Novidades

03 JUL

Volkswagen Up! perde versão de entrada Take na linha 2019

O Take Up! seguia a receita dos carros espartanos, sem ar-condicionado, direção elétrica e rodas de liga-leve (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Quase toda notícia tem seu lado bom e ruim. Veja o caso da linha 2019 do Volkswagen Up!, por exemplo.

O subcompacto agora tem ar-condicionado, direção e trio elétrico de série em todas as versões. Mas isso só foi possível porque a versão inicial Take deixou de ser ofertada pela marca.

Agora o Up! está disponível a partir da (ex) versão intermediária Move, que, como aconteceu no resto da linha 2019, teve aumento de preço.

As versões TSI responderam por mais da metade das vendas do Up! este ano (Divulgação/Volkswagen)

O Up! mais em conta agora parte de R$ 51.290, valor que sobe para R$ 56.850 caso o cliente prefira o motor TSI.

As versões turbinadas, aliás, também mudaram, mas de nome. Agora as versões mais potentes são chamadas de 170 TSI, número que faz referência ao torque do motor (16,8 mkgf, ou 165 Nm).

A alteração vai ao encontro do que já acontece com Polo (200) e Tiguan (250 e 350) TSI. Apesar de também ter sido atualizado, o Golf ainda não adota a nova nomenclatura.

De cara nova, o Gol segue como VW mais barato do Brasil, mas em breve terá versão automática (Divulgação/Volkswagen)

A saída do Take Up! não era exatamente esperada, pois a versão tinha uma boa participação das vendas.

De acordo com a consultoria Jato Dynamics, o pacote de entrada representou, entre janeiro e maio deste ano, 17,4% das vendas do Up. Como referência, o Move Up! com motor aspirado, que passa a ser o mais barato da gama, teve só 1,3% de participação.

A Volkswagen afirma que a mudança foi feita para “simplificar a complexidade da oferta de versões de seus produtos, aumentando a competitividade dos modelos da marca”.

O visual de todas as versões remanescentes do Up! não teve alterações (Christian Castanho/Quatro Rodas)

Na prática isso significa que a marca reforçou a estratégia de tornar o Up! um produto mais premium e deixar o Gol como o produto de entrada.

O hatch, aliás, vem crescendo nas vendas e foi o Volkswagen mais vendido do Brasil em junho.

Por outro lado, o Gol reestilizado em breve receberá um câmbio automático de seis marchas e voltará a ser equipado com o 1.6 16V da família EA211.

Com isso, ele passa a ser uma alternativa maior, mais potente e com câmbio mais eficiente do que o Up! I-Motion, que segue em linha e deteve 18% das vendas do compacto até maio.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

20 FEV

Lamborghini Urus nem chegou, mas já está R$ 400 mil mais barato

Design do Urus segue as tendências de estilo dos superesportivos da marca (Lamborghini/Divulgação) A Lamborghini diz que o Urus foi concebido para mercados como Oriente Médio, Rússia e China, mas o SUV esportivo já está vive disputa de preços no Brasil. Acontece que a importadora independente Direct Imports, de São Paulo, confirmou ter recebido a primeira encomenda do Lamborghini Urus. Ele só desembarca por aqui no último trimestre do ano, mas... Leia mais
20 FEV
BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

BMW pode pagar R$ 600 milhões de indenização à família de cliente

Cantor João Paulo morreu em acidente com uma BMW 328 i (Edilberto Acácio da Silva/Divulgação) A BMW pode ter que pagar uma das maiores indenizações do setor automotivo em 2018 – rolo ainda maior é o caso das Amarok envolvidas no Dieselgate. Esse valor pode ficar entre R$ 250 milhões e R$ 600 milhões. O processo foi movido pela viúva do cantor João Paulo (que fazia dupla com o sertanejo Daniel), vítima fatal de um acidente em setembro de 1997... Leia mais
20 FEV

Novos equipamentos de segurança serão obrigatórios no Brasil

Ilustração numera ponto a ponto onde cada item atua no veículo  (Otávio Silveira/Quatro Rodas) Normas do Contran exigem itens básicos como para-choques, faróis, luzes de freio e seta, limpador e lavador de para-brisas e buzina em todos os veículos vendidos no Brasil. Para-sol, velocímetro, cintos de segurança e refletores traseiros também estão na lista. Pode parecer exagero em alguns casos, mas no Brasil funciona assim. Retrovisor do lado... Leia mais
20 FEV

Teste de produto: restaurador de pintura que substitui clay bar

A pintura antes (riscada) e depois (lisa) do Speed Clay, com a vantagem de ter dado menos trabalho do que um clay bar tradicional  (Paulo Bau/Quatro Rodas) Se você passar a mão na carroceria e sentir que está meio áspera, saiba que é um trabalho para as clay bars (barras de argila). Esse tipo de produto está  cada vez mais popular. É só pesquisar para ver a variedade deles em lojas e sites especializados em produtos automotivos. Mas uma versão tem... Leia mais
20 FEV
Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Impressões: andamos no Dacia Duster, que chega ao Brasil em 2019

Ele até lembra o Duster atual, mas todos os painéis de carroceria são novos (Dacia/Divulgação) Não há muitos carros que são imediatamente reconhecidos pela sua silhueta, não importa a que distância estejam. Na linha Renault, o antigo Twingo era um deles. Hoje, é o SUV compacto Duster que tem esse mesmo status, devido às formas quadradas e para-choques pronunciados, que o destacam da concorrência, que não para de crescer. Como a plataforma não... Leia mais
20 FEV

Os motores conseguem identificar gasolina de baixa qualidade?

Esquema mostra os componentes de um sistema com duas sondas lambda (Divulgação/Quatro Rodas) Por que ao colocar gasolina de maior octanagem num motor flex o sensor do ponto de ignição não reconhece essa diferença de octanagem, como faz com o álcool? – Osvaldo Carneiro Filho, Rio de Janeiro (RJ) Primeiro é preciso entender que as injeções eletrônicas modernas possuem diversos sensores, mas não há nenhum que meça o ponto de ignição e a... Leia mais