Novidades

28 NOV

Ghosn admite existência de plano para receber pagamentos após aposentadoria, diz imprensa japonesa

O ex-presidente da Nissan Motor, o brasileiro Carlos Ghosn, admitiu a existência de um plano para receber pagamentos milionários depois que encerrasse suas funções como executivo da empresa, mas negou que tenha assinado o mesmo, informou nesta quarta-feira (28) a emissora japonesa "NHK".

Ghosn foi preso em Tóquio em 19 de novembro e acusado de supostamente ter ocultado das autoridades parte da renda que ele tinha recebido ou acordado com a Nissan como parte de suas funções como presidente da empresa japonesa.

Muitos desses recursos, segundo informações que vazaram à imprensa nos últimos dias, fazem parte das somas de dinheiro que Ghosn receberia quando deixasse de ser presidente da Nissan, uma renda que, segundo alguns especialistas, ele teria que ter declarado ao fisco japonês.

De acordo com a "NHK", que citou fontes ligadas ao caso, Ghosn admitiu em seus depoimentos diante dos responsáveis das investigações que existe um documento que revela a "enorme remuneração" que ele receberia da Nissan quando se aposentasse.

No entanto, segundo a mesma fonte, Ghosn alega que não assinou tal documento.

Segundo notícias sobre o caso que circularam anteriormente, outro diretor da Nissan, Greg Kelly, que também foi detido, é a pessoa que provavelmente desempenhou um papel-chave na definição dos critérios para o pagamento dos valores que Ghosn receberia quando deixasse suas funções.

As autoridades fiscais do Japão acusaram Ghosn de não declarar uma renda avaliada em 5 bilhões de ienes (US$ 44 milhões) que ele supostamente teria recebido entre 2011 e 2014.

Algumas versões veiculadas na imprensa, no entanto, indicam que essa soma de dinheiro pode fazer parte dos valores atribuídos para depois de sua aposentadoria, e que não foram pagos durante os anos mencionados.

Segundo a "NHK", Ghosn alega que pediu a Kelly que determinasse a legalidade desses pagamentos diferidos, e este lhe confirmou que o esquema para não declarar fiscalmente as somas que receberia estava de acordo com as leis japonesas.

A "NHK" afirma que o Ministério Público japonês decidiu que as regras atuais obrigavam Ghosn a declarar esses valores às autoridades uma vez que as quantias estivessem estabelecidas, mesmo que ainda não tivesse recebido os pagamentos.

Ghosn está detido em uma prisão de Tóquio à espera de conhecer a acusação formal contra si.

Na quinta-feira passada, o executivo brasileiro foi destituído de suas funções da Nissan e na segunda-feira também foi substituído na presidência da Mitsubishi, outra montadora controlada pela Nissan e que também era dirigida por Ghosn.

Fonte: G1

Mais Novidades

27 NOV

Yamaha MT-07 2019: primeiras impressões

A Yamaha MT-07 2019 acaba de chegar às lojas brasileiras, com ABS de série, e preço de R$ 33.790. Com as primeiras mudanças importantes desde o lançamento em 2015, a moto evoluiu, mas também teve aumento no preço. Quando foi apresentada no mercado brasileiro, há 3 anos, o modelo era vendido por R$ 28.490, em sua versão com ABS, e R$ R$ 26.990, na opção sem o sistema de segurança que deixou de existir. Na versão 2018, a MT-07 ABS já estava mais cara e era vendida por R$... Leia mais
27 NOV

Carlos Ghosn é suspeito de transferir perdas por investimentos pessoais para Nissan, diz jornal

O ex-presidente do conselho de administração da Nissan Carlos Ghosn transferiu perdas sofridas em investimentos particulares durante a crise financeira de 2008 para a montadora, evitando prejuízo pessoal de milhões de dólares, disse o jornal japonês Asahi Shimbun nesta terça-feira (27). Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora Citando múltiplas fontes não identificadas, o jornal disse que o executivo repassou prejuízo de 1,7 bilhão de ienes (US$ 15 milhões) para... Leia mais
27 NOV

Prisão de Carlos Ghosn: o que se sabe até agora

Uma semana depois da prisão surpreendente que repercutiu em todo o mundo, o brasileiro Carlos Ghosn, segue detido no Japão. Desde então, ele foi destituído da presidência do conselho de duas das três montadoras que comandava: da Nissan e da Mitsubishi. Ghosn ainda é presidente-executivo e lidera o conselho da Renault, que criou um comando interino. Juntas, as 3 marcas foram o grupo que mais vendeu carros no mundo em 2017, daí a importância da prisão do brasileiro. ... Leia mais
26 NOV

Trump se diz 'decepcionado' com decisão de GM de fechar fábricas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se orgulha dos seus esforços para impulsionar o setor industrial, declarou estar "decepcionado" com o possível fechamento de fábricas e corte de milhares de postos de trabalho na General Motors, anunciado pela gigante automotiva nesta segunda-feira (26). Trump disse que falou com Mary Barra, diretora executiva da primeira montadora de automóveis dos Estados Unidos. "Disse a ela que estava decepcionado", contou. E assegurou:... Leia mais
26 NOV

ONG questiona símbolos de estado e município em placas do padrão Mercosul

O Observatório Nacional de Segurança Viária pediu o adiamento da adoção das placas do padrão Mercosul por 90 dias. De acordo com a ONG, as placas brasileiras ficariam em desacordo com o padrão usado em outros países, como Argentina e Uruguai. A diferença está nos brasões do Estado e do município de origem do veículo. Nos países vizinhos, não há tais indicações nas placas. Para a entidade, a inclusão dos símbolos não é necessária, pois, além de gerar gastos... Leia mais
26 NOV

Ação da GM sobe 4,79% nos EUA após anúncio de plano de reestruturação

A ação da General Motors teve forte alta nesta segunda-feira (26), depois que a companhia anunciou um plano de reestruturação que pode fechar 5 fábricas na América do Norte e cortar 15% do total de empregados. Em Nova York, o papel da empresa subiu 4,79%, a US$ 37,65. As medidas anunciadas pela GM têm como objetivo promover uma economia de US$ 6 bilhões. O plano, segundo a Associated Press, o plano pode levar à demissão. O mercado acionário dos Estados Unidos se... Leia mais