Novidades

02 JAN

Preço médio da gasolina e do diesel nas bombas termina 2018 em alta

O preço médio da gasolina e do diesel terminou o ano em alta para o consumidor final, embora nas refinarias o valor cobrado pela Petrobras tenha recuado em 2018.

Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (2) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), na última semana o preço médio da gasolina nas bombas ficou em R$ 4,344 por litro, e o do diesel, em R$ 3,451. Com isso, a três dias do final do ano, os preços acumulavam em 2018 alta de 5,97% e 3,75%, respectivamente.

O valor da gasolina e do diesel nas bombas representa uma média de preços calculada pela ANP a partir dos dados coletados nos postos e, portanto, pode variar de acordo com a região.

As altas fica acima da inflação esperada para 2018, de 3,69% segundo o relatório “Focus”, do Banco Central. A estimativa leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país.

Refinarias

O aumento acontece em meio ao recuo dos valores dos combustíveis nas refinarias. De acordo com dados disponibilizados pela Petrobras e compilados pela agência Reuters, até sexta-feira (28) o preço médio da gasolina nas refinarias acumulava recuo de quase 11% em 2018, a R$ 1,5087 por litro. No caso do diesel, a retração é de cerca de 4,6%, cotado a R$ 1,8088.

Os cortes fazem parte da política de preços da Petrobras que busca acompanhar as cotações internacionais. Dessa maneira, a petroleira reajusta os valores do combustível quase diariamente, em uma variação que depende de fatores como o câmbio e o preço do barril de petróleo. O repasse ou não dos reajustes para o consumidor final depende dos postos.

Segundo cálculo mais recente da Petrobras, o preço que a empresa cobra nas refinarias representa menos de um terço (28%) do valor pago pelos consumidores.

Em novembro, a ANP chegou a pedir que as principais distribuidoras de combustíveis esclarecessem por que a redução do preço da gasolina nas refinarias não vinha sendo repassada para o consumidor final.

Na ocasião, os números sugeriam que os postos vinham aumentando sua margem de lucro. Em novembro, 18% do preço final correspondia aos custos e lucro dos distribuidores e postos de gasolina (contra 14% no mês anterior). Agora em dezembro, essa fatia voltou aos 14%, mas permanece acima de patamares registrados no primeiro semestre. Em maio, por exemplo, era de 12%.

Etanol e gás de cozinha

A ANP também divulga o preço médio do etanol e do gás de cozinha. Na semana terminada em 29 de dezembro, o valor médio por litro do etanol era de R$ 2,823 - o que representa uma queda anual de 3,05%.

Já o valor médio do botijão de gás de cozinha terminou o ano em R$ 69,21. Com isso, houve alta de 2,67% em 2018.

Fonte: G1

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais