Novidades

05 JUL

Venda de motos volta a crescer no 1º semestre depois de 7 anos

A venda de motos voltou a crescer no 1º semestre de 2018 depois de 7 anos. De acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave, o segmento teve alta de 6,9% no acumulado de janeiro a junho, em relação ao mesmo período de 2017.

Foram 456.889 unidades emplacadas no ano, enquanto o setor havia alcançado 427.275 em 2017. Mesmo assim, o nível de vendas atual é menor que o de 2005, que teve 481.098 motos emplacadas nos primeiros seis meses daquele ano.

“Temos boas perspectivas para o ano pela recuperação da renda das classe C, D e D, que são as maiores compradores de motos de baixa cilindrada”, disse Celso Porto, vice-presidente de motos da Fenabrave.

Também ajuda na recuperação uma maior disponibilidade de crédito pelos bancos. Segundo a entidade, a cada 10 pedidos de financiamento de motos pelo menos 2 estão sendo atendidos, contra 1,7 no começo do ano.

O financiamento responde por 40% das vendas de motos, o consórcio 33% e as compras à vista 27%.

Greve atrapalhou vendas em junho

O mês de junho fechou com 74.089 motos vendidas no Brasil, o que representa uma leve alta anual de 3,22%, comparado a junho de 2017. Mas a greve dos caminhoneiros acabou afetando o desempenho do setor. Na comparação com maio, os emplacamentos caíram 8,83%.

Segundo Celso Porto, a queda de 8,8% de maio para junho só ocorreu pelos “problemas de abastecimento provocados pela greve dos caminhoneiros, que deixou sem transporte a zona franca de Manaus”.

“Sem a greve, o resultado teria sido positivo. Houve uma ‘gap’ de pelo menos 20 dias, primeiro foram as motos que ficaram presas lá (em Manaus), depois as peças não chegaram para a produção. A situação ainda está se normalizando”, completou Celso Porto, da Fenabrave.

Indian deixa o Brasil

Apesar da reação que o setor de motos apresenta em 2018, a americana Indian Motorcycle não resistiu ao baixo desempenho e suspendeu sua operação no Brasil. A Polaris, dona da marca, afirmou que a saída da Indian do Brasil ocorreu por conta da falta de rentabilidade e do mercado de motos em crise nos últimos anos.

"O Brasil tem muitos entraves para o consumo e é muito grande. Para abranger todo o país, precisa trazer muito capital. É preciso planejar muito bem”, disse Celso Porto, da Fenabrave, se referindo a saída da marca do país.

Ele falou também sobre o segmento das premium, no qual a Indian se encaixa. Para ele, as motos de luxo que estão bem, mas podiam estar muito melhor. “A ‘crise’ do segmento premium é de segurança, não fosse o medo esse mercado seria pelo menos 50% maior no brasil”, explicou.

Fonte: G1

Mais Novidades

14 MAI

Correio Técnico: Pode-se lavar motores de carros antigos?

É recomendável lavar o motor do carro? E se ele tiver mais de 15 anos de uso? Gabriel Ferreira Veloso, São Luís (MA)Se em algum caso for necessária a lavagem, deve ser feita por um especialista para evitar problemas (Fábio Paiva/Quatro Rodas)Não é recomendável, independentemente da idade dele. Contudo, motores mais antigos são mais tolerantes à água do que conjuntos modernos, cuja profusão de eletrônica é um convite a curtos-circuitos e danos na parte elétrica.Mas isso não... Leia mais
14 MAI

Jaguar I-Pace passa de R$ 400 mil e é o carro elétrico mais caro do Brasil

O I-Pace é o primeiro veículo totalmente elétrico da Jaguar Land Rover (Divulgação/Jaguar)Inicialmente previsto para chegar no fim de 2018, o Jaguar I-Pace finalmente estreia no Brasil com alguns títulos importantes.O primeiro carro elétrico da Jaguar Land Rover passa a ser o modelo mais potente, mais rápido, com maior autonomia e maior preço do segmento.As vendas começam no dia 27 de maio em versão única, SE P400, por R$ 437.000. O modelo oferece apenas um pacote opcional, que... Leia mais
14 MAI

A história do único Volkswagen Gol que correu em Nürburgring

Um Gol brasileiro no Inferno Verde (Renato Hinkelmann/Acervo pessoal)Quem vai a Nürburgring tem a opção de alugar desde um pequeno esportivo até um superesportivo, ou usar o próprio carro para percorrer os quase 21 km do circuito. O brasileiro Renato Hinkelmann escolheu a segunda opção: usou seu Volkswagen Gol bolinha 1998, também conhecido como #7×2.Mas como um Gol foi parar na Alemanha, onde ele nunca foi vendido?– (Reprodução/Youtube)O engenheiro mecânico nascido em Fortaleza... Leia mais
14 MAI

Longa Duração: Citroën C4 Cactus, seja bem-vindo à nossa frota!

C4 Cactus: o mais recente integrante da nossa frota de Longa Duração (Fernando Pires/Quatro Rodas)Desde que chegou às lojas, em outubro de 2018, pensamos no Citroën C4 Cactus como o modelo que ocuparia o lugar do Jeep Compass, desmontado na edição de fevereiro deste ano.“Sempre procuramos por carros de alto interesse do leitor para não correr o risco de ter um modelo frio na frota, afinal os 60.000 km do teste de Longa Duração são percorridos num período de 12 a 18 meses”, diz o... Leia mais
14 MAI

Primeiro veículo elétrico da VW feito no Brasil é um caminhão de cerveja

O E-Delivery foi derivado do Delivery que a VW lançou em 2018. (Fernando Pires/Quatro Rodas)De longe, o VW E-Delivery é um caminhão como os outros.Mas os moradores dos bairros de São Paulo, por onde o protótipo circula, sabem quando é ele que está em serviço. O veículo de carga entrega cerveja e refrigerante, mas não é isso que o diferencia.De perto, o E-Delivery se destaca porque é silencioso. Seu motor é elétrico e quase não faz barulho (há um zumbido de reator de lâmpada... Leia mais
14 MAI

Peugeot 3008 de entrada tem nova frente para receber faróis mais simples

Os faróis são halógenos, mas mantiveram as luzes diurnas (Divulgação/Peugeot)A Peugeot aproveitou o lançamento do novo 2008 para revelar uma versão mais barata do 3008. O destaque é que, por conta dos faróis mais simples, o pacote Allure apresenta um visual distinto das outras versões do SUV.O 3008 Allure será vendido por R$ 139.990, um valor R$ 21.000 abaixo da Griffe — que continua à venda, junto com a Griffe Pack (R$ 166.990).O painel ganhou apliques que simulam fibra de... Leia mais