Novidades

25 OUT

Este é o Volkswagen T-Cross, novo rival de Honda HR-V e Jeep Compass

O T-Cross é o primeiro SUV que a Volkswagen irá fabricar no Brasil (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

O Volkswagen T-Cross é um carro tão importante para a marca que mereceu esforço mundial: foi apresentado em evento simultâneo aqui no Brasil, na Holanda e na China.

Trata-se do primeiro SUV compacto da marca. Ele será responsável por colocar a Volks no mapa em uma categoria importante nos países desenvolvidos da Europa e nos emergentes da Ásia e Américas.

Rodas poderão ser de 16 ou 17 polegadas (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

O modelo será uma das atrações internacionais do Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias 8 e 18 de novembro.

Interior tem suporte de celular e painel digital, como no Polo e Virtus (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

As vendas estão programadas para o começo do ano que vem, mas, de acordo com fontes, pode atrasar para abril.

Nós já havíamos dirigido o Volkswagen T-Cross na Alemanha e aqui no Brasil. Agora, porém, podemos ver ele e todos os seus detalhes sem qualquer camuflagem.

Elemento plástico que une as lanternas não é funcional (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Por aqui, o futuro rival de Ford EcoSport, Honda HR-V e Jeep Renegade tem design diferenciado por dentro e por fora. 

O porta-malas do modelo nacional é menor por conta do estepe (Henrique Rodrigues/Volkswagen)

Para-choque frontal e a grade são exclusivos para as unidades fabricadas em São José dos Pinhais (PR), com direito a uma inscrição com o nome do SUV na parte inferior da peça.

O entre-eixos foi alongado em aproximadamente 8,5 cm (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

Você pode perceber algumas semelhanças com a nova geração do Tiguan, mas a intenção da Volkswagen foi fazer um carro mais jovem e com design mais ousado.

Modelo chega ao mercado ainda no primeiro semestre de 2019 (Henrique Rodriguez/Volkswagen)

Isso não a impediu, porém, de ter elementos de carros aventureiros, como molduras nas caixas de roda integradas com as saias, 

Inscrição “T-Cross” no para-choque é exclusiva da versão brasileira (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

A calibração da suspensão para o Brasil ainda rendeu vão livre em relação ao solo 1 cm maior, o que ajuda a deixar o carro mais imponente. O T-Cross brasileiro tem 1,568 m de altura, 10 cm a mais que um Polo ou Virtus.

A saída de ar para o banco traseiro é exclusividade do T-Cross nacional (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

Entrada USB dupla no banco traseiro é só para recarga e não tem função de integração para smartphones (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Entre-eixos alongado melhorou o espaço interno para quem vai atrás (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Montado sobre a plataforma MBQ A0 – mesma de Polo e Virtus –, o SUV terá distância entre-eixos igual ao do sedã, 2,65 m – o que o faz 8,6 cm maior que a versão europeia a ser produzida na Espanha. O comprimento total é de 4,20 m, sendo 81,7 cm de balanço dianteiro e 73,2 cm de balanço traseiro –  no Polo, são 80,4 cm e 68,8 cm, respectivamente. 

Dimensões do Volkswagen T-Cross (Divulgação/Volkswagen)

A base da plataforma do T-Cross nacional é similar à do Virtus – as partes em vermelho são exclusivas do SUV (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Ajustes na plataforma do Virtus (elementos em vermelho) permitiram ao SUV ter ponto H 5,8 cm mais alto do que no Polo e Virtus (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Como o ganho nas dimensões está concentrado no meio do carro, o porta-malas do carro nacional é tão pequeno quanto do europeu. A adoção do estepe temporário fez a capacidade cair de 385 litros para 373. Contudo, é possível chegar aos 420 litros deixando o encosto dos bancos traseiros praticamente na vertical. O problema é o desconforto para os passageiros.

As rodas de 17 polegadas devem ficar restritas às versões topo de linha (Henrique Rodrigues/Quatro Rodas)

A solução é mais simples (e menos eficiente) que o modelo europeu, que terá bancos traseiros montados sob trilhos. Essa solução aumenta o espaço do porta-malas sem interferir no encosto para as costas dos passageiros.

 

Motor 1.4 TSI é o mesmo usado no Golf; modelo europeu usa o 1.5 de geração superior (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

O VW T-Cross terá duas opções de motores no Brasil. As versões de entrada, 200 TSI, recebem o mesmo 1.0 TSI (turbo com injeção direta) flex com 128 cv de potência que equipa o Polo.

Modelo manterá nomenclatura usada pelas versões TSI da Volkswagen (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

As mais caras, 250 TSI, terão o 1.4 TSI flex de 150 cv que equipa as versões mais baratas do Tiguan e também o novo Jetta. Esse conjunto substitui o 1.5 com turbo de geometria variável que equipará a versão europeia.

Sistema de som Beats poderá ser oferecido como opcional (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

O motor menor terá opção de câmbio manual de seis marchas, mas o câmbio mais comum na linha será o automático de seis marchas com função Tiptronic fornecido pela Aisin. 

A fábrica paranaense também produzirá uma versão 1.6 16V aspirada, mas destinada apenas a outros países da região, como Argentina e Chile.

Túnel central rebaixado melhorou o espaço para o quinto passageiro (Henrique Rodriguez/Quatro Rodas)

Alguns equipamentos de série já foram antecipados. Saídas de ar-condicionado para o banco traseiro, que não existe na Europa, estará em todos os T-Cross brasileiros. O console central ainda abrigará duas portas USB para o banco traseiro (há mais duas para os bancos da frente).

Também serão equipamentos de série seis airbags (frontais, laterais e de cortina), detector de fadiga e controles de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa e frenagem pós-colisão. Também podemos esperar por central multimídia de série.

Serão duas as opções de rodas: diamantadas aro 17? com pneus 205/55 e convencionais, aro 16?, com pneus 205/60.

Versões mais caras ainda terão teto panorâmico – que vai até a metade do banco traseiro e tem abertura elétrica –, sistema de som Beats de 300W com amplificador e subwoofer (que estreou no Polo e no Virtus), assistente de baliza Park Assist 3.0 e faróis de LED, presentes em Tiguan e Jetta.

Iluminação ambiente do interior, faróis e lanternas de leds e seletor de modos de condução (Eco, normal, sport e individual) estarão nas versões com motor 1.4 TSI. O quadro de instrumentos digital, com tela de 10 polegadas como no Polo, estará apenas nas versões mais caras, seja do 1.0 ou do 1.4.

Poucas horas antes do evento brasileiro, a Volkswagen apresentou a versão europeia do T-Cross. O modelo tem visual levemente diferente, com destaque para a grade do radiador e para-choque frontal. A diferença no comprimento, porém, é pouco visível. Compare:

Faróis totalmente em leds estão presentes tanto no modelo europeu quanto no brasileiro (Divulgação/Quatro Rodas)

Visualmente o modelo europeu carrega boa parte dos traços do T-Cross brasileiro (Divulgação/Volkswagen)

Modelo europeu tem interior idêntico ao brasileiro, mas não conta com suporte de celular. Contudo, no console inferior há duas entradas USB, contra uma do modelo paranaense (Divulgação/Volkswagen)

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

23 JUL

Estado de saúde de Marchionne apressou troca no comando da Fiat Chryser; entenda

O mundo automotivo foi pego de surpresa com a saída repentina de Sergio Marchionne do comando da FCA (conglomerado que inclui fabricantes como Fiat, Jeep, Ram, Dodge e Chrysler) e da Ferrari. Não era novidade que o italiano de 66 anos deixaria o cargo no ano que vem, e a transição já estava sendo preparada. Mas a saída foi acelerada após Marchionne ter o estado de saúde bastante comprometido em decorrência de complicações médicas de uma cirurgia no ombro, realizada em... Leia mais
23 JUL

BMW G 310 GS e G 310 R têm recall por defeito no 'pézinho'

A BMW anunciou nesta segunda-feira (23) o recall das motos G 310 GS e G 310 R, fabricadas entre abril de 2017 e abril de 2018, por possível defeito no descanso lateral, peça conhecida como "pézinho". Veja os chassis envolvidos: G 310 GS: de R854703 a R861659 G 310 R: de R853502 a R854519 De acordo com a montadora, a região de fixação do descanso lateral, localizada do lado esquerdo do quadro da motocicleta, pode apresentar falhas. Em casos extremos, o suporte do descanso... Leia mais
23 JUL

Muji Car 1000: o carro japonês que não tinha marca

Carro sem marca teve apenas 1.000 unidades produzidas (Reprodução/Internet)O desenvolvimento de um carro custa uma fortuna. Mas há outros custos de marketing e publicidade que respondem por uma parcela expressiva dos investimentos.Esses gastos, aliás, podem até mesmo inviabilizar projetos. No Japão, uma rede de lojas decidiu se aventurar nesse seara sem fazer aportes de dinheiro justamente na parque marqueteira da empreitada.O nome desta empresa é Muji, derivado de Mujirushi Ry?hin,... Leia mais
23 JUL

Longa Duração: Jeep Compass faz última revisão antes do desmonte

Compass: à espera de um par de novos amortecedores (Fabio Fukuda/Quatro Rodas)Por conta do motor turbodiesel, o plano de manutenção do Compass prevê paradas a cada 20.000 km. Para que esses longos intervalos não prejudicassem uma parte importante da missão do Longa Duração – a avaliação da rede autorizada –, desde a sua estreia na frota, estipulamos que faríamos uma parada extra entre as revisões, nas quais pediríamos os serviços de alinhamento, balanceamento e rodízio e... Leia mais
23 JUL

Salão de Detroit tenta se reinventar com o calor do verão a partir de 2020

Já é tradição no setor automotivo começar o ano com temperaturas congelantes no Salão de Detroit, um dos maiores eventos da indústria. Mas essa história vai mudar a partir de 2020, quando a feira será realizada em junho, não mais em janeiro. Os organizadores apostam no calor de verão para atrair mais público com atividades ao ar livre, test-drive, gastronomia, shows e palestras pela cidade, extrapolando os limites dos pavilhões do Cobo Center. "Com novo rumo e foco, a... Leia mais
23 JUL

Fiat Chrysler perde outro 'chefão' após troca inesperada de comando

O diretor do Grupo Fiat-Chrysler (FCA) para a Europa, Oriente Médio e África, Alfredo Altavilla, renunciou após a saída inesperada do presidente-executivo do grupo Sergio Marchionne. Altavilla, que foi durante anos braço direito de Marchionne, era considerado um dos seus prováveis sucessores, mas não foi escolhido para o cargo. O substituto de Marchionne será o britânico Mike Manley, que antes dirigia as operações da marca Jeep. Manley é o primeiro executivo que não é... Leia mais