Novidades

25 OUT

Teste: Ousada, Nissan Frontier Attack marca a linha 2019 da picape

Aclamada no passado, versão Attack retorna com boas credenciais para brigar com Chevrolet S10 Midnight e Toyota Hilux Challenge. (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Quando desembarcou no Brasil em março do ano passado, a atual Frontier tomava tequila e assistia a Chaves. Nesse intervalo, a Nissan aprontava a fábrica de Córdoba (Ar-gentina) para receber a picape. E a hora da estreia chegou.

Em novembro, a Frontier que vem ao Brasil dança tango, come doce de leite e continua falando espanhol. Com outro sotaque, claro. O novo passaporte dobra o número de versões, traz melhorias no projeto e injeta mais tecnologia.

Versão intermediária tem visual incrementado (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Dentre todas as novidades, por sua vez, o retorno do nome Attack é uma das atrações. Antecipado por um conceito no Salão de Buenos Aires de 2017, a nomenclatura tem como grande premissa o visual.

De cara o que chama atenção são os adesivos no capô, laterais e tampa da caçamba.

Nem pense em puxar a Attack pela barra inferior: é só elemento estético (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A picape é alvo de olhares cobiçosos por onde passa – ainda mais com os estribos, barra inferior na dianteira, rack de teto e as rodas de 16 polegadas escurecidas com pneus off-road que completam o pacote.

Capô recebe grande adesivo preto fosco (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A partir dessa versão também estreia o novo multimídia. A tela de 6,2 pula para 8 polegadas e ganhou Apple CarPlay e Android Auto.

A interação é de forma mais intuitiva, porém o sistema fica devendo respostas mais ligeiras. O display TFT do cluster incoporou três novas funções: velocímetro digital, temperatura externa e bússola. É, vai que o 4G dá pau…

Nova central multimídia é compatível com Android Auto e Apple Carplay (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Em movimento, a Frontier mantém as características de uma picape raiz mesclada com dinâmica próxima à de um carro de passeio. O acerto da suspensão suaviza o quicar inerente a picapes e mantém a carroceria estável sem adernar perigosamente em curvas.

Os freios a tambor agora têm cilindros traseiros maiores. A pequena melhoria pôde ser comprovada na pista de testes, onde a distância de frenagem foi reduzida em média 1,3 metro em todas as medições.

Attack chega em novembro apenas com tração 4×4 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O diesel 2.3 biturbo de 190 cv e 45,9 mkgf tem força mais que suficiente para encarar o off-road e também subir rampa de shopping. Ainda mais com os melhores ângulos de ataque e saída do segmento: 31,6° e 27,2°. Tração 4×4 e câmbio automático de sete marchas fecham o conjunto mecânico.

Alça na coluna facilita o acesso à cabine (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Para os ocupantes traseiros, a Nissan corrige algumas falhas. Cinto de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes passam a ser de série. Os assentos foram esticados em 12,9 cm para aumentar a área de contato das pernas – que ficavam sobrando no modelo anterior.

Roda aro 16 é de série (Christian Castanho/Quatro Rodas)

O preço definitivo ainda não foi divulgado, mas a Attack vai ser tabelada perto dos R$ 150.000 – os preços oficiais da linha 2018 serão divulgados no Salão do Automóvel de São Paulo, que abre para o público em 8 de novembro. Em abril do ano que vem virá a versão 4×2.

Antes, em janeiro, a versão S 4×4 estreia de olho nos frotistas. O visual é rústico, com rodas de aço aro 16, mas os para-choques são pintados na cor da carroceria. O conjunto mecânico é mais simples. O 2.3 diesel perde uma das duas turbinas, gerando só 160 cv e 41 mkgf. Ela tem ainda tração 4×4 e câmbio manual de seis marchas.

Motor 2.3 biturbo tem 190 cv (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A Frontier S terá preço inicial na casa de R$ 135.000 – o mesmo da Fiat Toro diesel.

Preço da versão é estimado em R$ 150.000 (Christian Castanho/Quatro Rodas)

A versão XE assume os equipamentos da LE mexicana. Destaque para controle de cruzeiro, chave presencial e ar-condicionado de duas zonas, ao preço estimado de R$ 175.000.

A Attack tem só três cores: branco, preto, e vermelho (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Já a versão top, LE, integra rodas aro 18, seis airbags e teto solar. O elemento mais hi-tech é a visão 360°. Quatro câmeras dão um panorama completo do entorno – algo louvável para um veículo de 5,26 metros de comprimento. Com esses itens, o valor pode chegar perto dos R$ 200.000 – ou 1 milhão de pesos.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

31 JUL

Nissan começa produção da Frontier em sua nova fábrica de picapes na Argentina

A Nissan começou a produção da Frontier em sua nova fábrica de Córdoba, na Argentina, em cerimônia realizada nesta segunda-feira (30). Com capacidade para fazer 70 mil veículos por ano, a fábrica em Córdoba também será responsável por produzir as futuras Renault Alaskan e Mercedes-Benz Classe X. 50% das unidades feitas na Argentina serão destinadas à exportação. O Brasil será o primeiro país a receber a Frontier produzida por lá, o que está programado para... Leia mais
30 JUL

O carro elétrico será mais barato do que convencionais a combustão

O Toyota Mirai se beneficiaria muito com as novas tecnologias (Divulgação/Toyota)Se dependesse apenas dos custos de rodagem e manutenção, seria fácil convencer os consumidores a trocar seus carros a gasolina por modelos elétricos.Afinal, rodar com eletricidade é mais barato e a manutenção dos carros elétricos é bem mais simples e menos frequente.Um dos obstáculos à disseminação dos elétricos, porém, está no custo de compra dos carros, uma vez que, além de trazerem... Leia mais
30 JUL

Dez tecnologias que já foram motivo de prestígio para os carros

– (Reprodução/Quatro Rodas)Para atender a fase L2 do Proconve, o conversor catalítico – que reduz a toxicidade das emissões dos gases – foi introduzido no Brasil em 1992.VW e Ford aproveitaram a novidade para inserir em seus veículos o “selo de qualidade” na traseira junto ao nome dos carros.Se você até hoje ainda não sabe o que o catalisador faz, ou para quê serve, não se preocupe. Nos anos 90 ninguém sabia também.– (Reprodução/Quatro Rodas)A partir da linha 1957,... Leia mais
30 JUL

QUATRO RODAS de agosto: VW T-Cross + Melhor Compra 2018

Na edição de agosto de 2018 (Ed. 711), o VW T-Cross (Arte/Quatro Rodas)A edição de agosto de QUATRO RODAS já está nas bancas.Veja como será um dos três SUVs que a Volkswagen trará ao Brasil. Marca quer uma fatia do concorrido segmento dos utilitários compactos e enfrentar Honda HR-V, Jeep Renegade e Hyundai Creta.Fizemos um mega comparativo para colocar à prova o novato Toyota Yaris. O japonês recém-chegado enfrentou VW Polo, Fiat Argo, Hyundai HB20, Chevrolet Onix, Citroen C3 e... Leia mais
30 JUL

Teste: Lexus LS 500h, o japonês mais luxuoso do Brasil

Grade dianteira é o ponto alto do design (Christian Castanho/Quatro Rodas)Um dos fatores que influenciam na avaliação de um carro é a expectativa gerada pela imagem das marcas. Uma peça de acabamento de qualidade mediana pode ser alvo de críticas em carro de marca premium ou de elogios em modelo popular. No caso dos Lexus, a régua sobe, por isso vou começar este texto reclamando: não gostei do LS 500h que chega agora ao Brasil.O estilo ousado abusa dos frisos cromados (Christian... Leia mais
30 JUL

Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan?

No inédito Audi RS 3 Sedan (e também no hatch) os pneus mais largos ficam no eixo da frente (Divulgação/Audi)Por que os pneus traseiros são mais estreitos no Audi RS 3 Sedan? Como isso melhora o comportamento em curvas? – Remulo Lemos, Belo Horizonte (MG)Pneus mais estreitos têm menor aderência e, com isso, maior probabilidade a escorregar lateralmente. “Se fossem usados quatro pneus nas mesmas medidas, o RS 3 teria tendência a sair de frente em saídas de curva durante... Leia mais