Novidades

03 MAI

Ford Ranger ganha versões diesel focadas no custo-benefício

Nova versão XL com cabine dupla custa R$ 139.590 e possui cinto de segurança de três pontos em todos os bancos (Divulgação/Ford)

A linha 2019 da Ford Ranger ganha duas novas configurações a diesel: a versão de entrada XL com cabine simples, dupla ou chassi, tração 4×4 e câmbio manual, e a intermediária XLS com cabine dupla, tração 4×2 e câmbio automático.

A XL é focada no trabalho e no transporte de cargas leves. Tem visual bem simples, mas atrai pelo conjunto mecânico e pelo pacote de equipamentos. O motor é o 2.2 Duratorq diesel de 160 cv e 39,2 mkgf, com câmbio manual de seis marchas.

Os assistentes eletrônicos das versões mais caras foram mantidos, como o controle adaptativo de carga – que, segundo a Ford, melhora a estabilidade em manobras bruscas e frenagens com o veículo parcial ou totalmente carregado -, o controle de estabilidade e tração AdvanceTrac e o diferencial traseiro blocante eletrônico atuando junto com a tração 4×4.

A nova XL chassi custa R$ 124.200 e vem equipada com o mesmo motor 2.2 diesel de 160 cv (Divulgação/Ford)

De série, ela também traz direção elétrica, assistente em rampas e descidas, piloto automático, rádio com comandos no volante, três airbags e provisão elétrica para reboque.

Com cabine simples, a Ranger XL custa R$ 129.300 (a Ford não trabalha com opcionais) e tem capacidade de carga de 1.234 kg.

Com cabine dupla, vai para R$ 139.590 – três mil mais cara (mas melhor equipada) que a Toyota Hilux Standard diesel manual, e onze mil reais mais barata que a Chevrolet S10 diesel LT. A Fiat Toro Volcano diesel AT9 também custa mais: R$ 142.990.

A XL com cabine dupla ainda oferece cintos de segurança de três pontos nos bancos traseiros, encostos de cabeça ajustáveis e ganchos para cadeiras infantis Isofix. Ou seja: foi feita para o trabalho, mas dá para usar no dia a dia também.

Com cabine simples, a capacidade de carga de 1.234 kg é, segundo a Ford, a maior do segmento (Divulgação/Ford)

Na configuração intermediária XLS 2.2 a diesel, a novidade é a opção de tração 4×2, ideal para quem quer as vantagens do diesel e do câmbio automático mas não precisa de tração 4×4.

Além de mais leve e econômica, o preço diminui de R$ 164.650 para R$ 151.890, mantendo o bom padrão de equipamentos, como os sete airbags, central multimídia SYNC com comandos de voz para áudio e telefone, piloto automático, câmera de ré e computador de bordos.

XLS diesel automática 4×2 fica quase treze mil reais mais barata que a 4×4 (Divulgação/Ford)

Ao todo, agora são 11 as versões da Ranger no mercado, incluindo as configurações XLS flex 2.5 e XLT e Limited 3.2 diesel com 200 cv – na topo de linha, com alerta de colisão, sistema de permanência em faixa, farol alto automático, protetor de caçamba, capota marítima e santantônio, o valor chega a R$ 193.490.

A Ford oferece garantia de cinco anos e revisões com preço fixo. Em vendas, a Ranger ocupa atualmente a 3ª posição entre as picapes médias, com 5.172 emplacamentos em 2018. Está bem atrás de Hilux (11.528) e S10 (9.447), e um pouco à frente da Amarok (4.986), que acaba de ganhar um novo motor V6 a diesel.

Fonte: Quatro Rodas

Mais Novidades

02 JAN
Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Autodefesa: Donos de Jeep Compass com problema no ar-condicionado

Célia: passageiros perguntam sobre o cheiro estranho (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Quem tem ar-condicionado pode se dar ao luxo de deixar o mau cheiro do lado de fora do carro. Pena que a regra não esteja valendo para alguns donos de Jeep Compass, que enfrentam o constante odor de mofo mesmo em veículos novos. Proprietário de um Longitude 2016, o advogado Eduardo Donato, de Campina Grande (PB), percebia que algo não estava bem já... Leia mais
02 JAN
Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

Teste do especialista: cadeirinhas dobráveis para pets

– (Paulo Bitu/Quatro Rodas) Esta época do ano é propícia para viajar. E, para quem tem animal de estimação, fica a dúvida de como transportá-lo. Já pensou nas cadeirinhas dobráveis? Práticas e leves, elas quase não ocupam espaço quando estão fora de uso. No nosso teste, comparamos três marcas para cães de pequeno e médio portes. “Para a segurança de todos e até evitar multas, é recomendável levar o pet em cadeiras... Leia mais
02 JAN
Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Conheça a próxima geração do Hyundai Creta

Futuro Creta terá elementos do Intrado, carro-conceito de 2014 (Divulgação/Hyundai) As vendas do Creta seguem a pleno vapor e, para que continuem assim, a Hyundai já trabalha na segunda geração do SUV compacto. Mas já? Pensando bem, nem é tão cedo assim. É bom lembrar que o Creta – vendido em outros mercados como ix25 – foi lançado na Índia em 2014. Isso explica por que a Hyundai do Brasil, antes do lançamento aqui, negava... Leia mais
02 JAN
Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Peruas, minivans e sedãs médios manuais devem ser extintos

Fiat Weekend: após 20 anos de mercado deixará de ser produzida (Divulgação/Fiat) Arara-azul, onça-pintada e mico-leão-dourado são exemplos de animais em extinção no Brasil. Já na fauna automotiva, algumas espécies também correm o risco de sumir (ou até já sumiram) do mapa. E não estamos falando apenas de números de vendas, mas de modelos à disposição do consumidor. Dizimadas pelos SUVs, é cada vez mais raro avistar peruas... Leia mais
29 DEZ
Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Transmissão automática: hora de perder o medo dela

Reparo de caixa automática: só com mão de obra especializada (Alexandre Battibugli/Quatro Rodas) Até os anos 90, câmbio automático era mais rotulado que uísque comprado no Paraguai. “É caro de manter” e “Dá muito problema” eram as frases que faziam as pessoas abrirem mão desse conforto. Mas ainda bem que o tempo passou. Hoje já tem carro compacto com mix de vendas equilibrado entre a versão automática e a manual. Você... Leia mais
29 DEZ
Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

Grandes Brasileiros: Chevrolet Kadett GSi conversível

– (Marco de Bari/Quatro Rodas) Era o auge da euforia da abertura do mercado aos importados quando surgiu o Kadett GSi, no fim de 1991, acrescentando uma importante vogal ao nome da versão GS, lançada em 1989. O fim da era do carburador, que abriu espaço para a injeção eletrônica no país, ofereceu um presente a mais para o consumidor brasileiro, o GSi conversível. O carro nasceu com um único concorrente nacional na mesma versão, o... Leia mais