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10 OUT

Novo BMW i3 não terá motor de scooter na Europa

Visual do hatch sofreu poucas alterações desde seu lançamento (Divulgação/BMW)

A última mudança do BMW i3 irá, literalmente, tirar um peso de seus ombros – ou melhor, de suas rodas. A recém-lançada versão com autonomia ampliada do hatch permitirá a aposentadoria do motor a combustão em alguns mercados.

Isso será possível porque o modelo passará a adotar uma nova bateria de 120 kWh. Essa atualização permitirá uma autonomia de até 310 km, muito próxima aos 320 km de alcance total do i3 REX vendido no Brasil e que acabou de ser reestilizado.

O novo pacote de baterias dá mais autonomia sem ocupar mais espaço (Divulgação/BMW)

Atualmente essa versão com dois motores pesa 120 kg a mais que a variante exclusivamente elétrica.

As novas baterias desenvolvidas em parceria com a Samsung ocupam o mesmo espaço do sistema anterior e ficam localizadas sob o assoalho, entre os eixos.

A versão sem motor a combustão (abaixo) abre mão de um espaço que poderia ser aproveitado (Montagem/Divulgação/BMW)

Quando o BMW i3 foi lançado, em 2015, tinha um alcance no modo elétrico de somente 150 km. Por conta disso, a marca decidiu oferecer opcionalmente um motor bicilíndrico de 647 cm³ usado na scooter C 650 GT.

Essa versão, chamada de REX (sigla para extensor de autonomia, em inglês), é a única disponível no Brasil.

O motor bicilíndrico tem 38 cv, injeção indireta e é movido somente a gasolina (Rodrigo Ribeiro/Quatro Rodas)

O propulsor de 38 cv movido a gasolina é usado exclusivamente para gerar eletricidade e abastecer o motor elétrico e/ou recarregar as baterias.

Por conta disso, é possível enquadrar essa versão do i3 como um híbrido paralelo, pois apesar de ter dois motores, somente um é responsável por movimentar o veículo.

O interior do i3 usa materiais renováveis, incluindo fibras vegetais e plástico reciclado (Divulgação/BMW)

A BMW informou à QUATRO RODAS que o i3 vendido no Brasil continuará a oferecer o REX de série.

Segundo fontes da empresa, o motor a combustão é uma espécie de “seguro” para o proprietário, que ainda tem receio de não encontrar um ponto de recarga em seu uso diário.

Só que o propulsor bicilíndrico, além de poluente e pesado, também ocupa um grande espaço sob o porta-malas que poderia ser usado para transportar mais carga.

Recentemente a BMW apoiou a implementação de um eletrocorredor com postos de recarga ao longo da Via Dutra. Essa estrutura foi testada pela primeira vez por nossa equipe e apresentou falhas pontuais.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Quatro Rodas

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