Novidades

19 JUL

Chips de potência funcionam em carros aspirados?

O aumento da potência pode ainda impactar a durabilidade do motor (Divulgação/Chevrolet)

Os chips de potência funcionam em carros aspirados e com motor gasolina ou flex? – André Souza, por e-mail

Funcionam, mas não é recomendado realizar essa mudança no carro.

“Deve-se ter em mente que alterações eletrônicas podem até fazer com que o veículo apresente maior potência, porém essa modificação pode ser questionável quanto às consequências para o meio ambiente, com maior emissão de poluentes, além de poder refletir em um maior consumo”, explica Henrique Pereira, da Comissão de Motores Otto da SAE Brasil.

Isso, claro, quando essas alterações têm impacto real no desempenho – o que nem sempre acontece.

O aumento de potência pode ainda impactar na durabilidade de motor e câmbio, além de sobrecarregar suspensão, pneus e freios, que não foram projetados para esse excesso de performance.

Se o foco for só desempenho, dá para arrancar 272 cv do 1.0 do Up! e Polo (Divulgação/Volkswagen)

A força extra também aumenta a carga sobre os coxins que sustentam o trem de força, fazendo com que eles se desgastem mais rapidamente ou mesmo quebrem em acelerações intensas.

O EA211 1.0 TSI usado pela Volkswagen é um exemplo das diferenças para aumentar a potência de um motor.

O conjunto gera 105 cv no Up!, mas dispara para 128 cv no Polo e Golf. Para isso a marca trocou o rotor quente do turbocompressor (que passou a ser feito com uma liga de titânio), adicionou válvulas resfriadas com sódio e mais que dobrou o tamanho do radiador dedicado ao cabeçote e turbo.

Essas mudanças permitem que, apesar de ser mais potente, o motor mantenha a durabilidade especificada pela fabricante. Por outro lado, o pacote de alterações tornou o conjunto mais caro, fazendo com que essas reformulações fiquem restritas a modelos com preço elevado.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais