Novidades

12 JUN

Novas tecnologias: Carros atuais têm até 100 sensores a bordo

Ligados a centrais eletrônicas, os sensores são responsáveis por manter os automóveis funcionando com eficiência, conforto e segurança. No Volvo XC90, por exemplo, usa um sistema de câmeras e sensores para reconhecer iminência de colisão (Volvo/Divulgação)

O número de sensores presentes nos automóveis não para de crescer. Tomando como referência um modelo de luxo, em 1995, seus sensores eram cerca de dez monitorando motor, freios e alguns outros sistemas.

Por volta de 2010, esse carro já trazia cerca de 30 sensores.

E, atualmente, eles somam mais de 100, cuidando virtualmente de todos os sistemas do veículo.

Vai longe o tempo em que esses equipamentos mediam apenas pressão do óleo, temperatura do motor e nível do reservatório.

Sensores são pequenas peças, que custam de US$ 3 a US$ 10, com grande importância para o funcionamento do carro.

Os que controlam o motor contribuem para o desempenho e o consumo. Os que zelam pelos freios têm papel fundamental para a segurança.

E os que vigiam dispositivos como o ar-condicionado asseguram o conforto.

Além da função principal, eles também conseguem auxiliar mais de um sistema ao mesmo tempo.

O responsável pela carga da bateria, por exemplo, pode ajudar a central do motor a economizar combustível por meio da gestão de energia, dispensando o trabalho do alternador quando a bateria está carregada.

O do limpador do para-brisa, por sua vez, pode alertar a central do ABS quando está chovendo, sinalizando a necessidade do sistema de freios acionar a função de secagem dos discos, para aumentar sua eficiência quando necessário.

As possibilidades de conexão tendem ao infinito dentro da rede eletrônica do veículo.

novas tecnologias - sensores

Por definição, sensores são dispositivos que transformam informações físicas, como pressão e temperatura, em sinais (geralmente elétricos) que podem ser decifrados por centrais eletrônicas.

Um sensor de fluxo de ar, por exemplo, revela a quantidade de ar que é admitida pelo motor fornecendo um sinal de tensão variável cujo valor depende da massa de ar que o atravessa.

Já um sensor de pré-ignição é como um microfone: estimulado pelas ondas sonoras produzidas no motor, ele gera uma tensão que é lida pela central eletrônica.

O mesmo ocorre com os sensores de imagens (câmeras) usados nos dispositivos de leitura de placas e detecção de pontos cegos, entre outros.

Eles são elementos fotossensíveis e capazes de converter a energia luminosa em tensão elétrica.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

12 DEZ
Impressões: Honda Civic Si, um esportivo de verdade

Impressões: Honda Civic Si, um esportivo de verdade

O Si virá só nesta configuração de duas portas (Divulgação/Honda) As versões esportivas estão cada vez mais raras no mercado brasileiro. Digo esportivas de verdade, que vão além do emblema fajuto na traseira. Se for com câmbio manual, sobram só duas: Renault Sandero R.S. (150 cv, R$ 63.600) e Peugeot 208 GT (173 cv, R$ 84.490). Dentro de seis meses, esse clube exclusivo receberá mais um sócio: o Honda Civic Si. Se você ainda... Leia mais
12 DEZ
Teste de produto: economizador de combustível

Teste de produto: economizador de combustível

O aparelho é instalado na mangueira de combustível (Silvio Gióia/Quatro Rodas) Com o preço da gasolina cada vez maior, é tentador ver na internet produtos que garantem economia de combustível. Nunca faltam argumentos que defendam sua eficácia: alguns interagem quimicamente com a gasolina e outros regularizam a faísca da vela. Mas o tipo mais comum é o magnético, como é o caso do japonês HyperGauss. De acordo com informações do... Leia mais
12 DEZ
Nissan Kicks brasileiro recebe 4 estrelas em teste do Latin NCAP

Nissan Kicks brasileiro recebe 4 estrelas em teste do Latin NCAP

Nissan Kicks recebeu quatro estrelas para adultos e crianças no teste de impacto (Latin NCAP/Divulgação) O Latin NCAP divulgou nesta terça-feira (12) a última rodada de testes de impacto de 2017. Os modelos analisados foram o Nissan Kicks e outros dois modelos não vendidos no Brasil: Nissan Murano (EUA) e o Chevrolet Aveo (México). O Kicks obteve quatro estrelas no teste tanto para adultos quanto para crianças – recentemente, o SUV... Leia mais
12 DEZ
Novo Toyota Camry chega ao Brasil por R$ 189.990

Novo Toyota Camry chega ao Brasil por R$ 189.990

Para-choque quase todo tomado por filetes horizontais é a única opção disponível no brasil (Reprodução/Toyota) Quase um ano após estrear no Salão de Detroit (EUA), a nova geração do Toyota Camry chega ao Brasil de forma discreta, surgindo no configurador da marca na internet. Partindo de R$ 189.990, o sedã grande será vendido em versão única, disputando espaço com Honda Accord, Volkswagen Passat, Hyundai Azera e Ford Fusion,... Leia mais
11 DEZ
Ford Mustang custará R$ 299.900 no Brasil

Ford Mustang custará R$ 299.900 no Brasil

Esportivo será R$ 10.000 mais barato do que o Camaro SS (Ford/Divulgação) O Ford Mustang será vendido por R$ 299.900 no Brasil. O esportivo custará R$ 10.000 a menos que seu principal rival, o Chevrolet Camaro SS. O cupê virá para cá apenas na versão GT Premium, equipada com o motor V8 5.0 de 466 cv, associado à transmissão automática de 10 marchas. Reestilizado no começo do ano, o muscle car recebeu novos faróis e lanternas. ... Leia mais
11 DEZ
Pneus mais largos sempre oferecem mais aderência?

Pneus mais largos sempre oferecem mais aderência?

Escolha do pneu também depende das condições de uso (reprodução/Internet) Pneus mais largos sempre oferecem mais aderência? – Miguel Gimenes, São Paulo (SP) Nesse caso, tamanho não necessariamente é documento. “Quanto mais largo um pneu, maior a área de contato com o solo e maior a aderência, via de regra. Mas, para essa afirmação ser verdadeira, é preciso considerar que ambos os pneus tenham a mesma escultura, composto e... Leia mais