. O sistema de suspensão pode ser variável ativa, otimizando a condução de acordo com o modo de direção selecionado.

Design funcional

A aparência é mais um dos pontos altos do novo Supra. Ele tem volumes pronunciados, como os para-lamas traseiros e o teto com duas "bolhas", e vincos que atuam como entrada e saída de ar, ou até como aerofólio. Tudo isso influencia diretamente na aerodinâmica do esportivo.

Uma outra solução, desta vez funcional para os olhos, é o posicionamento de faróis e lanternas voltados para o centro e não para as extremidades, alargando visualmente a carroceria.

A cabine tem traços sóbrios típicos dos modelos japoneses, mas remetem à esportividade do Supra com bancos do tipo concha, costuras aparentes e de cores contrastantes, e o desenho do volante, com aparentemente de pegada esportiva.

O quadro de instrumentos é totalmente digital e dá destaque ao conta-giros.

Fonte: G1

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20 JAN
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