Novidades

16 NOV

Salão do Automóvel tem test-drive de carros elétricos; público conta como é dirigir pela primeira vez

Uma das mais fortes tendências do Salão do Automóvel de 2018 são os carros elétricos. A edição deste ano marcou o lançamento de 3 modelos: Chevrolet Bolt, Nissan Leaf e Renault Zoe.

Mas os três não são os astros apenas dos estandes das marcas. Eles também estão presentes do lado de fora do São Paulo Expo, onde os participantes podem dar uma voltinha, no que, muitas vezes, é o primeiro contato com um veículo elétrico.

Ainda que dificilmente os motoristas passem dos 30 km/h em trajetos de cerca de 5 minutos, é possível notar a surpresa pela ausência de barulho, ou então pela agilidade das respostas no acelerador.

O corretor de seguros Glaucio Moura se surpreendeu com a força da frenagem regenerativa do Bolt.

“Muitas vezes nem preciso pisar no freio”, disse Glaucio Moura, visitante do salão.

Ele e a filha, Paula, dirigiram um veículo elétrico pela primeira vez no Salão do Automóvel.

A mesma experiência teve o empresário Ademir Lopes Correia, que veio de Bauru (SP) apenas para visitar o Salão. “Estou de olho em um Leaf, por isso vim dirigir”, contou. Depois de andar no carro, Correia afirmou que o desempenho o surpreendeu. “Não esperava que andasse tão bem”.

Dono de um Jeep Compass e uma Toyota RAV4, ele disse que certamente terá um carro elétrico um dia. “O preço ainda atrapalha. Mas meu próximo carro será um híbrido”.

Ao rodar com o Renault Zoe, o engenheiro Jonathan Correia Santos camparou as diferenças em relação aos carros movidos à combustão.

"A sensação que eu tive é que o carro elétrico é um veículo extremamente silencioso", apontou o engenheiro. No entanto, o desempenho o decepcionou um pouco.

"Eu tinha uma expectativa bem maior em relação à aceleração, mas o carro não atendeu minha expectativa", disse Jonathan Correia dos Santos.

Preço é um empecilho

Custando todos mais de R$ 140 mil, os novos elétricos do mercado brasileiro estão chamando a atenção, porém, o preço ainda pode ser uma barreira.

"É 'carinho' né? Estaria competindo com carros bem acima", disse a engenheira Gabriela de Paiva Siqueira.

"Talvez eu preferisse um Civic 1.5 turbo", brincou a engenheira. O modelo da Honda movido à gasolina é vendido por R$ 127.600, o que faz ter preço menor que o dos modelos elétricos.

Como dirigir

Qualquer motorista habilitado pode andar nos veículos elétricos do Salão do Automóvel. Além do trio que está à venda, há outros modelos híbridos e elétricos, como BMW i3, Mitsubishi Outlander PHEV, Renault Twizy e até Porsche Panamera e-Hybrid.

Para dar uma voltinha nos modelos, basta ir até as áreas específicas de test-drive, que ficam fora do pavilhão. No fundo fica a New Mobility, que reúne a maior parte dos modelos. Lá é preciso se cadastrar e agendar um horário. Na hora do teste, o motorista precisa assoprar um bafômetro.

Chevrolet e Nissan também possuem um espaço próprio, na lateral do São Paulo Expo. O esquema é parecido, e consiste em fazer cadastro e agendar um horário.

De acordo com as empresas, por dia, cerca de 250 pessoas fazem test-drive em cada local. Ainda assim os veículos só são recarregados durante a noite.

Fonte: G1

Mais Novidades

23 FEV

Fiat reduz preço do Grand Siena com chegada do Cronos

Grand Siena passa a ser o sedã de entrada da Fiat (Divulgação/Fiat) A estratégia da Fiat em vender o Cronos com preços a partir de R$ 53.990 foi agressiva. O novo sedã compacto é mais barato que a maioria dos seus principais concorrentes e levou a Fiat a rever os preços dentro de casa. O Grand Siena, que estreou aqui em 2012, foi reposicionado. A versão Essence 1.6, que custava a partir de R$ 58.690, saiu de linha e a versão Attractive 1.4 teve... Leia mais
23 FEV

Lada Niva pode voltar ao Brasil (e ser produzido aqui)

Jipe russo era conhecido pela robustez, mas fez sucesso por ser barato (Christian Castanho/Quatro Rodas) O Lada Niva completou 40 anos em produção no ano passado. E, ainda que tenha levado quatro décadas, a fabricante russa finalmente percebeu que o jipe indestrutível precisa de uma nova geração. Com um bônus: há planos de produzi-la no Brasil. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, o novo Niva será fabricado dentro das instalações da Renault em... Leia mais
23 FEV

Top ten: o design das lanternas que fugiram do tradicional

Ó pátria amada Lanternas fazem homenagem ao país (Divulgação/BMW) Os Mini são fabricados no Reino Unido desde 1959 e sempre foram o orgulho da nação. Na linha 2019 (sim, eles já estão um ano à frente), a empresa quis homenagear o país nas lanternas, que trazem a bandeira britânica embutida. Olhos de lince Parece ou não o olhar de um felino? (Divulgação/Jaguar) Um Jaguar é projetado para parecer ágil e agressivo, tal como o felino que... Leia mais
22 FEV

Nova Amarok V6 é tão rápida quanto um Sandero R.S.

Novo motor tem 225 cv de potência, mas pode gerar 245 cv por alguns momentos (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas) O Brasil já teve algumas picapes médias com motores V6, como a pujante Chevrolet S10 com motor V6 4.3 Vortec a gasolina e a Mitsubishi L200 3.5 V6 flex. Mas a Volkswagen Amarok é a primeira com motor V6 turbodiesel e custa menos do que as concorrentes com motores de quatro e cinco cilindros. O mais impressionante é que a picape é tão... Leia mais
22 FEV

Vídeo: veja como o halo alterou a visão dos pilotos da F1

O arco à frente dos pilotos ainda rende polêmicas ao longo da pré-temporada da Fórmula 1 (Red Bull/Divulgação) A estranheza começa pelo nome: halo. Esse dispositivo em forma de arco que visa proteger a cabeça dos pilotos da Fórmula 1 é o principal assunto antes da temporada começar, no dia 25 de março, na Austrália. Além do impacto estético, ainda há muitos questionamentos acerca da visão dos... Leia mais
22 FEV

Longa Duração: Compass pisca farol alto quando a seta é acionada

Piscada indiscreta: você dá a seta e o Compass lampeja o farol alto  (Christian Castanho/Quatro Rodas) Não é de hoje que o lampejo involuntário do farol alto incomoda os usuários do nosso Compass. “Para evitar a piscada é preciso um tremendo cuidado no acionamento da alavanca. Caso contrário, fazer a sinalização de modo natural é certeza de um breve lampejo”, diz o repórter Henrique Rodriguez. O editor Péricles Malheiros também se queixa... Leia mais