Novidades

29 JUN
Confira os números por trás da expedição da Mercedes pelo Brasil

Confira os números por trás da expedição da Mercedes pelo Brasil

O semipesado da Mercedes-Benz encarou uma viagem de mais de 10 000 quilômetros pelo Brasil (João Castellano/Abril Branded Content)

Contar histórias emocionantes e encontrar personagens fascinantes sobre a maior paixão nacional. Essa foi a missão da Expedição Vozes do Futebol, que percorreu mais de 10 000 quilômetros Brasil afora entre os meses de março e abril.

Nessa jornada, em meio a tantos relatos tocantes e curiosos, brilhou a estrela de três pontas do Atego 2430, o semipesado da Mercedes-Benz.

O versátil modelo, figurinha carimbada nas mais variadas aplicações – urbanas, rodoviárias ou off-road –, caiu na estrada e mostrou todas as qualidades que o consagraram no mercado.

Como, por exemplo, a robustez: o percurso incluiu os mais diversos tipos de piso e condições de conservação, tal como acontece com milhares de caminhoneiros brasileiros todos os dias. Apesar disso, o roteiro foi cumprido sem nenhum problema mecânico.

O baixo consumo de combustível foi outro destaque. Durante o percurso, foram gastos pouco mais de 2 800 litros de diesel, o que resulta em uma ótima média de consumo, considerando diferentes tipos de operação.

A Expedição partiu de São Paulo, capital, seguindo até São José dos Pinhais, no Paraná, de onde tomou a direção norte, cruzando as divisas de Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Pará.

Em 40 dias de viagem, o caminhão da Mercedes encontrou diversos tipos de estrada (João Castellano/Abril Branded Content)

Deixando a Região Norte, o Atego 2430 fez um périplo por todos os estados do Nordeste e então, já na fase final, passou por Espírito Santo, Rio de Janeiro e, finalmente, retornou a São Paulo.

No total, a Expedição Vozes do Futebol passou por 15 estados brasileiros.

Como esperado, as rodovias proveram as melhores médias de consumo, com percursos apresentando quase 5 quilômetros por litro, como no trecho entre Piraquê e Xambioá, no Tocantins, e entre os municípios paranaenses de São José dos Pinhais e Campina Grande do Sul.

Números assim são possíveis pois o Atego opera dentro da faixa verde de rotação do motor, mesmo em velocidades elevadas. Por exemplo: a 80 quilômetros por hora, o motor trabalha com rotação de apenas 1 550 rpm.

Dotado da tecnologia BlueTec5, o Atego é o modelo que apresenta a melhor média de consumo de combustível no segmento dos semipesados. O torque de 1 250 Nm, o maior entre seus concorrentes, contribui para o desempenho.

O Atego também conta com a eletrônica inteligente do câmbio automatizado que, associado a diversos sensores, realiza trocas de marcha precisas no momento mais adequado. A moderna eletrônica contribui também para a economia de combustível; o Ecoroll, por exemplo, aproveita a inércia do caminhão para diminuir o consumo.

Além de estar a bordo de um caminhão de alta confiabilidade e de baixo consumo de combustível, a Expedição ainda contou com o monitoramento da Central de Relacionamento com o Cliente da Mercedes-Benz.

Trecho entre Tocantins e Pará foi dos mais tranquilos para o Atego (João Castellano/Abril Branded Content)

“Com a Expedição Vozes do Futebol, verificamos na prática as vantagens da gestão por meio do FleetBoard”, comenta Erico Fernandes, gerente sênior de vendas e marketing. “Mesmo nos trechos mais severos, conseguimos atingir a melhor performance.”

O FleetBoard, sistema de gestão inteligente de frota da montadora, não só acompanha em tempo real a localização do veículo, mas também as condições de funcionamento de todos os seus sistemas.

O sistema ainda avalia o nível de dificuldade de cada trecho percorrido – que recebe uma nota. Essa nota de dificuldade do trecho é calculada por meio de uma relação entre número de paradas, ou seja, se o caminhão enfrentou um percurso com trânsito, o peso estimado do caminhão e a inclinação média, que indica se ele percorreu vias com muitas subidas e descidas.

Todos os dados são captados pelos sensores do caminhão, processados pelo módulo de telemática e transmitidos, depois de criptografados, por um chip GPRS.

Durante a Expedição, o trecho de maior dificuldade para o motorista foi, de longe, a perna entre São Gonçalo e Niterói, no Rio de Janeiro, com uma nota 9,5. A segunda nota mais alta foi de 8,1, entre as cidades capixabas de Cariacica e Vitória.

Já o trecho mais tranquilo, com nota 4,66, foi encontrado no Tocantins, entre Alvorada e Araguaína. As boas condições de rodagem entre São Gonçalo (RJ) e Guarulhos (SP) renderam uma nota 4,73, a segunda menor em termos de dificuldade.

Levando em consideração o nível de dificuldade dos trechos, o FleetBoard também gera relatórios de avaliação da eficiência do motorista, levantando dados como a oscilação no uso do acelerador, a intensidade das desacelerações, entre outros.

Ao longo da viagem, o desempenho do Atego pode ser acompanhado por meio do FleetBoard (João Castellano/Abril Branded Content)

Assim, é possível aprimorar a forma de condução dos motoristas, elegendo modelos de condução dentro do quadro de funcionários e também criando manuais de boas práticas.

Se a contratação do FleetBoard incluir o pacote Telediagnose, há também o monitoramento de eventuais falhas no caminhão. No caso de alguma ocorrência, ela é analisada imediatamente e o cliente, contatado em seguida, com orientações de acordo com a severidade.

Em situações de alto risco para a integridade do equipamento, a orientação é que o veículo seja imobilizado e a própria central requisita socorro mecânico junto à concessionária mais próxima. Por outro lado, se a falha não comprometer a operação em curto prazo, a recomendação será, por exemplo, realizar o reparo na próxima revisão.

Isso ajuda a reduzir custos, uma vez que evita danos maiores que resultariam em reparos mais dispendiosos e aumenta a disponibilidade dos veículos, o que se traduz em maior rentabilidade para o caminhoneiro.

Atravessar o Brasil é uma tarefa para poucos. Com a Expedição Vozes do Futebol, o Atego conquistou lugar de honra entre as máquinas que encaram o desafio.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

02 JAN
Raio X: quanto custa manter um Chevrolet Camaro SS de R$ 333.990?

Raio X: quanto custa manter um Chevrolet Camaro SS de R$ 333.990?

Chevrolet Camaro SS é importado do Canadá (Christian Castanho/Quatro Rodas)Motor V8 6.2 de 461 cv, câmbio de dez marchas, zero a 100 km/h   em 5,3 s… O design musculoso e o fato de ter sido estrela de cinema não são os únicos argumentos do Chevrolet Camaro. É um carro com presença que ganhou tecnologia e refinamento na última atualização, no final de 2018. Mas passa longe de ser uma escolha racional.O valor das peças certamente impactam no valor de seguro (acima dos R$ 35.000 na... Leia mais
02 JAN
Autodefesa: Citroën C4 Cactus PcD muda tanto que deixa clientes irritados

Autodefesa: Citroën C4 Cactus PcD muda tanto que deixa clientes irritados

Hannah: “Dois meses após a compra, veio outra versão 2020 e mais equipada” (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas)Se você já fica irritado quando o carro comprado zero-km muda duas vezes em menos de um ano, imagine como devem estar os donos que viram o C4 Cactus PCD mudar quatro vezes nesse período? Apenas em 2019, por exemplo, foram lançadas duas linhas 2020. Começou assim: em agosto de 2018, a Citroën lançou a versão PCD Feel. Em dezembro de 2018, ela virou PCD Live. Em abril de... Leia mais
02 JAN
Clássicos: Audi RS2, a perua que encantou até o baterista do Pink Floyd

Clássicos: Audi RS2, a perua que encantou até o baterista do Pink Floyd

As pinças de freio eram fornecidas pela italiana Brembo (Christian Castanho/Quatro Rodas)O jovem engenheiro Ferdinand Piëch já era uma das pessoas mais influentes da indústria em 1972, quando trocou a Porsche pela Audi. Neto de Ferdinand Porsche, Piëch deixou para trás um legado em Stuttgart e valeu-se dessa experiência para criar a RS2, perua que elevou o prestígio da Audi ao mesmo nível do de BMW e Mercedes-Benz.Apresentada no Salão de Frankfurt de 1993, a RS2 foi uma das... Leia mais
31 DEZ
O primeiro duelo de Chevrolet S10 e Ford Ranger

O primeiro duelo de Chevrolet S10 e Ford Ranger

Feras domadas: apesar da cara de off-road, a Ranger e a S10 foram feitas para rodar no asfalto, com um visual agressivo que caiu no gosto dos jovens (Germano Lüders/Quatro Rodas)Na estrada, onde essas picapes nasceram para rodar, a Chevrolet S10 e a Ford Ranger mostram suas principais virtudes: com boa capacidade de carga (aqui a S10 leva vantagem: 750 kg contra 650 kg da Ranger), ambas se sentem “à vontade”, principalmente em velocidade de cruzeiro.Ranger: menor e mais ágil, ela perde... Leia mais
31 DEZ
Teste de produto: a película que não deixa retrovisor molhar ou embaçar

Teste de produto: a película que não deixa retrovisor molhar ou embaçar

Película não cobriu o espelho inteiro e deixou embaçar, apesar de não ter acumulado água (Paulo Bau/Quatro Rodas)É pelos retrovisores externos que nos guiamos ao trocar de faixa. Por isso que, em dias de chuva, bate aquele desespero quando não dá para ver nada devido ao acúmulo das gotas d’água ou ao embaçamento das lentes. Uma solução para esse problema é o uso de películas transparentes que prometem acabar com isso. Entre elas, a mais comum é a Anti-fog Film.Encontrada à... Leia mais
31 DEZ
Retrospectiva: os 10 carros mais rápidos testados por QUATRO RODAS em 2019

Retrospectiva: os 10 carros mais rápidos testados por QUATRO RODAS em 2019

Porsche 911 Carrera S: esportivo combina design clássico com tecnologias inéditas (Divulgação/Porsche)De todos os carros testados por QUATRO RODAS em 2019, separamos os dez mais rápidos na prova de aceleração de 0 a 100 km/h. Na lista deste ano, há desde cupês, passando por sedãs com mais de duas toneladas até chegar em SUVs que deixariam muitos esportivos natos comendo poeira. Lembrando que o ranking é uma retrospectiva dos modelos avaliados na nossa pista de teste entre janeiro... Leia mais