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21 JUN

Nova Chevrolet Blazer ressurge maior e com motor de Camaro

Os faróis são totalmente em LEDs. A grade do radiador remete ao novo Camaro (Divulgação/Chevrolet)

O nome Blazer não existe no Brasil desde 2012, quando o icônico SUV (finalmente) mudou de geração e foi rebatizado como Trailblazer. Mas, pelo menos nos Estados Unidos, dará para matar saudade a partir do ano que vem.

É quando começam as vendas da nova Blazer nos EUA. A GM deu poucos detalhes sobre o modelo, mas adiantou que ele se posicionará entre o Equinox e o enorme Traverse.

Isso fará com que ela ultrapasse com certa folga os 4,71 m de comprimento do antigo SUV homônimo que antecedeu o Trailblazer.

Haverá duas opções de motores: um 2.5 de quatro cilindros (usado no Brasil pela S10) com 195 cv e um V6 3.6, herdado do Camaro norte-americano, com 309 cv.

O teto fica visualmente separado da carroceria na coluna C, lembrando o Lexus RX (Divulgação/Chevrolet)

O câmbio será o mesmo automático de nove marchas usado no Equinox. Do (agora) irmão menor também veio a transmissão integral capaz de desacoplar o eixo traseiro ao toque de um botão.

O interior traz muitos elementos do Camaro, como o sistema multimídia flutuante e as saídas de ar circulares (Divulgação/Chevrolet)

As opções de acabamento incluem a esportiva RS e a topo de linha Premier. O pacote de equipamentos pode incluir sistema multimídia com conexão com a internet, teto solar panorâmico e faróis de leds.

O tamanho das rodas varia de grande para enorme: 18? a 21? (Divulgação/Chevrolet)

O visual marcante é um dos principais destaques da nova Blazer, e reforça a identidade visual que os próximos utilitários da marca terão no próximo ano, inclusive no Brasil.

As lanternas traseiras bipartida em LEDs são uma leitura atualizada do estilo usado pelo Equinox (Divulgação/Chevrolet)

A nova Blazer adotou um estilo ousado e perfil de crossover. Essa opção eliminou, ao menos por enquanto, a possibilidade de incluir uma terceira fileira de bancos, como está disponível no Trailblazer.

Os bancos dianteiros podem ter ajustes elétricos, aquecimento e ventilação (Divulgação/Chevrolet)

As chances do modelo chegar ao país, porém, são muito baixas. A nova Blazer é muito mais luxuosa do que o Trailblazer nacional – ele pode receber até controlador de velocidade adaptativo, item inexistente na gama da GM brasileira – e custaria pelo menos R$ 180 mil.

O porta-malas pode comportar até 1.818 litros com os bancos traseiros rebatidos (Divulgação/Chevrolet)

É uma faixa de preço que já flerta com modelos europeus de clientela já consolidada, como o BMW X1 (R$ 191.950).

A Blazer teria a seu favor o motor mais potente, mas o investimento na rede de concessionários dificilmente justificaria o investimento necessário.

Por aqui a GM irá focar no segmento de SUVs compactos, para substituir (e também ficar abaixo) do Tracker. Isso incluirá até um inédito utilitário com perfil de cupê.

Fonte: Quatro Rodas

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