Novidades

05 SET

Locamerica passa a se chamar Unidas e entra em assinatura de carros

A Companhia de Locação das Américas (Locamerica) confirmou nesta quarta-feira (5) que passará a utilizar a partir desta quarta-feira o nome fantasia e a marca Unidas, por conta do processo de fusão acertado em dezembro de 2017. A companhia anunciou também a entrada no segmento de assinatura de uso de carros, já explorado por rivais.

A fusão Locamerica-Unidas criou o segundo maior grupo de aluguel de veículos do Brasil.

O relançamento da empresa ocorre com a ampliação dos investimentos em marketing, de R$ 12 milhões para R$ 30 milhões a R$ 40 milhões por ano, disse Luis Fernando Porto, presidente-executivo da companhia.

"Nossa expectativa é muito positiva, o mercado vai crescer mais de dois dígitos de novo este ano, apesar do cenário incerto e a economia sinalizando um cenário macrodifícil", disse Porto. Ele citou mudanças nas preferências dos consumidores em direção ao consumo de veículos como serviço, e a própria desvalorização do real, que favorece viagens dentro do Brasil.

É no contexto desta mudança, que também tem sido favorecida pela expansão de empresas de aplicativos de transporte como Uber, 99 e Cabify, que a Unidas anunciou o produto de assinatura de veículos, que pode representar 2% a 4% do faturamento do grupo nos próximos quatro anos, disse Porto.

Em 2017, o mercado de locação de veículos do Brasil cresceu 12,5% e este ano "será mais de 10%", disse o executivo.

Além dos recursos em marketing, a empresa vai investir R$ 10 milhões em revitalização de lojas, disse Porto. A Unidas tem 218 lojas de aluguel de carros e 81 de venda de seminovos em 153 cidades do país.

A Locamerica concluiu em março a compra da Unidas, anunciada em dezembro passado, uma operação em dinheiro e ações que marcou a saída das empresas de investimento Vinci Partners, Kinea e Gavea do capital da Unidas. A norte-americana Enterprise ficou com 10,75% da empresa.

Passada a fase de planejamento da empresa combinada, Porto disse que agora o grupo volta para a rota de expansão, prevendo abertura de 5 a 10 lojas de venda de seminovos neste ano e também em 2019. A empresa também pretende ampliar sua frota para 2019, disse Porto, sem estimar volumes. Segundo ele, a Unidas vai iniciar negociações com montadoras de veículos em outubro e deve fechar a encomenda até o final do ano.

No fim do primeiro semestre, a Unidas tinha uma frota de 108,3 mil veículos, dos quais cerca de 70 mil na área de gestão de frotas e 35 mil na divisão de aluguel. A líder do setor Localiza fechou junho com 208,5 mil carros na frota.

Para o presidente da Unidas, a atual desvalorização do real, se mantida, deve contribuir para elevar o preço dos carros nos próximos meses, o que tende a favorecer o mercado de seminovos, que costuma acompanhar a trajetória de preços dos novos. No primeiro semestre, os preços dos seminovos vendidos pela companhia caíram 2,8%.

Fonte: G1

Mais Novidades

21 ABR

Pena maior ao motorista embriagado, colecionador de caminhões e mais destaques da semana de carros e motos

Confira os destaques de 14 a 20 de abril em carros e motos: Pena maior para motorista bêbado Bafômetro acusa concentração de 0,81 mg de álcool por litro de ar expelido, após teste de motorista preso após manobra brusca perto de policiais rodoviários federais, em Abadiânia, no centro de Goiás, nesta sexta-feira (30) (Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação) Desde a última quinta-feira (19) a pena para motorista embriagado que causar... Leia mais
05 MAR

Clássicos: o popular VW Gol 1000

O Gol popular tinha piscas sempre na cor âmbar  (Christian Castanho/Quatro Rodas) O VW Gol era o carro mais querido do Brasil no final dos anos 80. A liderança absoluta do mercado a partir de 1987 coincidiu com a apresentação da versão esportiva GTS, seguida do desejado GTi, em 1988. Mesmo as versões comuns CL e GL eram muito apreciadas pela dirigibilidade agradável e pela fama de inquebrável. Mas uma nova ameaça surgiu em agosto de 1990: o Fiat... Leia mais
05 MAR

Longa Duração: nosso Renault Kwid demorou, mas chegou

Kwid Intense: estaremos juntos por 60.000 km (Christian Castanho/Quatro Rodas) Desde a chegada do Hyundai HB20, em 2012, o mercado não manifestava tanto interesse por um automóvel. Tanta euforia foi repetida no ano passado, agora pelo Renault Kwid. Falou-se por meses sobre o subcompacto de baixo custo que chegaria ao Brasil. E olha que alguns meses antes veio a notícia do fraco desempenho em testes de segurança com uma unidade produzida na Índia. Em... Leia mais
05 MAR

Teste: Honda City ganha mudanças, mas continua sem o ESP

Grade, faróis e para-choque redesenhados  (Léo Sposito/Quatro Rodas) Sabendo da renovação do segmento de sedãs médio-compactos, com a chegada de Fiat Cronos e VW Virtus, a Honda tratou de atualizar o City. A mexida no visual foi discreta. E seu ponto fraco continua inalterado: não foi desta vez que o City ganhou o controle de estabilidade (ESP) – e nem como opcional. Esse recurso está disponível nos novos rivais e até em modelos de segmentos... Leia mais
05 MAR

Gol e Voyage perdem versões após chegadas de Polo e Virtus

O Gol foi mais um modelo da Volkswagen que perdeu versões após os últimos lançamentos (Divulgação/Volkswagen) A Volkswagen segue reposicionando os seus modelos mais antigos após as chegadas dos lançamentos. Desta vez, a marca deixou de oferecer as versões mais caras do Gol e do Voyage. O motivo são os novos Polo e Virtus, que passaram a ter preços próximos aos veteranos. O hatch, após receber o primeiro aumento desde o lançamento, é oferecido... Leia mais
05 MAR

Preços do Renault Kwid sobem e passam dos R$ 30 mil

Versão de entrada do Kwid fez voto de pobreza, mas garante quatro airbags (Divulgação/Renault) Menos de quatro meses após o primeiro aumento, a Renault reajustou novamente os preços do Kwid. A diferença, agora, é que o preço da versão inicial Life também aumentou, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos R$ 30 mil. O aumento médio dos preços foi de R$ 500, mas o maior reajuste foi justamente para a versão Life, que não teve adição de... Leia mais