Novidades

26 SET

Empresa vai começar a vender carro voador nos Estados Unidos

O Transition recolhe suas asas para poder andar em meio aos automóveis (Reprodução/Youtube)

É um carro? É um avião? Essa é a adaptação mais propícia nos dias atuais para a clássica frase do filme Super-Homem. Isso porque uma empresa americana inicia, no mês que vem, a pré-venda do primeiro carro voador do mundo, o Transition.

Restrita aos Estados Unidos por enquanto, as primeiras unidades serão entregues em 2019 pela Terrafugia, startup criada em 2006 por estudantes do reconhecido Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

Em meados de 2017, a companhia foi adquirida pelo conglomerado da Geely, que detém marcas como Volvo e Lotus. O preço não foi divulgado e a compra do veículo exige licenças para dirigir e, claro, para pilotar aeronaves.

A empresa não revelou quanto vai custar o modelo. Mas primeiras informações falavam em US$ 280 mil (Terrafugia/Divulgação)

Serviços de compartilhamento de veículos, bicicletas e patinetes elétricos, e até aplicativos de viagens rápidas podem ser considerados o presente da mobilidade urbana. Porém, esse é um passo muito adiante.

A transformação de carro para avião é rápida e automática (Reprodução/Youtube)

O carro-avião tem capacidade para duas pessoas – piloto e passageiro –, autonomia de voo de 640 quilômetros, velocidade máxima de 160 km/h e pode chegar a uma altura máxima de 2.743 metros.

O tanque de combustível tem capacidade para levar 76 litros e o consumo é de 19 litros por hora.

O motor, fornecido pela Rotax, é 912iS. Trata-se de quatro cilindros (contrapostos) a gasolina com refrigeração dupla: a ar e líquida.

Como usa gasolina convencional, o carro-avião pode ser abastecido em qualquer posto de gasolina. Tanque tem 76 litros (Reprodução/Youtube)

A potência é de pouco mais de 100 cv. Vale lembrar que ele necessita de uma pista de pouso/decolagem, como os aviões convencionais.

O CEO da Terrafugia, Chris Jaran, já afirmou que esse problema será solucionado em breve.

O segundo modelo da fabricante, TF-2 será apresentado também em outubro e, entre as principais novidades, será o sistema de propulsão vertical.

Com um simples apertar de um botão e em menos de um minuto, o motorista/piloto faz a transição do carro para avião – e vice-versa. E o melhor. Com as asas dobráveis, você não precisa de um hangar para guardá-lo.

A pré-venda acontece em outubro e os primeiros compradores receberão o carro-avião no começo de 2019 (Terrafugia/Divulgação)

Com três câmeras na parte traseira, a Terrafugia quer tornar as manobras de estacionamento menos complicadas.

No modo automóvel, o veículo se torna híbrido devido ao motor elétrico.

A companhia diz que a aeronave respeita as legislações de segurança com uma estrutura rígida, cintos de segurança, airbags e também paraquedas.

A companhia ainda afirma que todas as autorizações necessárias dos órgãos reguladores americanos foram obtidas para permitir o uso do Transition naquele País.

Confira a vídeo do Terrafugia em ação:

 

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais