Novidades

10 MAI

Alfa Romeo Giulia pode usar motor do Fiat Argo

Motor Firefly aspirado foi o ponto de partida para os novos motores turbo da Fiat (Divulgação/)

Os motores 1.0 e 1.3 Firefly, da família GSE, estrearam em 2016 no Uno e hoje estão nos Argo, Cronos (apenas o 1.3) e no Mobi (apenas 1.0).

Agora, a família de motores mais nova da FCA está a caminho da Europa.

A ideia é iniciar, enfim, o processo de substituição dos motores Fire, um projeto com mais de 30 anos.

De quebra, estes motores ainda chegarão aos Jeep e Alfa Romeo.

Por trás disso estão as versões com quatro válvulas por cilindro – e não duas -, turbo e injeção direta dos motores Firefly.

Eles foram apresentados durante o Simpósio de Motores de Viena deste ano.

Eles foram batizados internamente de T3 e T4 – as versões aspiradas são chamadas N3 e N4, respectivamente.

O motor 1.0 Firefly tem 120 cv em sua versão turbo com injeção direta (Fiat/Divulgação)

O T3, 1.0 três cilindros GSE turbo, gera 120 cv e 19,4 mkgf de torque máximo. O T4, 1.3 quatro cilindros, por sua vez, chega aos 180 cv e 27,5 mkgf de torque.

Vale lembrar que a versão aspirada tem 10,9 mkgf com álcool e 10,4 mkgf com gasolina.

A potência fica em 77 cv com álcool e 72 cv com gasolina. O 1.3 chega a 101 cv e 13,7 mkgf com gasolina e 109 cv e 14,2 mkgf com etanol.

O ganho dos novos motores foi obtido com turbocompressor monoscroll, mas o uso de turbos twinscroll está previsto para longo prazo.

A injeção direta trabalha com 200 bar de pressão e há duplo comando de válvulas variável Multiair II, capaz de simular os ciclos Atkinson e Miller – como nos aspirados – para economizar combustível.

As versões aspiradas são diferentes. O cabeçote tem duas válvulas por cilindro, há variador de fase, que atua ao mesmo tempo nas válvulas de admissão e escape, e não de forma independente, e a injeção é multiponto, feita no coletor de admissão.

A taxa de compressão é maior nos aspirados: 13,2:1 contra 10,5:1.

Cabeçote do novo 1.0 Firefly aspirado, com duas válvulas por cilindro (Reprodução/Fiat)

As versões turbo mantiveram o coletor de estape integrado ao cabeçote, que diminui o tempo para que o motor chegue à temperatura correta de funcionamento, e também têm bloco e cabeçote de alumínio. E são leves: o T3 pesa 91 kg e o T4, 110 kg.

A FCA ainda não diz em quais modelos os motores GSE turbo serão usados.

No entanto, o desempenho sugere que eles poderão ser utilizados em três marcas do grupo: Fiat, Jeep e Alfa Romeo.

Na gama europeia da Fiat, tanto o 1.0 como o 1.3 poderiam ser usados no 500 e seus derivados, bem como no sucessor do Punto e no Tipo.

Na Jeep, o 1.6 E.TorQ do Renegade (versão de entrada no Velho Continente) poderia dar lugar ao 1.0. O 1.3 poderia ser usado até mesmo no Cherokee.

Está na fila dos que podem receber o motor 1.3 Turbo da família GSE (Divulgação/Alfa Romeo)

A Alfa Romeo poderia recorrer aos dois motores para o hatch médio Giulietta e ao 1.3 para as versões de entrada do sedã Giulia.

Seria a volta do clássico Alfa Romeo Giulia 1300, sucesso nos anos 60 e 70 – e que deu origem aos divertidos 1300 TI e 1300 Super?

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

05 SET
SsangYong confirma retorno ao Brasil

SsangYong confirma retorno ao Brasil

SsangYong Tivoli será o modelo de entrada da marca no Brasil (Divulgação/Ssangyong) A SsangYong saiu de fininho do Brasil após a falência da importadora Districar. Até por conta das vendas em baixa nos meses que antecederam a decisão, pouco se via os grandes SUV da coreana. Ficou com saudade? Anote na agenda: 21 de setembro a marca fará o anúncio oficial de seu retorno ao país. Desta vez, quem está por trás das operações é... Leia mais
05 SET
Novo Ford EcoSport chega à Europa com versão esportiva

Novo Ford EcoSport chega à Europa com versão esportiva

Rodas maiores e detalhes na cor da carroceria diferenciam o Eco europeu (Ford/Divulgação) A Ford, enfim, apresentou a versão europeia do novo EcoSport. O utilitário esportivo fará sua estreia no continente durante o Salão de Frankfurt, que acontecerá na Alemanha em setembro. O SUV possui praticamente o mesmo visual do modelo revelado no Salão de Los Angeles e lançado posteriormente no mercado brasileiro. Mudaram faróis, grade... Leia mais
04 SET
Honda Fit 2018 parte de R$ 58.700 e terá para-choque reforçado

Honda Fit 2018 parte de R$ 58.700 e terá para-choque reforçado

Teaser mostra um pouco da nova grade e dos faróis com leds exclusivos da versão topo de linha (Reprodução/Honda) O Honda Fit 2018 chegará ao mercado com design atualizado ainda neste mês, mas as revendas já trabalham com as novas configurações do modelo. Material obtido com exclusividade por QUATRO RODAS também revela novos equipamentos e preços do modelo. O monovolume sofrerá leve reestilização de meia vida, bem como aconteceu... Leia mais
04 SET
83,7% das picapes médias saem das lojas com motor diesel

83,7% das picapes médias saem das lojas com motor diesel

Chevrolet S10 tem 35,3% de participação do motor flex; câmbio automático é 56,8% das vendas (divulgação/Chevrolet) O comportamento do consumidor mudou, mas algumas escolhas permanecem as mesmas. Cada vez menos utilizadas para enfrentarem situações off-road e com maior oferta de versões flex, as picapes médias continuam com os motores a diesel como os preferidos de seus compradores. De acordo com dados da consultoria Jato, de... Leia mais
04 SET
E se pisarmos no freio e no acelerador ao mesmo tempo?

E se pisarmos no freio e no acelerador ao mesmo tempo?

– (Reprodução/Quatro Rodas) Já acionamos o freio de estacionamento eletrônico com o carro andando. Agora levamos o Audi Q3 ao campo de provas da Pirelli para descobrir o que acontece se pisarmos nos pedais de acelerador e freio ao mesmo tempo. Nada de punta-tacco. O objetivo é saber se o carro tem algum comando para desativar as respostas do acelerador quando o pedal é acionado. E também se a força do freio supera a força do... Leia mais
04 SET
Teste do especialista: aromatizadores para carro

Teste do especialista: aromatizadores para carro

Da esquerda para direita, do melhor para o pior (Xico Buny/Quatro Rodas) Dá gosto ter um carro bem cuidado e cheiroso. Para mantê-lo nessas condições, existem perfumes específicos para deixar no interior da cabine. No entanto, é preciso ter cuidado. No caso de produtos líquidos, podem vazar e estragar o painel. É um problema que não atinge a versão em pastilha, como mostra nosso teste com as três das principais marcas do... Leia mais